<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352</id><updated>2011-12-29T14:04:54.709-02:00</updated><category term='cartum'/><category term='arte'/><category term='fotografia'/><category term='política'/><category term='dossiê britney'/><category term='indicações tardias'/><category term='literatura'/><category term='cultura'/><category term='cinema'/><category term='internet'/><category term='curta'/><category term='textos'/><category term='filosofia'/><category term='conto um curta'/><category term='A2'/><category term='youtube'/><category term='música'/><category term='quadrinhos'/><category term='atualidades'/><category term='curiosidades'/><category term='publicidade'/><title type='text'>Ócio pelo Ócio</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>94</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-8729812591915500305</id><published>2011-12-17T18:17:00.000-02:00</published><updated>2011-12-17T18:17:35.946-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A2'/><title type='text'>Fotografia de nu?</title><content type='html'>Acho interessante começar o primeiro post efetivo desse blog com uma provocação de Paulo César Peréio (em seu livro "Por que se mete, porra?"):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Cuidado com a incapacidade da ironia, com o provincianismo mental!&lt;br /&gt;Há mais que um sentido no texto, então no discurso, contido em nenhuma palavra dela ou dele. Pois é impossível o texto do discurso dizer aquilo que diz.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Pensar em fotografia não é pensar na modelo retratada. Estamos falando de uma figura bidimensional, a impressão fotográfica em si. Lembrar que todo sentido de profundidade na fotografia é mera ilusão de nosso cérebro é SEMPRE fundamental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso, acho interessante introduzir dois conceitos básicos de composição fotográfica, mesmo que superficialmente: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - composição geométrica: é, literalmente a maneira como as linhas se organizam na foto (ou numa peça gráfica ou obra de arte qualquer). circulos, quadrados, diagonais, triângulos, caminho de leitura, enfim... geometria. (&lt;a href="http://fotografiaempalavras.wordpress.com/2011/03/08/composicao-geometrica-ou-formal-video-artigo/http://"&gt;esse link&lt;/a&gt; explica isso de forma interessante)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - composição ideológica: essa parte é mais complicada e bem mais profunda. Para brincar de composição ideológica a gente precisa de algumas ferramentas a mais. Mas a questão é: nem sempre ela está presenta (falando do fotógrafo), mas isso não quer dizer que não possa ser atribuída (falando do observador). É a parte do texto da fotografia, o que foi retratado, por que foi retratado, buscar entender se aquilo não é mais que uma foto bonita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos então ver um pouco disso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kU3-3dfNiDk/SiUE7txssJI/AAAAAAAAAto/XvdArcVeqbo/s400/john_coplans2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="285" src="http://2.bp.blogspot.com/_kU3-3dfNiDk/SiUE7txssJI/AAAAAAAAAto/XvdArcVeqbo/s400/john_coplans2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Essa foto é um auto-retrato (de uma série) de John Coplans. Vamos observar algumas coisas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - ele, a partir da posição da câmera e de seu próprio corpo transforma seu tronco em um retângulo e suas mãos aparecem apenas sobre sua cabeça como algo que saísse do próprio corpo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - esse é um tipo específico de fotografia de nu que retrata apenas fragmentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - mesmo se não soubéssemos que isso é um retrato (a parte do "auto" não importa aqui) de John Coplans, saberíamos facilmente que se trata de um homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - o trabalho de John Coplans, além de extremamente realista retrata muito o corpo humano como uma fortaleza. E é aqui que começamos a sair da composição formal para a composição ideológica. O trabalho de J.C. não retrata o homem, mas a relação do homem-ser-humano consigo mesmo. Entender o ser humano como uma fortaleza não passa longe daquele nosso típico medo de psicólogos, afinal, eles vêem através dos muros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é descabido, depois de observar que o trabalho dele reflete o homem enquanto fortaleza, pensar em algo, ao ver essa foto, como duas torres e um muro, algo mais literal. Ou qualquer coisa que remeta a idéia de fortaleza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, além de tudo, esse trabalho me parece extrememamente irônico. Se o homem é uma fortaleza, qual a necessidade de Pink Floyd cantar "Mother, should I build the wall?"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: Mais tarde, encontrei uma coisa interessantíssima sobre essa foto. No site do Tate, encontrei uma classificação interessantíssima para essa foto: "society - birth to death - old age". Isso abre um leque para ainda mais interpretações. Seria isso um túmulo? Seria um túmulo uma fotaleza?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-8729812591915500305?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/8729812591915500305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2011/12/fotografia-de-nu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8729812591915500305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8729812591915500305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2011/12/fotografia-de-nu.html' title='Fotografia de nu?'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_kU3-3dfNiDk/SiUE7txssJI/AAAAAAAAAto/XvdArcVeqbo/s72-c/john_coplans2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-4668111997348844411</id><published>2011-07-15T20:08:00.004-03:00</published><updated>2011-07-15T20:10:26.609-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fotografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A2'/><title type='text'>Plano de trabalho</title><content type='html'>A Publicidade é a não-arte de convencer, certo? Então pensar em fotografia (também como parte contituinte das várias formas de mídia que a publicidade usa) como uma ferramenta de sedução é extremamente pertinente, certo? A fotografia erótica muitas vezes vem (por vezes erroneamente) ligada a sedução. Talvez por uma cultura de que a nudez seja algo íntimo demais para se tornar público ou simplesmente pela relação (quase inevitável) entre nudez e sexo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar de fotografia erótica, no entanto, não tem quase nada a ver com falar em sexo. Assim como o erótico não tem necessariamente muito a ver com sedução. Diz o dicionário aurélio:&lt;br /&gt;erótico&lt;br /&gt;[Do gr. erotikós, pelo lat. tard. eroticu.] &lt;br /&gt;Adjetivo. &lt;br /&gt;1.Relativo ao amor. &lt;br /&gt;2.Inspirado pelo amor; que tem o caráter de lirismo amoroso: &lt;br /&gt;3.Inspirado ou provocado pelo erotismo: &lt;br /&gt;4.Sensual, lascivo. ~ V. zoofilia —a.&lt;br /&gt;Assim, voltemos à erotismo:&lt;br /&gt;erotismo&lt;br /&gt;[De erot(o)- + -ismo.] &lt;br /&gt;Substantivo masculino. &lt;br /&gt;1.P. us. Paixão amorosa. &lt;br /&gt;2.Amor lúbrico; lubricidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me parece estranho, então falar que todo esse conceito de erotismo que temos hoje é de certa maneira deturpado.  Pensar em erótico então parece-me mais uma idéia de buscar por algo que seja uma busca por algo que seja bonito, insinuador (não necessariamente relativo à sexo, mas que também não impede a relação) e, acima de tudo, idealizador. Como os amores platônicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, entender fotografia erótica implica (obviamente) noções que são típicas da linguagem fotográfica. Para tanto, me interessa muito dois conceitos básicos que merecem ser destacados desde já. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um deles vem de Magritte e seu famoso "Ceci n'est pas une pipe" e o "Ceci n'est pas une pomme". Ele chama atenção para a questão da pintura não ser o objeto, apenas uma reprodução dele, uma idealização, uma visão, uma perspectiva do determinado objeto retratado. Com base nisso, enxergar fotografia como uma arte gráfica que, como a pintura, sofre manipulação por meio de técnicas que podem (e o fazem) alterar completamente uma determinada visão ou perspectiva. Seja pensando em manipulação digital ou na própria fotografia analógico com suas variadas formas e combinações químicas e papeis e texturas que estão intimamente ligadas à reprodução de uma imagem "capturada".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ac2snmW33lg/TOFtOg5EpqI/AAAAAAAAA0U/QYnHSnGeIP0/s1600/magritte.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="360" src="http://2.bp.blogspot.com/_ac2snmW33lg/TOFtOg5EpqI/AAAAAAAAA0U/QYnHSnGeIP0/s1600/magritte.jpg" width="465" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Outro, não menos interessante, é de Barbara Kruger que na obra abaixo anuncia: Your body is a battleground. Sempre lidado com dualidades (gordo/magro, bonito/feio, alto/baixo, simetria/assimetria, organização/desorganização, e muitas outras) somos colocados em uma imensa briga com nós mesmos no sentido de sermos um ou outro, de querer sair de um para outro. Assim, vivemos em uma guerra, em  um battleground de dualidades que, por vezes (pensando em fatores psicológicos, midiáticos, ideológicos, culturais e possivelmente muito outros que não consigo listar aqui),  leva-nos a uma certa batalha interior por uma busca de uma imagem determinada. Essa busca (explicada de certa forma por Goffman em sua teoria da dramaturgia) acaba se refletindo na fotografia e nas artes em geral, seja reafirmando-a, criticando-a, ou simplesmente usando-se dela de alguma maneira. Trabalha com fotografia não necessariamente significa trabalhar esse conceito diretamente, mas é facilmente ralacionável ao ponto a que queremos chegar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lXP8806Rswo/Ta4sgQssAsI/AAAAAAAAAOk/yVDB0Kll6f4/s1600/Imagem%2Bsem%2Bt%25C3%25ADtulo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-lXP8806Rswo/Ta4sgQssAsI/AAAAAAAAAOk/yVDB0Kll6f4/s320/Imagem%2Bsem%2Bt%25C3%25ADtulo.jpg" width="315" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pensar em fotografia de nu e erótica é então abandonar essas dualidades e a noção de que aquilo é uma pessoa e buscar abstrair um pouco esse aspecto. Parar de pensar na pessoa retratada e pensar no ato de retratar, pensar em geometria, em semiótica, em psicologia quando aplicável. Por vezes uma foto pode ser meramente estética, uma busca por uma imagem agradável visualmente.  Mas isso não é uma regra. Ou, ainda,  uma foto meramente estética tem um valor profundo atribuído por pesquisadores ou mesmo pelo fotógrafo depois de anos de observação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é um objetivo desse trabalho buscar fotos de revistas masculinas como Playboy, Vip e tantas outras que as bancas de revistas nos oferecem mensalmente. Aqui, tentarei analisar fotos de autores, o que não exclui as fotografias de fotógrafos que já trabalharam para essas revistas, mas buscar um sentido autoral das fotografias dos fotógrafos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final, a idéia é mostrar como esse tipo de fotografia vem lentamente sendo trabalhada pela publicidade. Parece-me que o ramo que, ainda que com um certo cuidado, mais se utiliza desse tipo de fotografia é o ramo da moda. Mas, isso é algo a se pesquisar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, a idéia do trabalho é buscar repertório na área de fotografia como um todo com foco em fotografia de nu e erótica. Para tanto, nada melhor que internet, livros e muita fotografia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-4668111997348844411?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/4668111997348844411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2011/07/plano-de-trabalho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4668111997348844411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4668111997348844411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2011/07/plano-de-trabalho.html' title='Plano de trabalho'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ac2snmW33lg/TOFtOg5EpqI/AAAAAAAAA0U/QYnHSnGeIP0/s72-c/magritte.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-5209207606381137453</id><published>2011-07-15T20:07:00.001-03:00</published><updated>2011-07-15T20:10:46.891-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fotografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A2'/><title type='text'>Fotografia de nu artístico e Erótica.</title><content type='html'>Ao longo do preimeiro semestre de 2011, devido a uma requisição de uma disciplina da faculdade, eu estive pesquisando a respeito de fotografia de nu artístico e fotografia erótica. Junto com esse trabalho, a matéria criou um blog. Desse blog, vou transcrever as postagens gradualmente para cá e pretendo continuar desenvolvendo algum tipo de pensamento a respeito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos que se interessarem, apertem os cintos...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-5209207606381137453?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/5209207606381137453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2011/07/fotografia-de-nu-artistico-e-erotica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5209207606381137453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5209207606381137453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2011/07/fotografia-de-nu-artistico-e-erotica.html' title='Fotografia de nu artístico e Erótica.'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-1318636913997237577</id><published>2011-03-30T19:03:00.001-03:00</published><updated>2011-03-30T19:04:50.445-03:00</updated><title type='text'>O novo homem</title><content type='html'>Esse é um quadro que eu vi, procurando bibliografia pra uma disciplina da faculdade, numa tese de doutorado de um (derrt) doutorando (já Doutor) da UFMG. Achei interessantíssimo. A referência vem depois do quadro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9DvmwE9DuTA/TZOoCUIRuGI/AAAAAAAAAMA/zNDrLFNi0ok/s1600/novo%2Bhomem.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="329" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-9DvmwE9DuTA/TZOoCUIRuGI/AAAAAAAAAMA/zNDrLFNi0ok/s400/novo%2Bhomem.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;"Nova" a que ele se refere é a Revista Nova. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abordagem do discurso amoroso na perspectiva da análise do discurso e da psicanálise, Cássio Eduardo Soares Miranda, 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orientador: Ida Lucia Machado. &lt;br /&gt;Co-orientador: William Menezes. &lt;br /&gt;Área de Concentração: Estudos Lingüísticos. &lt;br /&gt;Linha de Pesquisa: Análise do Discurso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A referência não tá de acordo com ABNT, mas foda-se. Isso é só um blog.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-1318636913997237577?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/1318636913997237577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2011/03/o-novo-homem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/1318636913997237577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/1318636913997237577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2011/03/o-novo-homem.html' title='O novo homem'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-9DvmwE9DuTA/TZOoCUIRuGI/AAAAAAAAAMA/zNDrLFNi0ok/s72-c/novo%2Bhomem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-663993030003310791</id><published>2010-08-21T22:03:00.000-03:00</published><updated>2010-08-21T22:03:41.676-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><title type='text'>Compra coletiva e clubes de compra</title><content type='html'>Depois de um post tão fail sobre o debate dos presidenciáveis que nem eu consgui achar interessante - e, exatamente por isso, não foi publicado - (apesar de que a proposta inicial era boa), resolvi lidar com um assunto mais leve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente eu tenho encontrado algumas coisas interessantes que eu resolvi colocar aqui. São os sites de compra coletiva e de clube de compra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funciona mais ou menos assim: a empresa coloca um produto à venda nesses sites à preço de banana e com uma meta mínima de vendas. Se o mínimo for atingido você recebe o seu produto em casa, se não, você tem seu dinheiro de volta. Parece muito simples, e é de fato. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que não sei a fundo como funciona. Mas funciona. Existem dois tipos de sites: os de a) compra coletiva e os de b) clube de compra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os clubes de compra são sites com "associados" (você!) que têm a sua disposição produtos de certas marcas. Os produtos são de em geral de marcas famosas. Por exemplo: nesse exato momento o site &lt;a href="http://br.privalia.com"&gt;Privalia&lt;/a&gt; têm produtos a venda da Ocean Pacifc, Dust, Thipton, Liz, Lee, entre outros. Para ser mais claro: uma camiseta da Lee de R$75 está sendo vendida por R$25. Fui claro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os sites de compra coletiva são mais simples e locais. Você escolhe sua cidade e é apresentada a você uma oferta do dia que conta com restaurantes, bares, spas, cursos essas coisas. Eu mesmo comprei um crédito de R$40 num botequim charmosíssimo aqui de BH por R$12 no &lt;a href="http://peixeurbano.com.br"&gt;Peixe Urbano&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De forma geral, é uma boa forma de economizar uma grana na hora de um luxo ou pra relaxar um pouco com uma boa sessão de massagem. E esses são apenas alguns exemplos de sites desse tipo aí espalhados pela internet. Vale a pena procurar por mais referências.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-663993030003310791?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/663993030003310791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/08/compra-coletiva-e-clubes-de-compra.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/663993030003310791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/663993030003310791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/08/compra-coletiva-e-clubes-de-compra.html' title='Compra coletiva e clubes de compra'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-1733656806763799364</id><published>2010-07-19T18:28:00.004-03:00</published><updated>2010-07-19T18:34:48.084-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='indicações tardias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Indicações Tardias #7 - Beck, Record Club: Kick</title><content type='html'>Peraí, mas Kick não é o disco do INXS? Isso mesmo. Já explico, calma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o próprio Beck, artista de várias esquisitices musicais&lt;span style="color: #cccccc;"&gt; [brincadeira, ele é um gênio. Mesmo!]&lt;/span&gt;, Record Club é a uma reunião de vários músicos sem a intenção de adicionar ou modificar nada às músicas para regravar um disco inteiro em um único dia. São palavras dele:&lt;br /&gt;Record Club is an informal meeting of various musicians to record an album in a day. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;The album chosen to be reinterpreted is used as a framework. Nothing is rehearsed or arranged ahead of time. A track is put up here once a week. The songs are rough renditions, often first takes that document what happened over the course of a day as opposed to a polished rendering. There is no intention to 'add to' the original work or attempt to recreate the power of the original recording. Only to play music and document what happens.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Pra gente resta a o prazer de se deliciar com essa maluquice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um desses discos gravados foi o álbum Kick do INXS. Isso aconteceu com a participação dos músicos da banda Liars, St. Vincent e nosso conterrâneo Sergio Dias dos Mutantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse disco foi gravado nesse ano de 2010, no entanto figura aqui como uma "indicação tardia" por um único motivo: o Record Club não parou, já existe mais um disco gravado nesse mesmo sistema, logo, esse já não é tããããão novo assim. Só por curiosidade, o último disco é uma regravação do grego Yanni. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao invés de ficar me rasgando em elogios e comparações, deixarei que façam isso por si mesmos. Se é que alguém se interessou suficientemente para chegar até aqui. Seguem algumas faixas originais e suas respectivas gravações pelo Record Club. Deliciem-se. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Devil Inside&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;Original&lt;br /&gt;&lt;object style="height: 344px; width: 425px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5_2urptQJxQ"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/5_2urptQJxQ" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Versão&lt;br /&gt;&lt;object height="81" width="100%"&gt; &lt;param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fuser8366166%2Fbecks-record-club-liars-st-vincent-os-mutantes-devil-inside-inxs-cover"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed allowscriptaccess="always" height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fuser8366166%2Fbecks-record-club-liars-st-vincent-os-mutantes-devil-inside-inxs-cover" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Never Tear Us Apart&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;Original&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Imr8GLO9uNQ&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_detailpage&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Imr8GLO9uNQ&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_detailpage&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Versão&lt;br /&gt;&lt;object height="81" width="100%"&gt; &lt;param name="movie" value="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fuser8366166%2Fbecks-record-club-liars-st-vincent-os-mutantes-never-tear-us-apart-inxs-cover"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed allowscriptaccess="always" height="81" src="http://player.soundcloud.com/player.swf?url=http%3A%2F%2Fsoundcloud.com%2Fuser8366166%2Fbecks-record-club-liars-st-vincent-os-mutantes-never-tear-us-apart-inxs-cover" type="application/x-shockwave-flash" width="100%"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vídeos das músicas estão todas disponíveis no Youtube e no site oficial do cantor &lt;a href="http://www.beck.com/"&gt;Beck&lt;/a&gt;. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-1733656806763799364?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/1733656806763799364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/07/indicacoes-tardias-7-beck-record-club.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/1733656806763799364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/1733656806763799364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/07/indicacoes-tardias-7-beck-record-club.html' title='Indicações Tardias #7 - Beck, Record Club: Kick'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-6601467941005179677</id><published>2010-07-14T12:50:00.000-03:00</published><updated>2010-07-14T12:50:21.253-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='publicidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><title type='text'>IE 8 e a nova campanha da Microsoft</title><content type='html'>Passeando pela internet hoje pela manhã, encontrei a campanha nova campanha da Microsoft para promover o Internet Explorer 8. A idéia é simples, a campanha desafiadora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Qual é o produto vendido?&lt;/b&gt; A Microsoft vende um Internet Explorer que é mais seguro, que mantém suas informações e privacidade seguras. Segundo a empresa, o IE 8 bloqueia 3 milhões de ameaças por dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Qual o meio que a campanha encontra?&lt;/b&gt; Trazer isso para a realidade dos usuários. São criadas empresas fictícias que conseguem arrancar de seus "novos clientes" até mesmo amostras de material genético. É tornando essa situação palpável para nós consumidores que a campanha traça seus objetivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Teve sucesso na realização?&lt;/b&gt; Sem dúvida. A Microsoft é uma empresa que investe fortemente em publicidade, essa não seria uma excessão. Além do investimento maciço na produção da campanha, a empresa conta com profissionais que conseguiram tornar isso o mais real possível, mesmo sendo uma grande ficção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final das contas, a Microsoft acerto em mais uma campanha. A aposta em uma campanha simples foi o grande acerto da empresa. Nada melhor que simplicidade para atingir um público amplo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra quem ficou curioso, aqui está a campanha (em inglês): &lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PcdEojQrIpQ&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/PcdEojQrIpQ&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-6601467941005179677?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/6601467941005179677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/07/ie-8-e-nova-campanha-da-microsoft.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6601467941005179677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6601467941005179677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/07/ie-8-e-nova-campanha-da-microsoft.html' title='IE 8 e a nova campanha da Microsoft'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-3614090992009646144</id><published>2010-04-17T15:01:00.002-03:00</published><updated>2010-04-17T15:06:54.496-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='indicações tardias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Indicações Tardias #6 - Tom Zé e o "Tô Ficando Atoladinha"</title><content type='html'>Saiu no Jornal O Globo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;SÃO PAULO - O tropicalista Tom Zé defende o funk carioca e diz que ele surgiu para "substituir o Papa Bento XVI, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tom Zé". O baiano de Irará explica que o gênero foi uma de suas principais influências, entre outras, para a produção do disco "Danç-Êh-Sá".&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;A entrevista de Tom Zé pode ser vista no You Tube , em um vídeo que faz parte de um DVD ao vivo que a Trama, em co-produção com o Canal Brasil, prepara para lançar em 2008.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a entrevista a que a reportagem se refere:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CEVu6jniK3Q&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_detailpage&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/CEVu6jniK3Q&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_detailpage&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa é a resposta de Tom Zé no Programa do Jô:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object style="height: 344px; width: 425px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hubD31XaHqU"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/hubD31XaHqU" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-3614090992009646144?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/3614090992009646144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/04/indicacoes-tardis-6-tom-ze-e-o-to.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/3614090992009646144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/3614090992009646144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/04/indicacoes-tardis-6-tom-ze-e-o-to.html' title='Indicações Tardias #6 - Tom Zé e o &quot;Tô Ficando Atoladinha&quot;'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-9173372790342469892</id><published>2010-04-17T13:10:00.004-03:00</published><updated>2010-04-17T13:30:13.676-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Social Metropolis + Mídias Sociais = Democratização?</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strike&gt;Depois de um longo tempo de abstinência desse pobre depósito, voltei para tentar trazer um suspiro de vida de volta para esse espaço cibernético. Vamos lá!&lt;/strike&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Lendo um livro que um colega de faculdade me indicou me deparei com uma afirmação que me incomodou. Dizia o livro: &lt;i&gt;Social media can be defined as the democratization of information&lt;/i&gt;. Mas será mesmo que podemos falar de forma tão dogmática que as chamada mídias sociais são o que ele (como diria professor Delfim:) quase poéticamente chama de democratização da informação?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O livro em questão chama-se &lt;i&gt;The Social Metropolis&lt;/i&gt;, de Jimmy Maymann (disponível em inglês &lt;a href="http://www.goviral.com/book_2008.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;). Maymann busca explicar como funciona o chamado marketing viral. &lt;a href="http://www.oesquema.com.br/conector/2008/08/19/vai-viral.htm"&gt;Nesse post&lt;/a&gt; do blog &lt;a href="http://www.oesquema.com.br/conector/"&gt;Conector&lt;/a&gt;, em que o publicitário Gustavo Mini explana sobre o livro e sobre o próprio marketing viral, vale destacar um trecho:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A Social Metropolis é a cidade que nunca dorme por excelência, um local cujos cidadãos, ruas, prédios e organização hierárquica estão em constante transformação, sem referências que durem muito tempo. Esse ambiente absolutamente fluído é o campo no qual os conteúdos (de marca ou pessoais) são semeados constantemente. Alguns permanecem semente ou plantinha pra sempre. Outros brotam, crescem e se viralizam de acordo com regras dinâmicas que (não acredite se lhe disserem o contrário) ninguém domina muito bem.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Entender o marketing viral é saber como funciona a tal Social Metropolis. Para Maymann as "social media" são a "social glue" de toda essa confusão. É preciso que haja uma interação social entre os indivíduos para que essa interação se constitua. Como uma citação do próprio livro diz, quando se manda um e-mail entende-se como um presente ao destinatário mas, na verdade, essa é uma desculpa para que se crie um interação a partir dalí. Se o e-mail for suficientemente interessante, isso significa que que a ocorrência é válida para desencadear uma resposta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No entanto, a parte complicada disso tudo não é o entendimento dessa cola social ou da social metropolis (pelo menos, não a mais complicada delas). Pensar em uma social metropolis e afirmar que que mídias sociais são uma forma de democratização da informação buscam uma premissa fundamental: o sujeito está incluído nessa confusão, ele é um cidadão digital, ele tem seu avatar cibernético. Mas em muitos casos isso não acontece.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Segundo José Sasportes, presidente da comissão nacional da UNESCO, apenas 5% da população &lt;b&gt;mundial&lt;/b&gt; tem acesso à internet. Num olhar para a Europa, esse dado é uma aberração, o continente conta com mais de 50% de penetração da internet em sua população. No entanto, para países como os vário africanos, certamente esses dados são bem reais, ou quem sabe até mesmo superiores à realidade desses países.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Falar em um poder extraordinário da internet e do marketing viral em países com taxas de acesso à internet certamente não faz muito sentido. Sob esse mesmo olhar, pode-se trazer à tona o fato de que, sem acesso à internet, falar em mídias sociais como democratizadores do acesso a informação não tem absolutamente nenhum sentido real.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Falar em social media com todo esse entusiasmo parece que voltamos às discussões sobre a prensa gráfica de Guttemberg. Ao mesmo tempo que, sim, a prensa de Guttemberg revolucionou a forma como a armazenagem e a distribuição de informação, países majoritáriamente analfabetos não foram atingidos por essa grande revolução. A Rússia da época de Guttemberg não sofreu absolutamente nenhuma mudança. Algum tempo depois da criação da prensa gráfica, o governo russo manteve algumas poucas prensas (algo em torno de duas ou três) por motivos administrativos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mais tarde a prensa seria fortemente utilizada chegando a criar o que hoje confusamente se conceitua como a esfera pública de Habermas e dos amigos Briggs e Burke. Jornais, panfletagem e a própria distribuição de livros impressos se tornou forte. Aos poucos isso criara uma cultura letrada na Europa. Somente depois que essa cultura letrada começou a penetrar no país-continente Rússia que a prensa se difunde pelo país. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Falar em mídias sociais aqui parece se tratar de algo semelhante: apenas uma faixa muito estreita da população mundial tem acesso a ela e, no entanto, não se cansa de tratá-la como uma grande revolução, mesmo que ainda não tenha todo esse poder de penetração na população. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Certamente essa revolução com nada se compara à revolução na Grécia do surgimento da escrita a não ser pela forma como ela se deu: definitiva (talvez) e gradual. Mas se é, de fato, tão gradual, é revolução?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Encontrar uma palavra para definir o que parece ser essa coisa que chamam de "revolução" é, certamente das coisas mais difíceis, no entanto não podemos deixar de trazer à toda essa confusão o pensamento de como e se essa coisa é assim tão abrangente. Democratização, seja do que for, é uma coisa extremamente relativa. Se, para quem tem acesso isso, é de fato democrático não há dúvida. Mas se não é acessível a todos é de fato democrático?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-9173372790342469892?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/9173372790342469892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/04/social-metropolis-midias-sociais.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/9173372790342469892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/9173372790342469892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/04/social-metropolis-midias-sociais.html' title='Social Metropolis + Mídias Sociais = Democratização?'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-3041880307756432078</id><published>2010-02-17T17:54:00.000-02:00</published><updated>2010-02-17T17:54:53.875-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>Revista Veja e Arruda</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;Por&lt;b&gt; Pax&lt;/b&gt;, no&lt;b&gt; &lt;a href="http://politicaetica.com/2010/02/17/revista-veja-e-arruda/"&gt;políticAética&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em julho de 2009 a jornalista blogueira Paola Lima fez um post que merece destaque, Páginas amarelas citando um contrato de R$ 442.462,50 que o Governo do Distrito Federal fez com a revista Veja e, na sequência, José Roberto Arruda é o entrevistado das páginas amarelas com o título “Ele deu a volta por cima“.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Paola Lima: há quem veja mais do que uma simples coincidência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas acabam por, digamos, gerar dúvidas sobre determinados meios de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugiro a leitura de artigo de Luciano Martins Costa de hoje, no Observatório da Imprensa: O carnaval de Arruda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reproduzo a parte que toca no assunto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nem mesmo Veja poupou Arruda, mas seu material mais interessante só pode ser lido no blog Radar Online. A revista da Editora Abril não pode escapar de sua própria história: por mais agressiva que procure parecer agora, ao noticiar o escândalo de Brasília, não dá para esquecer que, em julho do ano passado, Veja havia oferecido ao então governador a entrevista principal da edição número 2.121 em suas outrora nobres páginas amarelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ele deu a volta por cima”, dizia então o título da entrevista, que procurava mostrar o governador como um político capaz de superar seus próprios erros e seguir adiante. Na ocasião, chegou a ser noticiado que a decisão editorial, honrosa para José Roberto Arruda, havia passado pelo departamento comercial da revista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo de Brasília havia firmado parceria com a Abril para distribuir milhares de exemplares de Veja nas escolas públicas do Distrito Federal, mas quem revelou a negociação não foi a grande imprensa. Foi uma blogueira de Brasília, Paola Lima, que publicou cópias da documentação que previa a compra de revistas, no total de R$ 442.462,50, durante um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse foi o preço da entrevista de Arruda.“&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-3041880307756432078?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/3041880307756432078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/02/revista-veja-e-arruda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/3041880307756432078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/3041880307756432078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/02/revista-veja-e-arruda.html' title='Revista Veja e Arruda'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-868651747444952610</id><published>2010-02-16T00:06:00.002-02:00</published><updated>2010-02-16T00:09:36.631-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Internet; cultura compartilhada; crise dos direitos autorais; apocalipse?</title><content type='html'>Eu realmente gosto muito de situações apocalipticas, tudo parece perecer... E se o tema é a blogsfera, os maiores chavões giram em torno da liberdade de expressão, da qualidade do conteúdo e da propriedade dos mesmo. Pensar em internet é pensar num autor que não tem controle sobre a veiculação de suas palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fenômeno que nos permite perceber isso, ainda que muito superficialmente, é o Twitter. Quantos retweets recebe um post? Qual o controle o autor do tweet tem sobre sua reprodução? Mas no twitter ainda existe algo interessante, a própria mídia disponibiliza o retweet com o nome de seu autor veiculado. Quantos textos você já copiou de outros blogs e veiculou no seu próprio, mesmo que com os devidos créditos? Quantas vezes você pediu permissão para isso? Certamente nenhuma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando nessa problemática, me vem em mente um nome: Lawrence Lessig&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criador do conceito de ambientalismo cultural (green culture), do selo de Criative Commons, um sujeito que luta pela coletividade do conhecimento. Diz a Wikipédia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Lawrence Lessig também conhecido como Larry Lessig (Rapid City, 3 de Junho de 1961) é um escritor  norte-americano, professor  na faculdade de direito de Stanford e um dos fundadores do Creative Commons e um dos maiores defensores da Internet  livre, do direito à distribuição de bens culturais, à produção de trabalhos derivados (criminalizadas pelas leis atuais), e do fair use.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Creative Commons&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creative Commons é o projeto que mais dá notoriedade ao tralho de Lessig. Sem nunca ter ouvido o nome dele, certamente uma parte considerável de nós já ouviu falar nesse selo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como aquele selinho de marca registrada ou do de direitos autorais reservados, o selo de Creative Commons é aquele que permite ao leitor reproduzir, republicar ou reencaminhar o produto sem prévia autorização do autor. No entanto ele garante ao autor que juntamente com seu produto será veiculado seu nome, recebendo assim os méritos pelo trabalho. Um exemplo disso é o próprio site norte americano da Creative Commons: lá você encontra uma ferramenta de busca de trabalhos e lá existe um descrição que diz "&lt;i&gt;Encontre trabalhos &lt;b&gt;licenciados&lt;/b&gt; que você pode &lt;span style="color: red;"&gt;compartilhar, 'remix' ou reutilizar&lt;/span&gt;.&lt;/i&gt;" - com o destaque para que a palavra 'licenciado' está em negrito no original, não foi edição minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre sem fins lucrativos é através desse selo que boa parte dos trabalhos criativos hoje em dia vêm sendo produzidos. É também buscado pela instituição facilitar o compartilhamento desses trabalhos de que a distribuição é uma parte fundamental da "democratização" dessa cultura e trabalhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buscando assegurar legalmente os direitos autorais através de cyberlaws (leis cibernéticas), Michael Carroll, Molly Shaffer Van Houweling e Lawrence Lessig, Hal Abelson, Eric Saltzman, Davis Guggenheim, Joi Ito e Esther Wojcicki, em 2001, tendo sua primeira versão de licensa (1.0) lançada em 2002. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente a licensa já tem milhares de adeptos e vem se popularizando cada vez mais. Muitos comunicadores hoje em dia já têm adotado e tentado espalhar cada vez mais essa nova cultura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Crise dos direitos autorais: Dois problemas; uma solução.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar em crise dos direitos autorais é pensar em dois problemas e uma solução. No mundo da música não é dificil lembrar dos MP3's, dos discos caríssimos, dos discos pirateados, do Metallica brigando contra os MP3's... Nos lembrando do cinema o problema parece menos evidente, mas sem dúvidas já vivenciamos algo que o envolva. Quem nunca assistiu um filme baixado da internet?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente trazer o mundo do MP3 para um texto é facil, mesmo por ser algo muito próximos de todos nós que estamos aqui na internet. Tudo começou com um prego por aí que criou um formato de audio para computadores que era extremamente menor que os vigentes na época (.WAV) com a qualidade muito pouco inferior, ou seja, a receita perfeita para a popularização de qualquer coisa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não muito depois da criação desse novo formato, para desespero das grande gravadoras, surgiram programas semelhantes aos atuais P2P (peer to peer - ou pessoa para pessoa) popularizados principalmente a partir do Kazaa. Hoje já tendo evoluído e emergido novos softwares, o sistem P2P não deixou de ser imensamente importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que aos poucos as pessoas começaram a deixar de comprar CD's para acumular inúmeros gigabytes de seus computadores de músicas de todo tipo e qualidade. Mais tarde a as tecnologias começaram a se popularizar de tal forma que hoje não nada estranho você descobrir que aquele seu vizinho nerd tinha uma banda e agora está estourando nas paradas da MTV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não tive notícia de nenhum artista do meio musical que tenha aderido ao creative commons para publicação de suas músicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No cinema a coisa é mais complicada um pouco. Com os inumeros meios de propagação de arquivos via internet, logo os arquivos de vídeo cada vez maiores começaram a circular de computador em computador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cinemas estavam perdendo bilheteria. Os filmes começaram a sair primeiro na internet para só depois serem lançados oficialmente nos cinemas. Muitos deles, com excessão das grandes produções megalomaníacas, acabavam sendo assistidos preferencialmente de casa, via computador - com excessão dos namorados, frequentadores assíduos dos cinemas, independentemente do filme; e daqueles estressados que adoram "pegar um cineminha" para relaxar no final de semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eis que a solução aparece: o cinema 3D. Essa nova era inaugurada pelo filme Avatar de James Cameron [nota: antes de Avatar foram lançados outros filmes em 3D apesar de que nenhum deles tenham sido assim um sucesso de bilheteria como Avatar. Datas inaugurais nunca são tão reais, são mais didáticas que verdadeiras, essa é a verdade.]. E é com ele que a indústria do cinema busca alavancar suas vendas e arrebanhar aqueles que tinham abandonado o cinema, afinal, não há computador que reproduza aquela sensação 3D.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: black; color: #cccccc;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Depoimento:&lt;/b&gt; eu mesmo tinha, há muito, abandonado os cinemas e já assistia apenas filmes pelo meu computadorzinho que até hoje me acompanha. Mas eu fui ver Avatar no cinema. Depois de um problema no projetor e uma seção lotada, na terceira tentativa eu finalmente consegui conhecer a tal tecnologia 3D. Esperava mais. Acredito que filmes de animação conseguirão explorar melhor essa tecnologia.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Green culture&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio de toda essa confusão de Creative Commons e de crises dos direitos autorais, nosso amigo Lessig lança um conceito bastante peculiar que ele explica nesse vídeo (em inglês):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" height="390" src="http://blip.tv/play/lG33gnUC" type="application/x-shockwave-flash" width="480"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num encadeamento muito coeso de idéias, Lessig usa da evolução da legislação tradicional frente à mudanças como a revolução industrial e nossa onda ambientalista de algum tempo para cá para explicar seu conceito. É através de um paralelo entre as situações que surge a pergunta: Se nossas constituições se adequaram à Revolução Industrial, por exemplo, por que não se adequar às novas mídias e tecnologias inclusive revendo as leis que tratam dos Direitos Autorais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com essa idéia de desenvolvimentismo ("enviorementalism") que Lessig, junto com outros grandes nomes, criou o Creative Commons. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Desenvolvimentismo = solução?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É unindo coisas aparentemente estranhas umas às outras e mostrando como elas são ligadas entre si que se pratica o chamado desenvolvimentismo. Nossas mídias sociais, aparentemente inofenssivas, são a parte que parece não ser ligada aos direitos autorais, mas mostra-se imensamente próxima deles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poder de veicular o que se quer como se quer, dependendo de como usado, pode gerar sérios danos aos direitos autorais. Mas, por outro lado, com nossas novas mídias é muito fácil ferir os mesmos, uma vez que eles são anteriores às mídias e não previam seu surgimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Lessig, o desenvolvimentismo aplicado à cultura nada mais é que uma forma de adequar as antigas leis à nova realidade. Buscar meios - como o Creative Commons, por exemplo - para lidar com essas novas tecnologias - que incitam mudanças - e seus novos caminhos é o meio que o advogado encontra para rever como e o que deve ser mudado nas regras de direitos autorais. E é mudando essa legislação autoral que Lessig busca, também, a reprodução de cultura e material criativo pelo mundo afim de incentivar a educação fornecendo material intelectua para que a mesma se faça real.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-868651747444952610?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/868651747444952610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/02/internet-cultura-compartilhada-crise.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/868651747444952610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/868651747444952610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/02/internet-cultura-compartilhada-crise.html' title='Internet; cultura compartilhada; crise dos direitos autorais; apocalipse?'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-2716986122341735386</id><published>2010-02-05T16:48:00.000-02:00</published><updated>2010-02-05T16:48:18.875-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Será que a Blogsfera envelheceu?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Por &lt;b&gt;Diogo Bedran&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Sarah Perez&lt;/b&gt; no &lt;b&gt;&lt;a href="http://readwriteweb.com.br/2010/02/05/o-ato-de-blogar-envelheceu/?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=twitter&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+ReadwritewebBrasil+%28ReadWriteWeb+Brasil%29&amp;amp;utm_content=Twitter"&gt;ReadWriteWeb Brasil&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://readwriteweb.com.br/wp-content/uploads/2010/02/blogging.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://readwriteweb.com.br/wp-content/uploads/2010/02/blogging.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Teriam os blogs virado coisas de tiozinho?  Aparentemente sim. Pelo menos de acordo com um&lt;a href="http://www.pewinternet.org/Reports/2010/Social-Media-and-Young-Adults.aspx" target="_blank"&gt; estudo&lt;/a&gt; feito pela Pew Internet. A geração mais  jovem não está mais interessada em volumes maiores de conteúdo como  existem nos blogs, diz a pesquisa. Em vez disso, a comunicação entre os  adolescentes tende a envolver mensagens curtas, como as atualizações de  status do Facebook ou Twitter. A Pew descobriu que apenas 14% dos  adolescentes de 12 a 17 anos blogam, muito abaixo dos 25% que blogavam  há quatro anos. Eles também estão menos interessados em comentar nos  blogs de seus amigos. Este ano somente 52% afirmaram que o fazem, sendo  que em 2006 três quartos afirmaram que sim. &lt;/div&gt;&lt;h2 style="font-family: inherit;"&gt;Redes Sociais no Lugar dos Blogs&lt;/h2&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;No novo estudo, os resultados mostram que 73% dos adolescentes  conectados usam redes sociais, um grande salto em relação aos 55% que  usavam em 2006. Os jovens (18-29) também preferem as redes sociais como  método de comunicação. Entre este grupo, 72% confirmam que utilizam  esses serviços. Enquanto isso apenas 40% das pessoas com idade acima de  30 anos fazem o mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Mas e os Blogs? Esse meio que já foi utilizado para compartilhamento  de notícias e opiniões não é mais popular entre os adolescentes. O  motivo é simples: As redes sociais dominaram. Com a capacidade de  atualizar seu status em sites de redes sociais, a necessidade de se  comunicar usando ferramentas que permitam de maior quantidade de  conteúdo é quase inexistente. Em vez de resumir os acontecimentos do dia  em um blog, por exemplo, um adolescente pode simplesmente atualizar  várias vezes seu perfil durante o dia com os detalhes e também com o que  está acontecendo naquele momento.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;Esses envios de mensagens com pouco conteúdo, bem como as populares  mensagens de texto enviadas aos amigos pelo celular, são mais fáceis de  serem consumidas. Elas levam segundos para  serem lidas, e não minutos.  As respostas para elas também levam pouco tempo. Considerando as  centenas de amigos que as pessoas tendem a acumular pela web, se trata  de uma boa economia de tempo.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="font-family: inherit;"&gt;Declínio dos Blogs?&lt;/h2&gt;&lt;div style="font-family: inherit;"&gt;A popularidade das redes sociais é inquestionável e sua filosofia tem  tirado o desejo dos jovens para blogar, mas o estudo da Pew não vai tão  além a ponto de descobrir o motivo. Uma teoria que vale a pena ser  considerada é que os adolescentes de hoje estão sobrecarregados com  informações e simplesmente não têm mais tempo para ler longos posts.  Eles já estão bastante ocupados com várias redes sociais, emails,  mensagens instantâneas e ligações, praticamente se afogando em  ferramentas de comunicação. E quando há muito a ser consumido, o que  tende a ser deixado de fora são as coisas que mais tomam tempo: blogar,  ler blogs e deixar comentários em outros blogs.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Em nossa análise, constatamos que o ato de blogar pode não ser um hit  para os adolescentes, mas por outro lado segue crescendo e se  profissionalizando, alcançando um público intermédiario entre os  adolescentes e os adultos. A geração Y segue firme e forte blogando e  lendo blogs. E você, ainda mantém um blog ou já migrou de vez para as  atualizações de status? Nos encontramos no IRC para discutir o assunto…&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-2716986122341735386?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/2716986122341735386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/02/sera-que-blogsfera-envelheceu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/2716986122341735386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/2716986122341735386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/02/sera-que-blogsfera-envelheceu.html' title='Será que a Blogsfera envelheceu?'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-6606313781273397442</id><published>2010-01-31T15:46:00.003-02:00</published><updated>2010-01-31T15:49:14.691-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>Smells like piss, piss with ink...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;No &lt;a href="http://coturnonoturno.blogspot.com/2010/01/denuncia-como-montar-uma-pesquisa.html"&gt;Coturno Noturno&lt;/a&gt; (via &lt;a href="http://twitter.com/fhcunha"&gt;@fhcunha&lt;/a&gt; em RT de &lt;a href="http://twitter.com/BlogdoAmorim"&gt;@BlogdoAmorim&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Denúncia! Como montar uma pesquisa fajuta para desempacar a Dilma.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="post-body entry-content"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_2HFE9v9JMGY/S2SP5RX8OlI/AAAAAAAAGtU/JvamKGhwBek/s1600-h/Pesquisa+Vox.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5432625264594795090" src="http://4.bp.blogspot.com/_2HFE9v9JMGY/S2SP5RX8OlI/AAAAAAAAGtU/JvamKGhwBek/s400/Pesquisa+Vox.jpg" style="display: block; height: 144px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; &lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Na pesquisa da Vox do Lula, o segundo turno já está decidido. É ou não é uma piada fazer uma pesquisa com quatro candidatos e medir apenas um cenário?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Dá para entender a demora da Band para publicar a pesquisa da Vox Populi que a imprensa nacional simplesmente desconheceu. Deve ser vergonha na cara. Um resto que ainda resta. No site do Tribunal Superior Eleitoral está o &lt;a href="http://www.tse.jus.br/sadAdmPesqEleConsulta/procDetalhe.jsp?pesquisaIndex=6"&gt;registro &lt;/a&gt;da pesquisa. Uma amostra realizada em 122 municípios e aí está o escândalo. Os municípios foram escolhidos a dedo, meticulosamente, dentro de redutos eleitorais de partidos da base eleitoral de Lula. &lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Atenção! Denúncia 1!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Dos 122 municípios que compõem a amostra da Vox Populi, apenas 27 têm prefeituras oposicionistas, do PSDB, DEM ou PPS. Apenas 22%. A oposição elegeu 27% dos prefeitos, quase 25% mais! &lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Atenção! Denúncia 2!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Em 45 municípios, ou 37%, além das prefeituras serem governistas, não houve um só candidato da oposição. Em um terço da amostra não houve oposição nas últimas eleições municipais. &lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Atenção! Denúncia 3!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; As cidades escolhidas pela Vox Populi que têm prefeitos oposicionistas tiveram férrea disputa eleitoral ou são pequenas e inexpressivas cidades. É uma vergonha estatística. &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;Observem, por exemplo, a amostra do Rio de Janeiro, onde a Vox Populi conseguiu que Dilma Rousseff ultrapassasse José Serra.&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;As cidades escolhidas foram Campos (PMDB), Nilópolis (PP, sem oposição em 2008), Niterói (PDT), Nova Iguaçú (PT, sem oposição nas eleições de 2008), Paraíba do Sul (PMDB), Rio de Janeiro (PMDB), São João do Meriti (PR, sem oposição em 2008) e, finalmente, um município oposicionista: Resende, onde o DEM venceu uma eleição dificílima, com placar embolado. Não há município governado por tucano na amostra da pesquisa e não surpreende que Dilma esteja à frente. &lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;No Rio Grande do Sul,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; dos oito municípios, apenas um é governado pelo PSDB e em três deles não houve candidato a prefeito fora da base do governo. Seria necessário fazer um cruzamento, agora, com as obras do PAC e com aquele programa de Lula, denominado Territórios da Cidadania. &lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Em São Paulo, a manipulação é flagrante.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; A amostra tem cinco municípios, totalizando 573 mil eleitores, que são dirigidos por tucanos. Já o número de eleitores em três municípios petistas da amostra é de 1 milhão e 400 mil eleitores, incluindo Guarulhos e São Bernardo do Campo. Existem outros indícios de falcatrua das grossas. &lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Em Santa Catarina&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, montaram uma amostra de cinco municípios, apenas um tucano, onde a eleição foi acirradíssima. Em três municípios não houve oposição aos partidos da base de Lula em 2008. E o mais escandaloso: trocaram a capital Florianópolis por São José, do PSB, onde a filha do Lula é secretária de Ação Social e está entupindo a cidade de verbas federais. &lt;b&gt;O Coturno Noturno fez a sua parte. Que os comentaristas e oposicionistas façam a sua.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;....................................................................&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;Não dá para deixar de comentar a Bahia.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; A amostra é imensa e tiram dali a representatividade do Nordeste. Por acaso, são 13 cidades no estado do Jaques Wagner. Em 9 delas não houve candidato de oposição em 2008. Sabem quantos municípios governados pelo DEM na amostra? Nenhum! Isto na terra do ACM! &lt;b&gt;O mais engraçado é que escolheram um município, cujo nome é Boa Nova, onde o nome do prefeito é Toinho da Dilma.&lt;/b&gt; Nada mais simbólico para emoldurar esta pesquisa da Vox Populi.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;....................................................................&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;E o que dizer do Ceará?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Naquele estado, o PSDB fez 30% das prefeituras. Sabe quantas cidades tucanas estão na amostra da Vox Populi? Zero! Das 5 cidades, 2 são do PT e 1 do PCdoB. Melhor do que isso, só patinha de caranguejo.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;...................................................................&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;Em Minas Gerais, então, a Vox Populi chutou o balde. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;São 13 municípios na amostra, sendo que apenas dois são do DEM. Sabem quantos eleitores os municípios demos de Antonio Dias e Antônio Prado de Minas têm? Menos de 10 mil! Sabem quantos municípios não tiveram concorrência do PSDB, DEM e PPS em 2008, na amostra mineira? Cinco! E sabe quantos municípios governados pelo PSDB do governador Aécio Neves estão na amostra? Nenhum! Aliás, um! Juiz de Fora, com 370 mil eleitores, onde o PSDB elegeu o prefeito com 51% contra 48% do PT. &lt;b&gt;Melhor que isso só uma vaca desatolada!&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;..................................................................&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;strike&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;O título é um trecho do musical Sweeney Todd (dirigido por Tim Burton e estrelado por Johnny Depp), parte sobre o "Milagroso elixir do Sr. Adolfo Pirelli", um barbeiro aproveitador que vende urina com tinta e diz ser um santo remédio que cura calvicie. Certamente esse elixir cura, mas não a calvicie&lt;/span&gt;&lt;/strike&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-6606313781273397442?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/6606313781273397442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/smells-like-piss-piss-with-ink.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6606313781273397442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6606313781273397442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/smells-like-piss-piss-with-ink.html' title='Smells like piss, piss with ink...'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_2HFE9v9JMGY/S2SP5RX8OlI/AAAAAAAAGtU/JvamKGhwBek/s72-c/Pesquisa+Vox.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-3048895145355398748</id><published>2010-01-29T23:29:00.000-02:00</published><updated>2010-01-29T23:29:58.467-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>Os filmes autorais estão ameaçados com o fim da Miramax?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Por Fernando Martines no &lt;b&gt;&lt;a href="http://blogs.estadao.com.br/link/os-filmes-autorais-estao-ameacados-com-o-fim-da-miramax/"&gt;Blog do Link&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A Miramax, produtora cinematográfica que foi independente por muitos anos (mas há algum tempo foi adquirida pela Disney) e responsável por filmes como Pulp Fiction, O Paciente Inglês e pela distribuição nos EUA de Cidade de Deus, fechou as portas na quinta-feira, 28 (veja matéria sobre o assunto&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,estudio-miramax-fecha-as-portas-apos-30-anos,503295,0.htm"&gt; &lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;). Os motivos do fim da produtora não foram esclarecidos pela Disney, mas esse pode ser considerado um microcosmo de um acontecimento maior (e sim leitor do Link, relacionado com o mundo digital).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://blogs.estadao.com.br/link/files/2010/01/pulpfiction_web.jpg"&gt;&lt;img alt="pulpfiction_web" class="alignnone size-full wp-image-5816" height="265" src="http://blogs.estadao.com.br/link/files/2010/01/pulpfiction_web.jpg" width="390" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;Pulp Fiction, marco do cinema nos anos 90. E agora?&amp;nbsp;&amp;nbsp; Foto: Divulgação/Miramax&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário da indústria fonográfica, que está vendo seu lucro sumir no mesmo ritmo em que torrents com discografias inteiras são baixados, o cinema se mantém firme, conseguindo ano após ano ganhos recordes. O que vem acontecendo de tão diferente para que as duas mídias, que são parentes próximos, tenham desempenhos monetários tão diferentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro fator determinante é que é muito mais rápido e simples baixar músicas que filmes. O armazenamento é outro ponto: um tocador de mp3 pode ser comprado por R$ 50 reais e a maioria dos celulares (onipresentes) já vem com essa função. Já alocar uma filmografia é bem mais complicado, já que iPhones ou iPod Touchs (gadgets que rodam vídeos) são bem mais caros (a outra opção é entupir o HD do seu computador).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modo como se consome cada uma das mídias também influencia muito. A figura do purista da música, que vai até a loja, compra o CD, chega em casa, abre o embrulho, sente o cheiro do plástico, lê os agradecimentos do artista no encarte e onde o álbum foi mixado, e então o coloca no som e o ouve deitado no sofá olhando para o alto, está praticamente extinta. As pessoas ouvem música no metrô, enquanto trabalham, caminhando pela rua. E pra isso, um arquivo de mp3 basta. Com os filmes é diferente: é incômodo assistir um filme pelo iPhone no carro (e ainda ter que dar pause e continuar depois que se chega a aonde se estava indo). Ainda é muito comum fazer o rito do DVD, o qual consiste em chamar a namorada ou os amigos para assistir um filme na noite de sábado. Porque não fazer a mesma coisa, mas ao invés de alugar o DVD, baixa-lo no seu PC? Bom, assistir no monitor ainda não é a mesma coisa que na sua TV e as pessoas ainda não se familiarizaram com o fato que podem baixar, gravar num DVD e colocar no Home Theater.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por este motivo DVDs ainda vendem/são alugados e CDs não. E a venda de DVDs (para locadoras ou diretamente para os consumidores) ainda é a principal fonte de renda de Hollywood. Mas isso também está mudando. “No Brasil, nos últimos três anos, o total de DVDs vendidos no País para locadoras caiu 45%. Já nos EUA, a renda do entretenimento doméstico patina há um bom tempo e caiu 22% só segundo trimestre de 2009” (trecho de uma matéria que saiu ano passado no Link e que você lê&lt;strong&gt; &lt;a href="http://www.estadao.com.br/tecnologia/link/not_tec2956,0.shtm"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, com a banda larga chegando cada vez a mais lugares, com o fato dos monitores estarem virando televisões e das pessoas começarem a ver que podem ligar seu computador em suas televisões HD e assistirem os filmes que baixaram, o DVD, como seu primo CD, parece estar com os dias contados (exagero vai: anos contados).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso a indústria cinematográfica voltou décadas atrás, antes do VHS, no período em que o filme deveria se pagar e dar lucro apenas com sua bilheteria (e depois de Star Wars, com os outros produtos que gerava como bonecos, camisetas e afins).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora voltamos (finalmente!) aos motivos pelos quais a Miramax foi fechada (ou pelo menos parte dos motivos). Com as obrigações de conseguir o máximo de dinheiro com a bilheteria e com os produtos do filme, os estúdios têm apostado em duas coisas: no jogo ganho e no “inpirateável”. A primeira categoria é aquela em que os filmes já nascem bilionários. É o caso de Harry Potter, Crepúsculo, Homem-Aranha e Batman: os fãs, fanáticos e fiéis, lotam os cinemas mundo afora para que tenham uma relação muito mais intensa com a obra do que teriam se baixassem e assistissem em casa. O segundo caso é a aposta no 3D, naquilo que (ainda) não pode ser reproduzido no ambiente doméstico, o que ganhou um impulso realmente forte apenas agora, com Avatar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto, os estúdios vêm obtendo sucesso. Os lucros têm sido cada vez maiores e as bilheterias vêm batendo recordes. Em 2008 foi Batman. E agora, há poucos dias, Avatar, que superou Titanic e se tornou a maior bilheteria de todos os tempos. Mas como ficam a Miramax e as produtoras responsáveis por filmes menos espetáculos e mais autorais (os quais pouco importa assistir em casa ou no cinema)? Se não acharem um novo modelo de negócios, irão sucumbir como a empresa que possibilitou um Pulp Fiction sair do underground e atingir o mainstream. Qual é esse modelo de negócios? Eu não sei.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-3048895145355398748?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/3048895145355398748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/os-filmes-autorais-estao-ameacados-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/3048895145355398748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/3048895145355398748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/os-filmes-autorais-estao-ameacados-com.html' title='Os filmes autorais estão ameaçados com o fim da Miramax?'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-5141471414486716679</id><published>2010-01-27T22:22:00.002-02:00</published><updated>2010-01-27T23:54:40.605-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos'/><title type='text'>Menthalos traz história sadomasoquista pautada por referências</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;Por Paulo Ramos (&lt;a href="http://twitter.com/blogpauloramos"&gt;@blogpauloramos&lt;/a&gt;) no &lt;a href="http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/"&gt;&lt;b&gt;Blog dos Quadrinhos&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img align="left" alt="Menthalos. Crédito: capa cedida pelo autor" hspace="6" src="http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/images/menthaloscapa.jpg" vspace="6" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Capa do álbum nacional, que tem lançamento em São Paulo nesta quinta-feira&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;"Menthalos", que tem lançamento nesta quinta-feira em São Paulo,&amp;nbsp;marca duas estreias. No campo editorial, representa a entrada&amp;nbsp;da Annablume na área dos álbuns&amp;nbsp;nacionais. Na parte autoral, traz o primeiro roteiro em quadrinhos de Antonio Vicente Seraphim Pietroforte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Professor de Linguística e Semiótica na Universidade de São Paulo, ele construiu neste primeiro trabalho uma narrativa sadomasoquista permeada por referências de várias ordens.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Da Filosofia aos estudos da linguagem, dos quadrinhos à literatura, as citações englobam diferentes campos teóricos e ajudam a moldar a história de 80 páginas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O&amp;nbsp;sadomasoquismo, uma das referências centrais da obra, também já havia sido explorado por ele:&amp;nbsp;organizou em 2008 uma antologia&amp;nbsp;sobre&amp;nbsp;o tema em parceria com Glauco Mattoso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;***&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A tradução visual dos temas ficou a cargo de Jorge Zugliani,&amp;nbsp;que assina como&amp;nbsp;Jozz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este é o primeiro álbum dele&amp;nbsp;desde "O Circo de Lucca", publicado em 2008 pela Devir. Nesse intervalo, os quadrinhos de Jozz tem sido publicados no circuito independente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na leitura dele, "Menthalos" dialoga com o lado literário de Pietroforte, autor de romances e poemas publicados por diferentes editoras. Nesses livros, as referências também dão o tom.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Acho que o leitor se identifica com uma garota comum em foco e fica mais interessante ver como ela chega a constatações, reflexões e imagens aparentemente absurdas, mas partindo de hábitos simples do meio social", diz o desenhista.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; ***&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paulistano de 45 anos, Pietroforte está na USP desde 2002. Ele foge do estereótipo do professor tradicional da universidade. Destoa nos temas, no visual, no uso de acessórios.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O envolvimento com os quadrinhos vem desde criança. Como pesquisador, já abordou o tema em mais de um livro teórico com estudos sobre o processo de leitura das imagens.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A última obra foi lançada no fim do ano passado, também pela Annablume: "Análise Textual da História em Quadrinhos - Uma Abordagem Semiótica da Obra de Luiz Gê".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Annablume, editora onde ele&amp;nbsp;publicou muitos de seus livros, pediu a ele que pense em outros trabalhos para compor uma coleção de álbuns nacionais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="Página de Menthalos. Crédito: imagem cedida pelo autor" height="589" src="http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/images/menthalosum.jpg" width="442" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O embrião do selo de quadrinhos da Annablume é um dos temas desta entrevista com Antonio Vicente Seraphim Pietroforte, feito após sucessivas&amp;nbsp;trocas de e-mail.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As referências vistas&amp;nbsp;em "Menthalos" pautam também as respostas. Com erudição, mas sem perder a clareza própria de um docente, ele detalha suas influências para a obra.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; ***&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Blog -&amp;nbsp;Do que trata o álbum?&lt;br /&gt;Antonio Vicente Seraphim Pietroforte&lt;/b&gt; - Antes de tudo, trata-se de uma novela gráfica sadomasoquista, cuja influência principal é George Pichard, com ênfase na podolatria, influenciada, nesse tópico, por Franco Saudelli e Dennis Cramer. Contudo, como Menthalos e suas companheiras são anti-super-heróis, o diálogo com Stan Lee e a Marvel Comics é evidente. Contudo, não se trata apenas disso, há, em Menthalos, pelo menos uma tematização mítico-religiosa, quase esotérica, nas citações de Cornélios Agrippa e Robert Fludd; uma tematização musical, nas diversas citações de instrumentos musicais e músicos de jazz, em especial, do álbum Song X, de Pat Metheny e Ornette Coleman; e uma tematização metalingüística, quando os quadrinhos falam dos próprios quadrinhos, mas, ainda, quando são citados temas da semiótica, das teorias da linguagem e da lingüística moderna, como frases dos lingüistas mais importantes do século 20, Noam Chomsky e Ferdinand de Saussure – este último aparece como personagem da HQ no capítulo 6. Em síntese, o álbum trata da construção do sentido e da projeção da subjetividade erótica nesse processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Blog - É seu primeiro roteiro de quadrinhos, não? O que o levou a ele?&lt;br /&gt;Pietroforte&lt;/b&gt; - Gosto de transitar por várias linguagens, por isso, mesmo na área de Letras, estudei Semiótica, que me permite não me concentrar apenas em questões de língua e literatura. Depois de haver escrito romances, contos e poesias – trabalhos em linguagem verbal – resolvi fazer roteiros de HQs e, atualmente, estou envolvido em dois projetos: um com o Cleyton Fernandes, Maurício DeBonis, Marcus Pereira, Rodrigo Procknov e o mestre Willy Correia, todos músicos eruditos, em uma proposta de dar forma musical a poemas da literatura brasileira contemporânea; outro com a poetisa Ana Cristina Joaquim, o fotógrafo Lucas Kiler e a performer Milze K., na elaboração de um livro que combine fotos e poemas sadomasoquistas.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Blog - Você tem trabalhos de análises semióticas de histórias em quadrinhos em mais de um livro. Uma pergunta dividida em duas: 1) você sente na USP e fora dela algum olhar torto sobre o tema?;&amp;nbsp;&amp;nbsp;2) como acha que será visto pelos pares agora que é roteirista de quadrinhos?&lt;br /&gt;Pietroforte&lt;/b&gt; - Não sinto, não, a universidade está aberta a estudar canções populares, histórias em quadrinhos, cinema, etc; o preconceito contra essas linguagens já acabou faz tempo.&amp;nbsp;Meus pares, meus amigos continuarão me vendo como sempre viram. A universidade é habitada por todos os tipos de pessoas, o professor sisudo e mergulhado apenas nas gramáticas e no cânone literário conservador é apenas um estereótipo. Os poetas Horácio Costa e Jaa Torrano são professores da USP, basta ler os livros de poemas "Homoeróticas e Paulistanas", do Horácio, e "A Esfera e os Dias", do Torrano, para confirmar o quanto eles podem ser bem "malucos".&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Blog - Qual a sua leitura do momento atual dos quadrinhos nas universidades brasileiras?&lt;br /&gt;Pietroforte&lt;/b&gt; - O que eu noto, às vezes, por parte dos alunos interessados no tema, é certo desconhecimento da história da história em quadrinhos e uma concentração em quadrinhos americanos de super-heróis e mangás. Como é quase só isso que circula nas bancas, fica bem difícil acessar artistas como Winsor Maccay, Goerge Herriman, Andrea Pazienza, Vuillemin; no erotismo, o mercado está bastante restrito ao Milo Manara, falta material do George Pichard e do Franco Saudelli, até mesmo do Guido Crepax, muita coisa está esgotada; no quadrinho nacional, pouca gente se lembra de Jayme Cortez, Júlio Shimamoto, Flávio Colin, Luiz Gê.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="Página dupla de Menthalos. Crédito: imagem cedida pelo autor" height="294" src="http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/images/menthalosdois.jpg" width="442" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Blog - Há algum outro projeto semelhante em pauta?&lt;br /&gt;Pietroforte&lt;/b&gt; - Tenho mais três roteiros de histórias em quadrinhos, estou tentando convencer o Jozz para desenhar o segundo. Além disso, eu e o Jozz estamos coordenando a coleção "Em quadrinhos", do selo [e]xperimental, da editora Annablume, cujo projeto é editar os novos autores do quadrinho brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Blog - Queria que aprofundasse sobre do que se trata o selo “Em quadrinhos". Como funciona na prática a seleção das obras e o que foi conversado com a editora?&lt;br /&gt;Pietroforte&lt;/b&gt; - Dentro da Annablume, os selos Demônio Negro e [e]xperimental cuidam de divulgar a literatura contemporânea – o selo Demônio Negro edita escritores com mais tempo de carreira, como o Augusto de Campos, o Horácio Costa e o Glauco Mattoso; o selo [e]xperimental, escritores mais recentes – dentro dessa proposta de divulgação da literatura contemporânea, surgiu a idéia, até em função da publicação de Menthalos, de fazer também um selo que editasse quadrinhos da nova geração. O Vanderley Mendonça, responsável pelo Demônio Negro, já foi editor de quadrinhos; o Zé Roberto, editor da Annablume, está dando bastante força para o projeto; o Jozz, que está no selo “[e]m quadrinhos” junto comigo, conhece bastante a nova geração de quadrinistas brasileiros. Por enquanto, temos apenas projetos para o futuro; queremos lançar, pelo menos, um álbum por semestre.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;***&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Serviço - Lançamento de "Menthalos". Quando: nesta quinta-feira (28.01). Horário: 19h30. Onde: HQMix Livraria. Endereço: Praça Roosevelt, 142, centro de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-5141471414486716679?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/5141471414486716679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/menthalos-traz-historia-sadomasoquista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5141471414486716679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5141471414486716679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/menthalos-traz-historia-sadomasoquista.html' title='Menthalos traz história sadomasoquista pautada por referências'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-5343239810027081162</id><published>2010-01-25T15:02:00.000-02:00</published><updated>2010-01-25T15:02:10.839-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><title type='text'>Pagando pelo jornal on-line</title><content type='html'>Sim, isso mesmo. Mas não no Brasil. O jornal New York Times anunciou recentemente que sua versão on-line agora será paga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anuciada na última quarta feira (20/01), a notícia surgiu indicando a política para a crise que a mídia norte americana vem sofrendo. Com a constante queda da lucratividade na venda de jornais impressos pela fuga do público para a internet, a mídia estadunidense estava em busca de meios para se fortalecer novamente e re-arrebanhar assinantes.O novo modelo ainda não está perfeitamente explicado. Segundo o próprio jornal, o usuário terá uma cota mensal de acessos gratis e os assinantes do jornal impresso terão total acesso ao conteúdo cibernético. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que esse modelo seja bem explicado antes da implantação (programada para 2011) o jonal se abriu para receber perguntas para que elas sejam publicadas e esclarescidas no próprio site. Aos poucos a consulta a esse vai esclarescer como e quando exatamente isso vai acontecer. Algumas perguntas e suas respectivas respostas já foram publicadas &lt;a href="http://mediadecoder.blogs.nytimes.com/2010/01/21/talk-to-the-times-answers-about-charging-online/?hp"&gt;aqui&lt;/a&gt; e nesse mesmo local serão gradualmente publicadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-5343239810027081162?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/5343239810027081162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/pagando-pelo-jornal-on-line.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5343239810027081162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5343239810027081162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/pagando-pelo-jornal-on-line.html' title='Pagando pelo jornal on-line'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-6842528891503204023</id><published>2010-01-25T07:00:00.001-02:00</published><updated>2010-01-25T15:04:41.334-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto um curta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='textos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Conto um Curta #6 - A Metamorfose</title><content type='html'>Hoje, trago aqui a adaptação de A Metamorfose de Fraz Kafka. Tive alguns problemas com esse post. Não consegui encontrar esse vídeo com legendas em português, por esse motivo o mesmo está em sua língua orignal, o espanhol. Acredito que não haverá grande dificuldade em entender: eu mesmo consegui entender bem o curta apesar de que meu contato com o espanhol não vá além de Carlos Gardel e Buena Vista Social Club. Espero que tudo corra bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conto: A Metamorfose, de Franz Kafka&lt;br /&gt;Curta: A Metamorfose, de Fran Estévez&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.gutenberg.org/files/22367/22367-h/22367-h.htm"&gt;Leia o conto original (em alemão)&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.scribd.com/doc/3568921/A-metamorfose-Franz-Kafka" style="display: block; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; margin: 12px auto 6px; text-decoration: underline;" title="View A metamorfose - Franz Kafka on Scribd"&gt;A metamorfose - Franz Kafka&lt;/a&gt; &lt;object data="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" height="500" id="doc_936917970389066" name="doc_936917970389066" style="outline-color: -moz-use-text-color; outline-style: none; outline-width: medium;" type="application/x-shockwave-flash" width="470"&gt;  &lt;param name="movie" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf"&gt;&lt;param name="wmode" value="opaque"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#ffffff"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;param name="FlashVars" value="document_id=3568921&amp;access_key=key-1z25wfjld6rvf9d6h93t&amp;page=1&amp;viewMode=list"&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui uma versão em quadrinhos por Peter Kuper, pela Editora Conrad.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.scribd.com/doc/18268064/A-Metamorfose" style="display: block; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; margin: 12px auto 6px; text-decoration: underline;" title="View A Metamorfose on Scribd"&gt;A Metamorfose&lt;/a&gt; &lt;object data="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" height="500" id="doc_537014853163412" name="doc_537014853163412" style="outline-color: -moz-use-text-color; outline-style: none; outline-width: medium;" type="application/x-shockwave-flash" width="470"&gt;  &lt;param name="movie" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf"&gt;&lt;param name="wmode" value="opaque"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#ffffff"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;param name="FlashVars" value="document_id=18268064&amp;access_key=key-rqx6lfl7fjjuhuaj5aj&amp;page=1&amp;viewMode=list"&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendo a vizualização do curta por &lt;a href="http://flocos.tv/curta/metamorfose/"&gt;esse site&lt;/a&gt;. Mas aqui vai, via YouTube:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/m3No4QTZkYA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/m3No4QTZkYA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="265" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/lIqX7wm_ZOI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/lIqX7wm_ZOI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="320" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-6842528891503204023?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/6842528891503204023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/conto-um-curta-6-metamorfose.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6842528891503204023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6842528891503204023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/conto-um-curta-6-metamorfose.html' title='Conto um Curta #6 - A Metamorfose'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-4007153555020295179</id><published>2010-01-23T11:32:00.000-02:00</published><updated>2010-01-23T11:32:03.767-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><title type='text'>Revolução Digital: o fim da escassez de informação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;Do &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/01/22/revolucao-digital-o-fim-da-escassez-de-informacao/?utm_source=twitterfeed&amp;amp;utm_medium=pingfm"&gt;Blog do Pedro Dória&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Se eu fosse um estudante de história, hoje, com mestrado ou doutorado à frente, me dedicaria a examinar a Europa no século entre 1450 e 1550.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, antes, um pulo ao presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é difícil explicar como as tecnologias digitais viraram o mundo de cabeça para baixo. Começa com um conceito econômico básico: escassez. Se há demanda por um bem escasso, haverá gente disposta a pagar para tê-lo. A indústria que lida com informação – não só jornais como cá o Estado, mas também livros, música, cinema e tantos outros – se baseava na escassez de dois bens. Fazer cópia de informação – livro, disco, filme – era caro. E distribuir a informação copiada para vários pontos de uma cidade, estado ou país, era igualmente caro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tecnologias digitais, a internet entre elas, jogou o preço no chão. Não é de graça – banda larga, afinal, tem lá seu custo, computador e celular de ponta também – mas comparado ao que havia antes, é quase de graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avatar custou 500 milhões de dólares para ser feito. É um filme particularmente caro. O problema é que filmes como Atividade Paranormal – 15.000 dólares – são também exceção, não regra. O preço de um bom filme está, no mínimo, na casa dos centenas de milhares. Sempre foi caro. Cidadão Kane, de 1941, saiu por 690.000 dólares (dá uns 10 milhões ajustando pela inflação). Mesmo o cinema independente: O Acossado, de Jean-Luc Godard, custou 82.000 dólares em 1960, 587.000 em dinheiro atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tecnologia digital barateou equipamento, mas gente continua precisando de dinheiro. Bom fotógrafo, iluminador, figurinista. O que dá a um filme uma certa estética à qual nos habituamos é um conjunto grande de profissionais. El Mariachi custou 7.000 dólares em 1992. É um excelente filme B e lançou seu diretor, de Robert Rodriguez, para a fama. (Rodriguez fez de tudo nas filmagens.) Seu segundo filme, Desperado, saiu por 7 milhões. Bons filmes podem ser feitos por muito pouco, mas a economia tem efeitos imediatos na estética. Se, em algum momento, a indústria do cinema for incapaz de pagar pela produção, passaremos a ter filmes fundamentalmente diferentes. Nenhum juízo de valor aqui. Mas algo terá sido perdido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que sempre pagou o preço foi a exploração do fato de que copiar e distribuir era caro. Eram poucos os lugares nos quais se podia ver um filme. Com controle quase total sobre quem copiava e distribuía, muita gente fez fortunas ainda que pagando altos custos de produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um elemento ainda protege a indústria do cinema. Os arquivos são grandes. As gravadoras foram duramente atingidas por volta de 2000, no momento em que modems mais rápidos e o início da banda larga fizeram com que a transferência de arquivos de música pela rede se desse em poucos minutos. E banda larga, evidentemente, aumenta de capacidade a cada ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinema é só um exemplo. Toda indústria que lida com informação está sendo atingida de uma forma ou de outra. Não é a primeira vez que algo assim ocorre. A imprensa de Johannes Gutenberg entrou em operação no ano de 1450. Não teve repercussão imediata na vida de seu criador, que morreu falido. Mas espalhou-se pela Europa toda nas décadas seguintes, barateando violentamente o preço da cópia de informação. Um século após, o continente estava completamente transformado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos livros e ensaios foram escritos para tratar dos efeitos da tecnologia de impressão. São amplamente conhecidos. Mas apenas um livro – The Printing Press as an Agent of Change, de Elizabeth Eisenstein – foi escrito para tratar das ansiedades e desconfianças do momento em que a mudança ainda estava ocorrendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o período fascinante em que vivemos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-4007153555020295179?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/4007153555020295179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/revolucao-digital-o-fim-da-escassez-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4007153555020295179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4007153555020295179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/revolucao-digital-o-fim-da-escassez-de.html' title='Revolução Digital: o fim da escassez de informação'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-1907293196393116450</id><published>2010-01-14T13:30:00.001-02:00</published><updated>2010-01-15T10:35:44.151-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Top 10 - Amor é a pauta</title><content type='html'>Mas que coisa linda! Será que alguém apaixonado acessa isso? Seja você, apaixonado, quem for (se é que você existe), é para você que dedico esse post que vai do amor cor de rosa ao amor opaco, sem se esquecer do amor vermelho (nem que seja pelas manchas de sangue).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estive pensando por esses dias como a música tem o poder de expressar o amor nas mais variadas formas que ele existe. Nesse caso resolvi forçar minha mente a me lembrar de algumas músicas com tipos bastante peculiares de amor. Dessa bagunça sai essa postagem. Não pretendo ficar explicando, listas não se explicam. Vamos lá:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="391" height="40"&gt; &lt;param name="movie" value="http://listen.grooveshark.com/songWidget.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="window"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="flashvars" value="hostname=cowbell.grooveshark.com&amp;widgetID=18901143&amp;style=metal&amp;p=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://listen.grooveshark.com/songWidget.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="40" flashvars="hostname=cowbell.grooveshark.com&amp;widgetID=18901143&amp;style=metal&amp;p=0" allowScriptAccess="always" wmode="window"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;10 - 500 miles, Toy Dolls&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/9SiIDDoN4lM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/9SiIDDoN4lM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;09 - Venus, Air&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/zyp5-5lXZE8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/zyp5-5lXZE8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;08 - Cotidiano, Chico Buarque (por Arnaldo Antunes)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/RFKUGk-m5Hg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/RFKUGk-m5Hg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;07 - I Just Don't Know What To Do With Myself, White Stripes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="40"&gt; &lt;param name="movie" value="http://listen.grooveshark.com/songWidget.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="window"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="flashvars" value="hostname=cowbell.grooveshark.com&amp;widgetID=18901221&amp;style=metal&amp;p=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://listen.grooveshark.com/songWidget.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="40" flashvars="hostname=cowbell.grooveshark.com&amp;widgetID=18901221&amp;style=metal&amp;p=0" allowScriptAccess="always" wmode="window"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;06 - The Obsesive Devotion, Epica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/3rV48u-3f1A&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/3rV48u-3f1A&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;05 - Sus Ojos se Ceraron, Carlos Gardel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/Lw1ofTgPtc4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/Lw1ofTgPtc4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;04 - We Three, Patti Smith&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/hebK6v1D4zA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/hebK6v1D4zA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;03 - ¿Y Tú Qué Has Hecho?, Buena Vista Social Club&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/QB2Ik6iGKHA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/QB2Ik6iGKHA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;02 - Roxane, The Police&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/lBp5rN5Q4U0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/lBp5rN5Q4U0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;01 - Chão de Estrelas, Silvio Caldas e Orestes Barbosa: Conheci e recomendo essa música cantada por Nelson Golçalves, que sabe com aquela voz única dar toda a melancolia e dramaticidade necessária para cantar essa música.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-1907293196393116450?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/1907293196393116450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/top-10-amor-e-pauta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/1907293196393116450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/1907293196393116450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/top-10-amor-e-pauta.html' title='Top 10 - Amor é a pauta'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-5451778247376311578</id><published>2010-01-10T17:38:00.000-02:00</published><updated>2010-01-10T23:21:32.847-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><title type='text'>Lulina - Cristalina</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_RLRRh1e3jng/Sy133WZ19JI/AAAAAAAAAJk/YVBLIZoX_yA/s1600/cristalina.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_RLRRh1e3jng/Sy133WZ19JI/AAAAAAAAAJk/YVBLIZoX_yA/s400/cristalina.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Falar em Lulina não tem sido difícil, todos falam dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nordestina de Olinda, Luciana Lins é um dos grandes destaques da música brasileira dessa passagem de ano. Ao invés de tecer um longo comentário sobre seu disco, achei interessante criar uma colcha de retalhos com artigos ou pedações deles que definam bem a cantora e suas cantigas.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://polarlog.files.wordpress.com/2009/08/lulina1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://polarlog.files.wordpress.com/2009/08/lulina1.jpg" width="242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Tive meu primeiro contato com Lulina por acaso passeando pelo controle remoto quando parei na MTV. Minha primeira vez com ela foi ao som de "Meu Príncipe". Como maioria das músicas indie, a primeira impressão foi negativa. Teci inúmeras críticas sem que sobesse realmente do que falava. Foi quando, passeando pela internet nesse último (corrido) mês, comecei a ver artigos e mais artigos elogiando essa garota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos primeiros a chamar minha atenção foi, por acaso, &lt;a href="http://www.oesquema.com.br/urbe/2009/12/23/10-melhores-discos-nacionais-de-2009.htm"&gt;um artigo&lt;/a&gt; que está aqui neste blog indicado &lt;a href="http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/os-melhores-de-2009-e-da-decada.html"&gt;nesse post&lt;/a&gt; destacado como um dos 10 melhores discos lançados em 2009 no Brasil. Por se tratar de um blog de minha confiança, comecei a contestar a mim mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje então procurarando por algo pela internet para me destrair e me deparei com esse mesmo bendito disco na &lt;a href="http://www.maissoma.com/2010/1/8/lulina-cristalina"&gt;Revista +Soma&lt;/a&gt; indicado. Resolvi ler o artigo:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ouvir as 18 faixas de "Cristalina" é embarcar numa curiosa viagem ao mundo de Lulina, também conhecido como “Lulilândia”. Difícil ficar indiferente. A imersão ocorre quase sem querer. Quando se dá conta, o ouvinte se pega sorrindo ao escutar as letras, batendo o pé ao ritmo contagiante das canções e sentindo um friozinho na barriga por causa da voz suave de menina, que conquista até o mais duro dos machões. O álbum, apesar de altamente psicodélico, seja pelas letras surreais ou pelas texturas sonoras pouco comuns, não demanda grande sacrifício para ser compreendido, pois é pop na essência. Composto por rimas fáceis e acordes simples de violão, além de referências que passam por Júpiter Maçã, Pato Fu, Os Mutantes e até mesmo Raul Seixas, o álbum flui sem maiores solavancos, com direito a vários momentos geniais, boas sacadas e inteligência ímpar. Lulina, alcunha de Luciana Lins, pernambucana de Recife radicada em São Paulo, lançou quase uma dezena de discos caseiros distribuídos em CD-R antes do álbum oficial, uma compilação das melhores canções dos discos anteriores, agora gravadas de forma mais profissional, daí o título "Cristalina". Apesar de um tanto longo, percebe-se que o trabalho foi dividido em duas partes: a primeira, que vai até a nona faixa, aposta nas canções mais fofas e folclóricas de Lulina, enquanto o restante segue uma linha mais ácida, permeada por uma fina ironia. São dois lados que se completam, fazendo desse álbum um dos grandes destaques do ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;Foi então que resolvi buscar mais informações e dar-me uma nova chance de conhecer essa artista. Ao buscar por suas músicas no YouTube, me chamaram a atenção alguns vídeos. São de uma série de vídeos de um blog chamado &lt;a href="http://donttouchmymoleskine.wordpress.com/2009/10/08/cafofo-sessions-lulina/"&gt;Don't Touch My Moleskine&lt;/a&gt;, aqui estão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/wfwZft8X80g&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/wfwZft8X80g&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/bimtWlfnaio&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/bimtWlfnaio&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi então que eu me decidi ir de uma vez atrás das músicas dessa jovem cantora. No &lt;a href="http://www.myspace.com/lulina"&gt;MySpace de Lulina&lt;/a&gt; me deparo com um texto de Xico Sá &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[jornalista que me admira muito o trabalho]&lt;/span&gt; que dizia, entre outras coisas,:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Não há GPS no amor, tampouco há um guia confiável nos becos da Lulilândia, uma terra mais de se perder do que se virar, depois não diga que não fiz a advertência, lesado moço matuto de novidades. Passeio ideal para um flâneur, com requinte e alma de cachorro magro de tão besta e livre, bons panos, lenço no pescoço, mas sem frescura de dândi, pode ser mulher ou pode ser homem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;E mais a frente:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E se você gostar e lá ficar? Esqueça coisa besta de utopia, né isso não, seu coiso, tolinho, é só poesia como grama, relva, e formigas nem tão gigantes assim que se alimentam do bolo final do picnic dos amores tamanho P, M ou G. Sabe essas coisas que acabam? Na Lulilândia parecem que duram só mais um pouco, pra viciar a criatura, arte de um cupido traficante de doces e esperas cristalinas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;Depois desses inúmeros argumentos à favor e grandes elogios, me rendi ao som&amp;nbsp; da jovem. Vale a pena!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-5451778247376311578?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/5451778247376311578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/lulina-cristalina.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5451778247376311578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5451778247376311578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/lulina-cristalina.html' title='Lulina - Cristalina'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_RLRRh1e3jng/Sy133WZ19JI/AAAAAAAAAJk/YVBLIZoX_yA/s72-c/cristalina.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-5501828284353948684</id><published>2010-01-01T11:55:00.000-02:00</published><updated>2010-01-01T11:55:11.247-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='textos'/><title type='text'>Feliz Ano Novo!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;Receita de ano novo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Para você ganhar belíssimo Ano Novo&lt;br /&gt;cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,&lt;br /&gt;Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido&lt;br /&gt;(mal vivido talvez ou sem sentido)&lt;br /&gt;para você ganhar um ano&lt;br /&gt;não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,&lt;br /&gt;mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;&lt;br /&gt;novo&lt;br /&gt;até no coração das coisas menos percebidas&lt;br /&gt;(a começar pelo seu interior)&lt;br /&gt;novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,&lt;br /&gt;mas com ele se come, se passeia,&lt;br /&gt;se ama, se compreende, se trabalha,&lt;br /&gt;você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,&lt;br /&gt;não precisa expedir nem receber mensagens&lt;br /&gt;(planta recebe mensagens?&lt;br /&gt;passa telegramas?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não precisa&lt;br /&gt;fazer lista de boas intenções&lt;br /&gt;para arquivá-las na gaveta.&lt;br /&gt;Não precisa chorar arrependido&lt;br /&gt;pelas besteiras consumidas&lt;br /&gt;nem parvamente acreditar&lt;br /&gt;que por decreto de esperança&lt;br /&gt;a partir de janeiro as coisas mudem&lt;br /&gt;e seja tudo claridade, recompensa,&lt;br /&gt;justiça entre os homens e as nações,&lt;br /&gt;liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,&lt;br /&gt;direitos respeitados, começando&lt;br /&gt;pelo direito augusto de viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ganhar um Ano Novo&lt;br /&gt;que mereça este nome,&lt;br /&gt;você, meu caro, tem de merecê-lo,&lt;br /&gt;tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,&lt;br /&gt;mas tente, experimente, consciente.&lt;br /&gt;É dentro de você que o Ano Novo&lt;br /&gt;cochila e espera desde sempre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-5501828284353948684?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/5501828284353948684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/feliz-ano-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5501828284353948684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5501828284353948684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2010/01/feliz-ano-novo.html' title='Feliz Ano Novo!'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-4266855574258100662</id><published>2009-12-31T00:13:00.000-02:00</published><updated>2009-12-31T00:13:34.081-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><title type='text'>Os melhores de 2009 e da década</title><content type='html'>Nada como um final de ano para pipocarem as listas de melhores issos e aquilos do ano. Mas dessa vez é diferente. As pessoas estão se esquecendo que nossa presente década acaba com o fim do ano que vem, e já começam a soltar as lista de melhores alguma coisa da década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora as picuinhas e rabugices do blogueiro, a proposta é ousada, e, nem que seja para chingar um pouco, vale olhar. Aqui vão algumas que eu encontrei por aí:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;O blog URBe listou os &lt;a href="http://www.oesquema.com.br/urbe/2009/12/24/melhores-shows-de-2009.htm"&gt;10 melhores shows de 2009&lt;/a&gt; e os &lt;a href="http://www.oesquema.com.br/urbe/2009/12/23/10-melhores-discos-nacionais-de-2009.htm"&gt;10 melhores discos nacionais de 2009&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Já seu companheiro Trabalho Sujo listou os &lt;a href="http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/tag/os-100-melhores-discos-dos-anos-00"&gt;100 melhores discos dos anos 00&lt;/a&gt; e as &lt;a href="http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/tag/as-300-melhores-musicas-dos-anos-00"&gt;300 melhores músicas dos anos 00&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O jornal The Guardian listou &lt;a href="http://ricardolombardi.ig.com.br/os-melhores-livros-de-gastronomia-da-decada-segundo-o-guardian"&gt;os melhores livros de gastronomia da década&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.chicagotribune.com/entertainment/zap-top-10-pirated-movies,0,4893766.photogallery"&gt;Os 10 filmes mais pirateados em 2009&lt;/a&gt;, pelo Chicago Tribune;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.telegraph.co.uk/culture/books/6866648/Bestselling-authors-of-the-decade.html"&gt;Os 100 autores que mais venderam na década&lt;/a&gt;, pelo Telegraph;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O blog Freak Show Business elegeu e detalhou &lt;a href="http://freakshowbusiness.com/2009/10/20/anos-00-top-10-videoclipes-mais-influentes-2000-2009/"&gt;os 10 clipes mais influentes da década&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tem até &lt;a href="http://www.putsgrilo.com/curiosidades/bizarro-incriveis-imagens-de-raios-x/"&gt;as 10 radiografias mais bizarras da década&lt;/a&gt; (esqueceram daquele garoto das agulhas na Bahia);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Para os que gostam de esportes, &lt;a href="http://www.atrevidax.com/2009/12/as-10-piores-trapacas-do-esporte-em.html"&gt;as 10 piores trapaças no esporte em 2009&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.elochannel.com/2009/12/veja-as-frases-mais-marcantes-do.html"&gt;As frases mais marcantes no Twitter em 2009&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;No mundo da música, &lt;a href="http://dibobeirananet.blogspot.com/2009/12/top-10-artistas-mais-ouvidos-em-2009.html"&gt;os 10 mais ouvidos de 2009&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Para os amantes das máquinas, &lt;a href="http://www.gargalhando.com/2009/12/18/os-carros-mais-vendidos-do-brasil-2009/"&gt;os 10 carros mais vendidos no Brasil em 2009&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Em homenagem ao pessoal da comunicação, &lt;a href="http://ralsj.com/15-propagandas-bizarras-de-2009/"&gt;as 15 propagandas mais bizarras de 2009&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Aos fãs das fofocas, &lt;a href="http://blogando-noticias.blogspot.com/2009/12/top-10-gafes-de-personalidades-do-ano.html"&gt;as 10 maiores gafes de personalidades de 2009&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tem também &lt;a href="http://oglobo.globo.com/blogs/gibizada/posts/2009/12/28/as-melhores-hqs-de-2009-253075.asp"&gt;os melhores lançamentos em quadrinhos de 2009&lt;/a&gt;, no Gibizada &lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Para aqueles que adoram video-game, &lt;a href="http://www.fliperamablog.com/post/2910/conheca-as-15-cosplays-mais-sexys-de-2009"&gt;os 15 cosplays mais sexys de 2009&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Esses foram alguns tops que eu encontrei. Deliciem-se.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-4266855574258100662?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/4266855574258100662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/os-melhores-de-2009-e-da-decada.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4266855574258100662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4266855574258100662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/os-melhores-de-2009-e-da-decada.html' title='Os melhores de 2009 e da década'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-5335287424380187847</id><published>2009-12-27T00:24:00.000-02:00</published><updated>2009-12-27T01:02:44.117-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>O homem invisível</title><content type='html'>Essas imagens são de um chinês maluco chamado Liu Bolin. Vi &lt;b&gt;&lt;a href="http://designyoutrust.com/2009/12/26/invisble-man/"&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você consegue encontrar o "homem invisível"? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.keepinspiring.me/wp-content/uploads/2009/12/real-invisible-man8.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="258" src="http://www.keepinspiring.me/wp-content/uploads/2009/12/real-invisible-man8.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.keepinspiring.me/wp-content/uploads/2009/12/real-invisible-man4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="258" src="http://www.keepinspiring.me/wp-content/uploads/2009/12/real-invisible-man4.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.keepinspiring.me/wp-content/uploads/2009/12/real-invisible-man10.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="258" src="http://www.keepinspiring.me/wp-content/uploads/2009/12/real-invisible-man10.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.keepinspiring.me/wp-content/uploads/2009/12/liu5-550x450.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="327" src="http://www.keepinspiring.me/wp-content/uploads/2009/12/liu5-550x450.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Mais insanidades &lt;a href="http://www.keepinspiring.me/2009/12/invisble-man-by-liu-bolin/"&gt;&lt;b&gt;AQUI&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-5335287424380187847?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/5335287424380187847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/o-homem-invisivel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5335287424380187847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5335287424380187847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/o-homem-invisivel.html' title='O homem invisível'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-7875016237086008284</id><published>2009-12-26T13:01:00.000-02:00</published><updated>2009-12-26T13:01:17.534-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Japandroids - Post Nothing</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://weeklytapedeck.files.wordpress.com/2009/04/japandroids.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://weeklytapedeck.files.wordpress.com/2009/04/japandroids.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;É dificil arranjar uma definição para esse disco. Então vamos aos rodeios antes de, de fato, chegar ao disco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.straight.com/files/images/MUS_Japandroids_2160.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.straight.com/files/images/MUS_Japandroids_2160.jpg" width="267" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Japandroids é uma banda formada por dois caras: Brian King na guitarra e David Prowse na bateria. De fato não são muito comuns banda com apenas dois integrantes. Isso me faz lembrar de duas bandas &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[das quais gosto muito, por acaso]&lt;/span&gt; que seguem essa idéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira delas não é difícil de lembrar. Os &lt;i&gt;White Stripes&lt;/i&gt; são apenas dois: Jack e Maggie White. Coincidentemente uma guitarra e uma bateria. Talvez seja essa a prova de que, com criatividade, uma banda consiga, sim, preencher a lacuna de um contrabaixo usando inteligentemente sua guitarra. Mas essa não é uma tarefa fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar nos &lt;i&gt;White Stripes&lt;/i&gt; é pensar em dois pseudo-caupiras sendo um deles o vocalista sem noção com uma voz bastante peculiar no meio de um som e temas bastante citadinos &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[por favor, não me intendam mal... Foi só uma forma simplória que encontrei para tentar traduzir a imagem que tenho deles.]&lt;/span&gt;. Com uma sonoridade bastante particular e linhas bastante simples (como a de Seven Nation Army, por exemplo) eles conquistaram seu lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra banda que me vem em mente é &lt;i&gt;Air&lt;/i&gt;. Dois franceses com seus sintetizadores e mais alguma coisinhas montam um disco inteiro inconfundível e especialmente pecualiar. Air prima por uma sensibilidade diferente em suas músicas. Seja nas letras simples e, geralmente, românticas, deixam toda a sua genialidade cuidar das melodias. Algumas das músicas chegam a ter pouquíssimas frases como &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=2U3qcwWAHco"&gt;&lt;i&gt;Mer du Japon&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; (&lt;i&gt;J'en perds la raison&lt;/i&gt;/&lt;i&gt;dans la mer du Japon&lt;/i&gt;//Eu perdi a razão/no mar do Japão) e é especialmente nessas músicas que as melodias se iluminam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://farm4.static.flickr.com/3433/3926438963_27bb7d3036.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://farm4.static.flickr.com/3433/3926438963_27bb7d3036.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Essa foto foi tirada do &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/560/3926438963/sizes/o/"&gt;Flickr&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mas &lt;i&gt;Japandroids&lt;/i&gt; não tem, sonoramente, praticamente nada em comum com essas bandas. Então por que toda essa procissão para chegar até aqui? Na verdade, a procissão ainda não terminou. Vem comigo, preciso da sua fé. Depois das análises, digamos, morfológicas da banda, vamos ao que interessa: o som deles. Como se pode definir o som desses caras?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de falar do som deles, vou falar do som de outra banda: &lt;i&gt;Sonic Youth&lt;/i&gt;. Já sei, pensa você, é mais um daqueles &lt;i&gt;indies&lt;/i&gt; nojentos que ficam fazendo barulho, pagando pau pro &lt;i&gt;Sonic Youth&lt;/i&gt; e gritando sem nem conseguir chegar aos pés dos caras. Desculpe-me por te contrariar, mas não é beeeeem assim, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;i&gt;Sonic Youth&lt;/i&gt; é uma banda que surgiu com uma proposta de som muito interessante. A meu ver, barulho, para eles, é tão música quanto qualquer outro tipo de música. Não vamos levar a palavra barulho para um sentido pejorativo, por favor. Com acordes dissonantes e muuuuuuuuita criatividade esses caras arranharam os ouvidos da crítica e conseguiram mostrar o que a música clássica já tinha descoberto: som, seja ele qual for, pode ser transformado em música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles ainda foram bonzinhos, não se aventuraram a colocar sons alheios aos de seus instrumentos nas música. Mas não é disso que eu quero falar, não vamos perder nosso foco. Dessa vez podemos pensar em um processo que eu vou chamar erradamente de inverso ao processo de contrução musical da banda &lt;i&gt;Air&lt;/i&gt;. Tal banda, &lt;i&gt;Sonic Youth&lt;/i&gt;, buscou contruir letras significativas, sem complexidade e primar "menos" pelo sonoro. Mas primar "menos" pelo sonoro não quer dizer que seja mais simples ou menos bem feito, eles criam uma maneira de que o som se torne, à primeira "imagem", desagradavel; ou, no mínimo, diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os &lt;i&gt;Japandroids&lt;/i&gt; fazem letras como como &lt;i&gt;Air&lt;/i&gt;, e um som que se aproxima do &lt;i&gt;Sonic Youth&lt;/i&gt; (sem ser, assim, menos original ou considerado como uma clara influência da banda).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site &lt;i&gt;&lt;a href="http://pitchfork.com/reviews/albums/12965-post-nothing/"&gt;Pitchfork&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; ao falar da banda começa dizendo que não se trata de um &lt;i&gt;teen-pop&lt;/i&gt;, mas talvez de &lt;i&gt;tween-pop&lt;/i&gt; &lt;span style="color: #999999;"&gt;[no inglês a palavra tween (que surge da palavra between) designa, nesse caso, pessoas com idade entre 11 e 14 anos aproximadamente. Aqui no Brasil, são os nossos conhecidos pré-adolescentes]&lt;/span&gt;. Numa primeira vista isso parece ser uma análise negativa, mas não é. O disco, avaliado pelo site com nota 8.3, parece na verdade um encontro entre dois amigos que decidiram fazer uma &lt;i&gt;jam&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://blog.kexp.org/blog/files/2009/02/japandroids.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://blog.kexp.org/blog/files/2009/02/japandroids.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja essa uma definição interessante. O título &lt;i&gt;Post-Nothing&lt;/i&gt; parece quere sugerir isso: um som que surgiu de lugar nenhum, uma simples brincadeira de dois amigos. É arriscado afirmar isso categoricamente, mas você que ouviu o disco há de concordar comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disco começa emblemático e, contariamente ao que o &lt;i&gt;Pitchfork&lt;/i&gt; diz, muito maduro. Sim, essa coisa de &lt;i&gt;tween-pop&lt;/i&gt; é só aparência. &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=jdX_V4h4zH4"&gt;&lt;i&gt;The Boys Are Leaving Town&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; afirma "Os garotos estão deixando suas casas" (que é o próprio título da música) e completa "Nós vamos encontrar nosso caminho de volta para casa?". Esses &lt;i&gt;tweens&lt;/i&gt; já cresceram e estão se tornando independentes. Adeus papai e mamãe. Será que um dia eles voltarão ao lar, será que essa escolha é reversível? "Eu não sei", diz a música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra não falar que eu estou sendo tendencioso, a segunda música, &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=jOoHAbnhxNI"&gt;&lt;i&gt;Young Hearts Spark Fire&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; (Corações Jovens "Fagulham" Fogo), deixa claro "Nós acabamos com aquela vida antiga, como acabamos com o vinho". Essa vida de pré-adolescente acabou. Acabou pois tinha que acabar, por que tudo tem um fim. "Nós éramos acostumados a sonhar, agora temos medo de morrer".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é &lt;i&gt;tween&lt;/i&gt;, mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente eles são bem mais que só garotos que estão saindo de casa pela primeira vez. Mais que sair de casa, essas pessoas estão fadadas a viver. Talvez seja isso que essa música irradie para seu ouvinte: &lt;b style="color: red;"&gt;vida&lt;/b&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-7875016237086008284?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/7875016237086008284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/japandroids-post-nothing.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/7875016237086008284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/7875016237086008284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/japandroids-post-nothing.html' title='Japandroids - Post Nothing'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm4.static.flickr.com/3433/3926438963_27bb7d3036_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-8473575173859939772</id><published>2009-12-24T06:00:00.000-02:00</published><updated>2009-12-24T06:00:07.181-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto um curta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>Conto um Curta #5 - A Missa do Galo</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;J&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;i&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;n&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;g&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;o&lt;span style="color: #38761d;"&gt;b&lt;/span&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;l&lt;/span&gt; &lt;span style="color: red;"&gt;j&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;i&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;n&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;g&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;b&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;l.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: red;"&gt;E&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;s&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;i&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;l&lt;/span&gt; &lt;span style="color: red;"&gt;d&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;e&lt;/span&gt; &lt;span style="color: red;"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;t&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;l&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;span style="color: red;"&gt;R&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;u&lt;/span&gt; &lt;span style="color: red;"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;u&lt;/span&gt; &lt;span style="color: #38761d;"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;u&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #38761d;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://museudospam.files.wordpress.com/2008/11/arvoremundoafora.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://museudospam.files.wordpress.com/2008/11/arvoremundoafora.gif" width="297" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Conto: A Missa do Galo, de Machado de Assis&lt;br /&gt;Curta: A Missa do Galo, de &lt;i&gt;Cinema Nosso - Nos do cinema&lt;/i&gt; (?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A Missa do Galo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca pude entender a conversação que tive com uma senhora, há muitos anos, contava eu dezessete, ela trinta. Era noite de Natal. Havendo ajustado com um vizinho irmos à missa do galo, preferi não dormir; combinei que eu iria acordá-lo à meia-noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A casa em que eu estava hospedado era a do escrivão Meneses, que fora casado, em primeiras núpcias, com uma de minhas primas. A segunda mulher, Conceição, e a mãe desta acolheram-me bem, quando vim de Mangaratiba para o Rio de Janeiro, meses antes, a estudar preparatórios. Vivia tranqüilo, naquela casa assobradada da rua do Senado, com os meus livros, poucas relações, alguns passeios. A família era pequena, o escrivão, a mulher, a sogra e duas escravas. Costumes velhos. Às dez horas da noite toda a gente estava nos quartos; às dez e meia a casa dormia. Nunca tinha ido ao teatro, e mais de uma vez, ouvindo dizer ao Meneses que ia ao teatro, pedi-lhe que me levasse consigo. Nessas ocasiões, a sogra fazia uma careta, e as escravas riam à socapa; ele não respondia, vestia-se, saía e só tornava na manhã seguinte. Mais tarde é que eu soube que o teatro era um eufemismo em ação. Meneses trazia amores com uma senhora, separada do marido, e dormia fora de casa uma vez por semana. Conceição padecera, a princípio, com a existência da comborça; mas, afinal, resignara-se, acostumara-se, e acabou achando que era muito direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa Conceição! Chamavam-lhe "a santa", e fazia jus ao título, tão facilmente suportava os esquecimentos do marido. Em verdade, era um temperamento moderado, sem extremos, nem grandes lágrimas, nem grandes risos. No capítulo de que trato, dava para maometana; aceitaria um harém, com as aparências salvas. Deus me perdoe, se a julgo mal. Tudo nela era atenuado e passivo. O próprio rosto era mediano, nem bonito nem feio. Era o que chamamos uma pessoa simpática. Não dizia mal de ninguém, perdoava tudo. Não sabia odiar; pode ser até que não soubesse amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela noite de Natal foi o escrivão ao teatro. Era pelos anos de 1861 ou 1862. Eu já devia estar em Mangaratiba, em férias; mas fiquei até o Natal para ver "a missa do galo na Corte". A família recolheu-se à hora do costume; eu meti-me na sala da frente, vestido e pronto. Dali passaria ao corredor da entrada e sairia sem acordar ninguém. Tinha três chaves a porta; uma estava com o escrivão, eu levaria outra, a terceira ficava em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas, Sr. Nogueira, que fará você todo esse tempo? perguntou-me a mãe de Conceição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Leio, D. Inácia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha comigo um romance, os Três Mosqueteiros, velha tradução creio do Jornal do Comércio. Sentei-me à mesa que havia no centro da sala, e à luz de um candeeiro de querosene, enquanto a casa dormia, trepei ainda uma vez ao cavalo magro de D’Artagnan e fui-me às aventuras. Dentro em pouco estava completamente ébrio de Dumas. Os minutos voavam, ao contrário do que costumam fazer, quando são de espera; ouvi bater onze horas, mas quase sem dar por elas, um acaso. Entretanto, um pequeno rumor que ouvi dentro veio acordar-me da leitura. Eram uns passos no corredor que ia da sala de visitas à de jantar; levantei a cabeça; logo depois vi assomar à porta da sala o vulto de Conceição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ainda não foi? Perguntou ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não fui; parece que ainda não é meia-noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que paciência!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conceição entrou na sala, arrastando as chinelinhas da a1cova. Vestia um roupão branco, mal apanhado na cintura. Sendo magra, tinha um ar de visão romântica, não disparatada com o meu livro de aventuras. Fechei o livro; ela foi sentar-se na cadeira que ficava defronte de mim, perto do canapé. Como eu lhe perguntasse se a havia acordado, sem querer, fazendo barulho, respondeu com presteza:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não! qual! Acordei por acordar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fitei-a um pouco e duvidei da afirmativa. Os olhos não eram de pessoa que acabasse de dormir; pareciam não ter ainda pegado no sono. Essa observação, porém, que valeria alguma coisa em outro espírito, depressa a botei fora, sem advertir que talvez não dormisse justamente por minha causa, e mentisse para me não afligir ou aborrecer. Já disse que ela era boa, muito boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas a hora já há de estar próxima, disse eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que paciência a sua de esperar acordado, enquanto o vizinho dorme! E esperar sozinho! Não tem medo de almas do outro mundo? Eu cuidei que se assustasse quando me viu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quando ouvi os passos estranhei; mas a senhora apareceu logo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que é que estava lendo? Não diga, já sei, é o romance dos Mosqueteiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Justamente: é muito bonito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gosta de romances?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já leu a Moreninha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Do Dr. Macedo? Tenho lá em Mangaratiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu gosto muito de romances, mas leio pouco, por falta de tempo. Que romances é que você tem lido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei a dizer-lhe os nomes de alguns. Conceição ouvia-me com a cabeça reclinada no espaldar, enfiando os olhos por entre as pálpebras meio-cerradas, sem os tirar de mim. De vez em quando passava a língua pelos beiços, para umedecê-los. Quando acabei de falar, não me disse nada; ficamos assim alguns segundos. Em seguida, vi-a endireitar a cabeça, cruzar os dedos e sobre eles pousar o queixo, tendo os cotovelos nos braços da cadeira, tudo sem desviar de mim os grandes olhos espertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Talvez esteja aborrecida, pensei eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E logo alto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- D. Conceição, creio que vão sendo horas, e eu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, não, ainda é cedo. Vi agora mesmo o relógio; são onze e meia. Tem tempo. Você, perdendo a noite, é capaz de não dormir de dia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já tenho feito isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu, não; perdendo uma noite, no outro dia estou que não posso, e, meia hora que seja, hei de passar pelo sono. Mas também estou ficando velha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que velha o quê, D. Conceição?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal foi o calor da minha palavra que a fez sorrir. De costume tinha os gestos demorados e as atitudes tranqüilas; agora, porém, ergueu-se rapidamente, passou para o outro lado da sala e deu alguns passos, entre a janela da rua e a porta do gabinete do marido. Assim, com o desalinho honesto que trazia, dava-me uma impressão singular. Magra embora, tinha não sei que balanço no andar, como quem lhe custa levar o corpo; essa feição nunca me pareceu tão distinta como naquela noite. Parava algumas vezes, examinando um trecho de cortina ou consertando a posição de algum objeto no aparador; afinal deteve-se, ante mim, com a mesa de permeio. Estreito era o círculo das suas idéias; tornou ao espanto de me ver esperar acordado; eu repeti-lhe o que ela sabia, isto é, que nunca ouvira missa do galo na Corte, e não queria perdê-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É a mesma missa da roça; todas as missas se parecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acredito; mas aqui há de haver mais luxo e mais gente também. Olhe, a semana santa na Corte é mais bonita que na roça. São João não digo, nem Santo Antônio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco a pouco, tinha-se inclinado; fincara os cotovelos no mármore da mesa e metera o rosto entre as mãos espalmadas. Não estando abotoadas, as mangas, caíram naturalmente, e eu vi-lhe metade dos braços, muitos claros, e menos magros do que se poderiam supor. A vista não era nova para mim, posto também não fosse comum; naquele momento, porém, a impressão que tive foi grande. As veias eram tão azuis, que apesar da pouca claridade, podia contá-las do meu lugar. A presença de Conceição espertara-me ainda mais que o livro. Continuei a dizer o que pensava das festas da roça e da cidade, e de outras coisas que me iam vindo à boca. Falava emendando os assuntos, sem saber por quê, variando deles ou tornando aos primeiros, e rindo para fazê-la sorrir e ver-lhe os dentes que luziam de brancos, todos iguaizinhos. Os olhos dela não eram bem negros, mas escuros; o nariz, seco e longo, um tantinho curvo, dava-lhe ao rosto um ar interrogativo. Quando eu alteava um pouco a voz, ela reprimia-me:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mais baixo! Mamãe pode acordar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não saía daquela posição, que me enchia de gosto, tão perto ficavam as nossas caras. Realmente, não era preciso falar alto para ser ouvido; cochichávamos os dois, eu mais que ela, porque falava mais; ela, às vezes, ficava séria, muito séria, com a testa um pouco franzida. Afinal, cansou; trocou de atitude e de lugar. Deu volta à mesa e veio sentar-se do meu lado, no canapé. Voltei-me, e pude ver, a furto, o bico das chinelas; mas foi só o tempo que ela gastou em sentar-se, o roupão era comprido e cobriu-as logo. Recordo-me que eram pretas. Conceição disse baixinho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mamãe está longe, mas tem o sono muito leve; se acordasse agora, coitada, tão cedo não pegava no sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu também sou assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O quê? Perguntou ela inclinando o corpo para ouvir melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui sentar-me na cadeira que ficava ao lado do canapé e repeti a palavra. Riu-se da coincidência; também ela tinha o sono leve; éramos três sonos leves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Há ocasiões em que sou como mamãe: acordando, custa-me dormir outra vez, rolo na cama, à toa, levanto-me, acendo vela, passeio, torno a deitar-me, e nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Foi o que lhe aconteceu hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, não, atalhou ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não entendi a negativa; ela pode ser que também não a entendesse. Pegou das pontas do cinto e bateu com elas sobre os joelhos, isto é, o joelho direito, porque acabava de cruzar as pernas. Depois referiu uma história de sonhos, e afirmou-me que só tivera um pesadelo, em criança. Quis saber se eu os tinha. A conversa reatou-se assim lentamente, longamente, sem que eu desse pela hora nem pela missa. Quando eu acabava uma narração ou uma explicação, ela inventava outra pergunta ou outra matéria, e eu pegava novamente na palavra. De quando em quando, reprimia-me:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mais baixo, mais baixo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia também umas pausas. Duas outras vezes, pareceu-me que a via dormir; mas os olhos, cerrados por um instante, abriam-se logo sem sono nem fadiga, como se ela os houvesse fechado para ver melhor. Uma dessas vezes creio que deu por mim embebido na sua pessoa, e lembra-me que os tornou a fechar, não sei se apressada ou vagarosamente. Há impressões dessa noite, que me aparecem truncadas ou confusas. Contradigo-me, atrapalho-me. Uma das que ainda tenho frescas é que, em certa ocasião, ela, que era apenas simpática, ficou linda, ficou lindíssima. Estava de pé, os braços cruzados; eu, em respeito a ela, quis levantar-me; não consentiu, pôs uma das mãos no meu ombro, e obrigou-me a estar sentado. Cuidei que ia dizer alguma coisa; mas estremeceu, como se tivesse um arrepio de frio, voltou as costas e foi sentar-se na cadeira, onde me achara lendo. Dali relanceou a vista pelo espelho, que ficava por cima do canapé, falou de duas gravuras que pendiam da parede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estes quadros estão ficando velhos. Já pedi a Chiquinho para comprar outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chiquinho era o marido. Os quadros falavam do principal negócio deste homem. Um representava "Cleópatra"; não me recordo o assunto do outro, mas eram mulheres. Vulgares ambos; naquele tempo não me pareciam feios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- São bonitos, disse eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bonitos são; mas estão manchados. E depois francamente, eu preferia duas imagens, duas santas. Estas são mais próprias para sala de rapaz ou de barbeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- De barbeiro? A senhora nunca foi a casa de barbeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas imagino que os fregueses, enquanto esperam, falam de moças e namoros, e naturalmente o dono da casa alegra a vista deles com figuras bonitas. Em casa de família é que não acho próprio. É o que eu penso; mas eu penso muita coisa assim esquisita. Seja o que for, não gosto dos quadros. Eu tenho uma Nossa Senhora da Conceição, minha madrinha, muito bonita; mas é de escultura, não se pode pôr na parede, nem eu quero. Está no meu oratório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia do oratório trouxe-me a da missa, lembrou-me que podia ser tarde e quis dizê-lo. Penso que cheguei a abrir a boca, mas logo a fechei para ouvir o que ela contava, com doçura, com graça, com tal moleza que trazia preguiça à minha alma e fazia esquecer a missa e a igreja. Falava das suas devoções de menina e moça. Em seguida referia umas anedotas de baile, uns casos de passeio, reminiscências de Paquetá, tudo de mistura, quase sem interrupção. Quando cansou do passado, falou do presente, dos negócios da casa, das canseiras de família, que lhe diziam ser muitas, antes de casar, mas não eram nada. Não me contou, mas eu sabia que casara aos vinte e sete anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já agora não trocava de lugar, como a princípio, e quase não saíra da mesma atitude. Não tinha os grandes olhos compridos, e entrou a olhar à toa para as paredes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Precisamos mudar o papel da sala, disse daí a pouco, como se falasse consigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordei, para dizer alguma coisa, para sair da espécie de sono magnético, ou o que quer que era que me tolhia a língua e os sentidos. Queria e não queria acabar a conversação; fazia esforço para arredar os olhos dela, e arredava-os por um sentimento de respeito; mas a idéia de parecer que era aborrecimento, quando não era, levava-me os olhos outra vez para Conceição. A conversa ia morrendo. Na rua, o silêncio era completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos a ficar por algum tempo, - não posso dizer quanto, - inteiramente calados. O rumor único e escasso, era um roer de camundongo no gabinete, que me acordou daquela espécie de sonolência; quis falar dele, mas não achei modo. Conceição parecia estar devaneando. Subitamente, ouvi uma pancada na janela, do lado de fora, e uma voz que bradava: "Missa do galo! missa do galo!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aí está o companheiro, disse ela levantando-se. Tem graça; você é que ficou de ir acordá-lo, ele é que vem acordar você. Vá, que hão de ser horas; adeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já serão horas? perguntei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Naturalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Missa do galo! repetiram de fora, batendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Vá, vá, não se faça esperar. A culpa foi minha. Adeus; até amanhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E com o mesmo balanço do corpo, Conceição enfiou pelo corredor dentro, pisando mansinho. Saí à rua e achei o vizinho que esperava. Guiamos dali para a igreja. Durante a missa, a figura de Conceição interpôs-se mais de uma vez, entre mim e o padre; fique isto à conta dos meus dezessete anos. Na manhã seguinte, ao almoço, falei da missa do galo e da gente que estava na igreja sem excitar a curiosidade de Conceição. Durante o dia, achei-a como sempre, natural, benigna, sem nada que fizesse lembrar a conversação da véspera. Pelo Ano-Bom fui para Mangaratiba. Quando tornei ao Rio de Janeiro, em março, o escrivão tinha morrido de apoplexia. Conceição morava no Engenho Novo, mas nem a visitei nem a encontrei. Ouvi mais tarde que casara com o escrevente juramentado do marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/X6ylbnMOO5g&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/X6ylbnMOO5g&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-8473575173859939772?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/8473575173859939772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/conto-um-curta-5-missa-do-galo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8473575173859939772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8473575173859939772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/conto-um-curta-5-missa-do-galo.html' title='Conto um Curta #5 - A Missa do Galo'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-5613718940478338432</id><published>2009-12-21T19:42:00.000-02:00</published><updated>2009-12-23T13:33:05.989-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='textos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>A Internet pode nos deixar mais burros?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_BivlD4pLNXk/SF9bnAy2hHI/AAAAAAAADhI/f4CEzOplJzw/s1600/Burro+no+pc.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_BivlD4pLNXk/SF9bnAy2hHI/AAAAAAAADhI/f4CEzOplJzw/s320/Burro+no+pc.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Foi esse o título do&lt;a href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/ethevaldo-siqueira/2009/12/18/INTERNET-PODE-NOS-DEIXAR-MAIS-BURROS.htm"&gt; comentário de Ethevaldo Siqueira para a CBN&lt;/a&gt; que me chamou a atenção. Mas será que não estamos sendo muito apocalipticos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma afirmação já se pode ser considerada verdade: a internet tem uma quantidade incrível de lixo. &lt;a href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/ethevaldo-siqueira/2009/12/17/INTERNET-QUALIDADES-E-DEFEITOS-REAVALIADOS.htm"&gt;Basta ao leitor buscar a informação segura&lt;/a&gt;. Mas qual é a informação segura? Há uma maneira de encontrar opiniões seguras fugindo da grande mídia? Sim, certamente... Basta ao leitor buscar analisar as informações que são arremessadas aos seus olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas será que não é esse o X da questão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente tenho visto um fenômenos bastante interessante: aquela pessoa que quer ser intelectual pega Paixão Segundo G.H, não entende uma palavra &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[sem críticas a você que está lendo Paixão Segundo G.H. e não entendeu nada. Minha mãe mesmo está lendo, e não entendeu nada. E eu não acredito que ela se encaixe nesse caso]&lt;/span&gt; e vai ao &lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;G&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;g&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;l&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; buscar uma análise ou um comentário de sabe lá deus quem... A facilidade de encontrar informações via sites de busca, como o citado acima, tem gerado em nós um certo comodismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente li um &lt;a href="http://www.talk2.com.br/geral/angustias-de-uma-nova-era/"&gt;artigo interessante&lt;/a&gt; que comentava sobre conhecimento. Segundo Peter Drucker (citado por Bila Amorim) a economia passou por três eras: "&lt;i&gt;A primeira foi a agrária, onde o poder estava nas mãos dos proprietários de terra. A segunda foi a era industrial, caracterizada pelo poder centralizado nas mãos de quem produzia bens de capital. E a terceira é a do conhecimento.&lt;/i&gt;". E quem detém a economia, detém o poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sócio-comunistas que me desculpem, mas a grande massa e o capitalismo pensam assim. Eu iria mais longe: quem detém a economia tem o poder de formar opiniões. Logo, pode-se pensar não muito dificilmente num processo de conversão da segunda para a terceira era.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grandes industriais da segunda era necessitavam cada vez mais de máquinas mais eficientes e sofisticadas. Suas grandes emprezas cresciam ainda mais. Logo ele, o empresário, sozinho não dava conta de administrar seu império e buscava cada vez mais administradores cada vez mais bem qualificados visando o sucesso de seu império. Mas ninguém aceita um trabalho de tamanha responsabilidade sem uma recompensa, que nesse caso é financeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso sem contar aqueles que desenvolvem essas máquinas, que são cada vez mais capacitados. E os que fazem manutenção. E os que trabalham com elas. E os que produzem peças para essas máquinas. Enfim, um dominó sem fim que envolve toda a escala produtiva numa teia que se entrelaça e acaba gerando um efeito generalizado.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criou-se então a terceira era. Os mais bem graduados (detentores do conhecimento) passavam a adquirir poder economico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje as pessoas já tem essa noção apesar de não terem absorvido essa idéia como um todo. Essa noção de &lt;i&gt;conhecimento = poder econômico&lt;/i&gt; ainda é meio fraca na mente do brasileiro. Um sujeito ainda concebe (em sua imaginação, lógico) um sucesso profissional com uma formação pela UniNada. Logicamente existem excessões, mas como são excessões são excessões, eu não gostaria de descobrir se eu faço parte dela. Pelo menos não dessa forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As que já começam a absorver essa concepção mais ativamente não necessariamente ainda encontraram o caminho certo. Talvez pelo bom e velho jeitinho brasileiro de fazer as coisas sem de fato fazê-las. A questão é: a internet veio em boíssima hora. Eu sou capaz de entender Clarice Lispector "profundamente" via &lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;G&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;g&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;l&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buscar o conhecimento é mais que buscar adicionar informações ao seu arquivo biológico de conteúdos. O conhecimento é a busca pelo desenvolvimento da mente em direção da independência de pensamento. Uma formação acadêmica deve guiar-nos nas direções "mais corretas" afim de tornar-nos, ao fim de nossas formações, um pouco menos dependentes dos grande pensadores. Pensar é pegar o caminho errado. Pensar é descobrir o porquê de aquele caminho estar errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A internet tem surgido para nós como um mero agregador de idéias e torna cada vez mais confortavel a memorização de todos esses conteúdos sem que absorvamos de fato aquilo que nos é interessante. A internet é uma ótima ferramenta, mas é apenas uma ferramenta, ela não é a solução de todos os problemas da humanidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-5613718940478338432?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/5613718940478338432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/internet-pode-nos-deixar-mais-burros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5613718940478338432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5613718940478338432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/internet-pode-nos-deixar-mais-burros.html' title='A Internet pode nos deixar mais burros?'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_BivlD4pLNXk/SF9bnAy2hHI/AAAAAAAADhI/f4CEzOplJzw/s72-c/Burro+no+pc.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-7173932450817447088</id><published>2009-12-20T22:10:00.000-02:00</published><updated>2009-12-20T22:18:04.912-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='textos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Ah, que saudades da Amélia...</title><content type='html'>Que atire a primeira pedra quem nunca pecou! Sim, abandonar aquele aula de biologia e mergulhar num mundo imaginação é praticamente um pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, Pasárgada... Quem não gostaria de ter a mulher que quisesse na cama que escolher?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viajar, na linguagem popular, é mais do que passar o nata na casa de nossos avós, é flutuar, voar através da imaginação. Literatura é uma viagem. Filosofia é uma viagem. Arte é uma viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que seria de Bento Santiago&amp;nbsp; não fosse sua viagem homérica baseada nos fatos que, nem ele, nem nós, sabemos se ocorreram? Bento Santiago seria apenas mais uma lápide num cemitério qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A filosofia talvez não existisse se não tivéssemos essa imensa capacidade de criar. Talvez Platão, aquela criança agitada, nunca teria se perguntado o porquê das coisas. E se o fizese, não seria capaz de formular hipóteses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É na evasão romântica de Casemiro de Abreu que, quando volta à "aurora de minha vida", faz-nos lembrar e saudar os inúmeros contos e lendas que ouvimos na infância. E o desastre dantesco de "o Papai Noel não existe"? Somos jogados cruelmente de volta a nosso tempo cronológico por aquele irmão cético e desalmado: o maior dos traumas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja na Bíblia, em Machado de Assis ou na filosofia de Platão e seu mundo das idéias a literatura como um todo e a filosofia, junto com as dores , leva-nos a outros mundos. Somos portadores de uma imaginação que é, sem dúvida, o maior dos transportes, o pai das das artes. E das ciências. E dos mitos. E da vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-7173932450817447088?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/7173932450817447088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/ah-que-saudades-da-amelia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/7173932450817447088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/7173932450817447088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/ah-que-saudades-da-amelia.html' title='Ah, que saudades da Amélia...'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-2634154168549735649</id><published>2009-12-20T10:34:00.000-02:00</published><updated>2009-12-20T10:34:32.633-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='indicações tardias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>Indicações Tardias #5 - As Virgens Suicidas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://inbraille.files.wordpress.com/2008/03/virgin-suicides.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="468" src="http://inbraille.files.wordpress.com/2008/03/virgin-suicides.jpg" width="329" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Esse é nada mais, nada menos que o filme de estréia da cineasta Sophia Coppola (cujo pai o nome não precisa ser citado.). As Virgens Suicidas é um filme enigmático. Mais que contar uma história, a jovem Coppola tem algo a dizer.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.zastavki.com/pictures/1024x768/2008/Movies_Movies_V_Virgin_Suicides_010707_.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="318" src="http://www.zastavki.com/pictures/1024x768/2008/Movies_Movies_V_Virgin_Suicides_010707_.jpg" width="425" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O enredo se desenvolve em torno da vida de cinco irmãs que estão em suas adolescências. A mais nova no início dela, a mais velha com o fervor dos hormônios exalando por seus poros. E é nessa cada de quatro lindas garotas que a trama se torna cada vez mais tensa. O suicídio de uma das irmãs e o inevitável amadurecimento das demais leva essa mãe superprotetora a sufocar essas garotas.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://rosangelaneres.files.wordpress.com/2009/07/the-virgin-suicides4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://rosangelaneres.files.wordpress.com/2009/07/the-virgin-suicides4.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sufocar. Se o filme é As Virgens Suicidas, a palavra é sufocar. Elemento que acompanha a história desde seu início, terina com esses pais buscando um pouco de ar puro para respirar. Sufocadas pelos amores, sufocadas pela sociedade, sufocadas pelo amor desmedido materno, sufocadas pela própria fase conturbada de suas vidas. Uma história que tinha tudo para ser tão linda quanto as jovens garotas. Uma obra prima&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-2634154168549735649?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/2634154168549735649/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/indicacoes-tardias-5-as-virgens.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/2634154168549735649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/2634154168549735649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/indicacoes-tardias-5-as-virgens.html' title='Indicações Tardias #5 - As Virgens Suicidas'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-9059005175730316619</id><published>2009-12-16T20:56:00.000-02:00</published><updated>2009-12-19T22:01:20.434-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cartum'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><title type='text'>Charge - Mensalão do DEM</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SyllPj6BnzI/AAAAAAAAAFY/AuOy_GZw584/s1600-h/cartum+copy.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SyllPj6BnzI/AAAAAAAAAFY/AuOy_GZw584/s320/cartum+copy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A chage é de &lt;b&gt;Renato Andrade&lt;/b&gt;. Busquei mais informações sobre ele para colocar aqui mas não encontrei. Sabe de alguma coisa sobre ele? Expresse-se nos comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.jornalacidade.com.br/img/charges/179.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.jornalacidade.com.br/img/charges/179.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-9059005175730316619?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/9059005175730316619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/charge-mensalao-do-dem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/9059005175730316619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/9059005175730316619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/charge-mensalao-do-dem.html' title='Charge - Mensalão do DEM'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SyllPj6BnzI/AAAAAAAAAFY/AuOy_GZw584/s72-c/cartum+copy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-7536894033287007323</id><published>2009-12-12T15:02:00.000-02:00</published><updated>2009-12-12T15:18:50.200-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='textos'/><title type='text'>Certo e Errado</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.balzan.org/upload/tohsgjf20fzemei1k4ruahmd200809081430Thomas%20Nagel.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://www.balzan.org/upload/tohsgjf20fzemei1k4ruahmd200809081430Thomas%20Nagel.jpg" width="335" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;por &lt;b&gt;Thomas NAGEL&lt;/b&gt; - &lt;i&gt;Que quer dizer tudo isto?&lt;/i&gt;, cap.7&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Supõe que trabalhas numa biblioteca, verificando os livros que as pessoas requisitam, e um amigo te pede para o deixares roubar uma obra de referência difícil de encontrar que quer possuir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podes hesitar em concordar por diversas razões. Podes recear que ele seja apanhado e que, assim, tanto ele como tu arranjem problemas. Ou podes querer que o livro fique na biblioteca para que tu próprio possas consultá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas também podes pensar que aquilo que ele propõe está errado – que ele não deve fazê-lo e que tu não deves ajudá-lo. Se pensas assim, o que quer isso dizer, o que torna isso verdadeiro, se é que há algo que o torne verdadeiro? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizer que isso está errado não é dizer apenas que vai contra as regras. Pode haver más regras que proíbam aquilo que não está errado — tal como uma lei contra criticar o governo. Uma regra também pode ser má por exigir algo que é errado — tal como uma lei que exige a segregação racial em hotéis e restaurantes. As ideias de certo e errado são diferentes das ideias daquilo que vai ou não contra as regras. Caso contrário, não podiam ser usadas na avaliação das regras, bem como na avaliação das acções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pensas que seria errado ajudares o teu amigo a roubar o livro, então sentes-te desconfortável com a ideia de o fazeres: de algum modo, não queres fazê-lo, mesmo que também estejas relutante em recusares ajudar um amigo. Donde vem o desejo de não o fazer? Qual é o seu motivo, a razão por detrás dele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há várias maneiras pelas quais algo pode estar errado, mas neste caso, se tivesses de explicá-lo, provavelmente, dirias que seria injusto [unfair no original] para os restantes utentes da biblioteca, que podem estar tão interessados no livro como o teu amigo, mas que o consultam na sala das obras de referência, onde qualquer pessoa que precise dele pode encontrá-lo. Podes também sentir que deixar o teu amigo levar o livro trairia aqueles que te empregam, que te pagam precisamente para prevenir que coisas como estas aconteçam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas ideias relacionam-se com os efeitos sobre outras pessoas — não necessariamente com efeitos sobre os seus sentimentos, uma vez que podem nunca vir a descobri-lo, mas, ainda assim, com algum tipo de dano. Em geral, a ideia de que algo é errado depende do seu impacto não só na pessoa que o pratica, mas também noutras pessoas. Se o descobrissem, não gostariam e opor-se-iam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas supõe que tentas explicar tudo isto ao teu amigo e ele diz: «Eu sei que o bibliotecário não havia de gostar se viesse a dar pela falta do livro e que, provavelmente, alguns dos restantes utentes da biblioteca ficariam aborrecidos se descobrissem que o livro tinha desaparecido, mas que mal faz? Eu quero o livro; por que razão hei-de preocupar-me com os outros?»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espera-se que o argumento de que tal seria errado lhe dê uma razão qualquer para não o fazer. Mas que razão poderá ter alguém que, pura e simplesmente, não se preocupa com as outras pessoas e que pode escapar impunemente para se coibir de fazer qualquer coisa que, normalmente, é considerada errada? Que razão pode ter para não matar, roubar, mentir ou magoar outras pessoas? Se conseguir aquilo que quer ao fazer essas coisas, por que razão não há-de fazê-las? E, se não há nenhuma razão para não as fazer, em que sentido será isso errado'?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que a maioria das pessoas se preocupam em certa medida umas com as outras. Mas, se alguém não se preocupa, a maior parte de nós não conclui que a moral não se aplica a essa pessoa. A moral não deixa de se aplicar automaticamente a uma pessoa que mata alguém apenas para lhe roubar a carteira, sem se preocupar com a vítima. O facto de ela não se preocupar não torna a sua atitude correcta: devia preocupar-se. Mas por que razão deveria ela preocupar-se? &lt;br /&gt;Tem havido muitas tentativas para responder a esta questão. Um tipo de resposta consiste em tentar encontrar algo com que a pessoa já se preocupe para depois identificar a moral com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, algumas pessoas acreditam que, mesmo que consigas, neste mundo, escapar impune de crimes terríveis e não sejas castigado pela lei dos homens, esses actos são proibidos por Deus, que te castigará após a morte (e que te recompensará se não tiveres agido mal quando foste tentado). Portanto, mesmo que pareça que é do teu interesse agir de um certo modo, na realidade não o é. Algumas pessoas chegam mesmo a acreditar que, se não existisse Deus para sustentar os requisitos morais com a ameaça do castigo e a promessa da recompensa, a moral se tornaria uma ilusão: «Se Deus não existe, tudo é permitido.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma versão muito rudimentar dos fundamentos religiosos para a moral. Uma versão mais atraente poderá ser a de que o motivo para obedecer aos mandamentos divinos não é o medo, mas sim o amor. Deus ama-te, e tu devias amá-Lo, e devias desejar obedecer aos Seus mandamentos para não O ofenderes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, independentemente do modo como interpretamos os motivos religiosos, existem três objecções a este tipo de resposta. Em primeiro lugar, muitas pessoas que não acreditam em Deus continuam a fazer juízos sobre o que está certo e o que está errado e acham que ninguém deve matar outra pessoa por causa de uma carteira, mesmo que tenha a certeza de que consegue escapar. Em segundo lugar, se Deus existe e proíbe o que está errado, ainda assim, não é a sua proibição que o torna errado. O assassínio é errado em si mesmo, e é por isso que Deus o proíbe (se é que o faz). Deus não podia transformar qualquer coisa em algo errado — tal como calçar a meia esquerda antes da direita — simplesmente por proibi-la. Se Deus te castigasse por fazeres isso, seria desaconselhável fazê-lo, mas não seria errado. Em terceiro lugar, o medo do castigo e a esperança da recompensa, e até mesmo o amor a Deus, não parece parecem ser os motivos certos para a moral. Se pensas que é errado matar, enganar ou roubar, deves querer evitar fazer essas coisas porque são más para as vítimas, e não apenas por receares as consequências para ti, ou por não quereres ofender o teu Criador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta terceira objecção também se aplica a outras explicações da força da moral que apelam ao interesse da pessoa que tem de agir. Por exemplo, pode afirmar-se que deves tratar os outros com consideração, de modo que te façam o mesmo a ti. Este pode ser um bom conselho, mas só é válido enquanto pensares que aquilo que fazes afecta a maneira como as outras pessoas te tratam. Não é uma razão para fazeres o que está certo se os outros não vierem a sabê-lo, nem contra fazer o que está errado se puderes escapar ao fazê-lo (tal como atropelar alguém e fugir).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há nenhum substituto para a preocupação directa com as outras pessoas como base da moral. Mas a moral deve aplicar-se a todos: e poderemos pressupor que todos têm tal preocupação com os outros? É óbvio que não: algumas pessoas são muito egoístas, e mesmo aquelas que o não são só podem preocupar-se com as pessoas que conhecem, e não com toda a gente. Portanto, onde iremos encontrar uma razão que leve todas as pessoas a não prejudicarem os outros, mesmo aqueles que não conhecem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, existe um argumento geral contra o acto de prejudicar outras pessoas que pode ser entendido seja por quem for que entenda português (ou outra língua qualquer) e que parece mostrar que qualquer pessoa tem uma razão qualquer para se preocupar com os outros, mesmo que os seus motivos egoístas acabem por ser tão fortes que continue, de qualquer maneira, a maltratar os outros. Tenho a certeza de que é um argumento que já ouviste e que é este: «Gostavas que alguém te fizesse o mesmo?»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é muito fácil explicar como se espera que este argumento funcione. Supõe que estás prestes a roubar um guarda-chuva quando sais de um restaurante e uma pessoa te pergunta: «Gostava que lhe fizessem o mesmo?» Por que razão se espera que esta pergunta te faça hesitar ou sentir culpado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É óbvio que a resposta directa a esta pergunta é, supostamente, «não gostava nada!» Mas qual é o próximo passo? Supõe que dizias: «Não gostava que alguém me fizesse o mesmo. Mas tenho sorte, porque ninguém está a fazer-me o mesmo. Sou eu que estou a fazê-lo a outra pessoa e não me importo nada com isso!»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta resposta falha o alvo da pergunta. Quando te perguntam se gostarias que alguém te fizesse o mesmo, espera-se que irás pensar em todos os sentimentos que terias se alguém te roubasse o guarda-chuva. Isso inclui mais do que apenas «não gostar disso» — tal como não «gostarias» de bater com o pé numa pedra. Se alguém te roubasse o guarda-chuva, ficarias ofendido [Resent no original]. Sentirias coisas pelo ladrão do guarda-chuva, e não apenas pela perda do guarda-chuva. Pensarias: «Para onde terá ele ido com o meu guarda-chuva, que comprei com o dinheiro que me custou tanto a ganhar e que tive a lucidez de trazer após ter lido a previsão do estado do tempo? Por que razão não trouxe ele o seu guarda-chuva?», e assim sucessivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os próprios interesses são ameaçados por comportamentos alheios que se revelam falhos de qualquer consideração, a maior parte das pessoas consideram facilmente que os autores desses comportamentos deviam ter uma razão qualquer para mostrarem mais consideração. Quando és prejudicado, pensas, provavelmente, que quem te prejudica devia preocupar-se com isso: não pensas que não lhe diz respeito e que não tem qualquer razão para evitar prejudicar-te. É esse o sentimento que se pretende que o argumento «gostavas que te fizessem o mesmo?» suscite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com efeito, se admites que ficavas ofendido se alguém te fizesse aquilo que estás a fazer a outra pessoa, admites que pensas que ela terá uma razão qualquer para não te fazer o mesmo. E, se admites isso, tens de considerar que razão será essa. Não pode ser apenas por seres tu o prejudicado entre todas as pessoas no mundo. Não há qualquer razão especial para não roubar o teu chapéu-de-chuva e roubar o de qualquer outra pessoa. Não há nada de particularmente especial no facto de ser o teu. Seja qual for a razão, não poderá ser diferente da que teria para evitar prejudicar da mesma forma qualquer outra pessoa. E esta é uma razão que qualquer outra pessoa também teria numa situação similar para não te prejudicar a ti ou a qualquer outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, se é uma razão que qualquer pessoa teria para não prejudicar ninguém dessa forma, então é uma razão que tu tens para não prejudicares ninguém dessa forma (uma vez que qualquer pessoa significa todas as pessoas). Logo, agora já é uma razão para não roubares o guarda-chuva da outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma questão de simples consistência. Se admites que qualquer outra pessoa deve ter uma razão qualquer para não te prejudicar em circunstâncias similares, e uma vez que admites que essa razão é muito geral e não se aplica só a ti, ou a ela, então para seres consistente tens de admitir que a mesma razão se aplica agora a ti. Não devias roubar o guarda-chuva e devias sentir-te culpado se o roubasses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pessoa só poderia escapar a este argumento se quando lhe fosse perguntado «gostava que alguém lhe fizesse o mesmo?» respondesse: «Não me ofendia nada; não gostaria que alguém me roubasse o guarda-chuva durante uma chuvada, mas não pensaria que essa pessoa devesse ter qualquer razão para tomar em consideração os meus sentimentos acerca disso.» Mas quantas pessoas poderiam dar esta resposta sinceramente? Acho que a maioria das pessoas, a não ser que sejam loucas, pensam que os seus interesses e danos interessam não apenas a si próprias, mas de um modo que dê às outras pessoas uma razão qualquer para se preocuparem também com eles. Todos pensam que, quando sofrem, isso não é só mau para eles, mas que é mau, simplesmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A base da moral é a crença de que o que é bom ou mau para pessoas particulares (ou animais) é bom ou mau não apenas dos seus pontos de vista, mas de um ponto de vista mais geral, que pode ser compreendido por qualquer pessoa que pense, o que quer dizer que cada pessoa tem uma razão qualquer para tomar em consideração não apenas os próprios interesses, mas também os interesses dos outros, quando decide o que fazer. E não basta que tome em consideração apenas algumas pessoas — a família e amigos e aqueles de quem mais gosta. É claro que se preocupará mais com certas pessoas e também consigo mesma. Mas tem também uma razão qualquer para considerar os efeitos daquilo que faz, bons ou maus, para todas as pessoas. Se for como a maior parte de nós, será isto o que ela pensará que os outros devem fazer em relação a si, mesmo que não sejam seus amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que isto seja assim, é apenas um esboço rudimentar da fonte da moral. Não nos diz em pormenor, de que modo devemos considerar os interesses dos outros, ou qual o peso que têm os interesses especiais que todos temos em nós e em certas pessoas que nos são próximas. Não nos diz sequer quanto devemos preocupar-nos com pessoas de outros países em comparação com os nossos concidadãos. Há muitos desacordos sobre o que, em particular, está certo ou errado entre aqueles que aceitam a moral em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, deves preocupar-te tanto com qualquer outra pessoa como te preocupas contigo? Por outras palavras, deves amar o teu próximo como a ti mesmo (mesmo que não te seja próximo)? Deves perguntar a ti mesmo, sempre que vais ao cinema, se o dinheiro do bilhete poderia dar mais felicidade se o desses a alguém ou o doasses às instituições que ajudam as vítimas da fome?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito poucas pessoas são assim tão altruístas. E, se alguém fosse assim tão imparcial entre si próprio e os outros, sentiria, provavelmente, também que devia ser igualmente imparcial entre as outras pessoas. Isso impediria que se preocupasse mais com os seus amigos e familiares do que com os estranhos. Poderia ter sentimentos especiais por certas pessoas mais próximas, mas a imparcialidade total quereria dizer que não os favoreceria — se, por exemplo, tivesse de escolher entre ajudar um amigo ou um estranho para lhe evitar sofrimento ou entre levar os filhos ao cinema e doar o dinheiro às instituições que ajudam as vítimas da fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este grau de imparcialidade parece exigir de mais à maior parte das pessoas: alguém que fosse assim seria uma espécie de santo terrível. Mas saber quão imparciais devemos tentar ser é uma questão importante no pensamento moral. És uma pessoa em particular, mas também és capaz de reconhecer que és apenas uma pessoa entre muitas outras e que não és mais importante do que elas quando visto de fora. Até que ponto deve este ponto de vista influenciar-te? Tens realmente alguma importância visto de fora — caso contrário, não pensarias que as outras pessoas têm uma razão qualquer para se preocuparem com aquilo que te fazem. Mas não tens tanta importância visto de fora como tens para ti mesmo, visto de dentro — uma vez que visto de fora não és mais importante do que qualquer outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é apenas claro quão imparciais devemos ser; também não é claro o que tornaria uma resposta a esta questão a resposta certa. Existirá uma única maneira correcta de qualquer pessoa fazer o balanço entre aquilo com que se preocupa pessoalmente e aquilo que é importante imparcialmente? Ou será que a resposta varia de pessoa para pessoa, consoante a força das suas diferentes motivações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto leva-nos a outro grande tema: o certo e o errado serão o mesmo para todas as pessoas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moral é pensada muitas vezes como universal. Se uma acção é errada, deve sê-lo para toda a gente; por exemplo, se é errado matar alguém para lhe roubar a carteira, então isso é errado, quer te preocupes com essa pessoa, quer não. Mas, se o facto de uma acção estar errada é uma razão para não ser realizada e as tuas razões para fazeres coisas dependem das tuas motivações, uma vez que as motivações das pessoas podem variar muito, então parece que não pode haver um conceito único de certo e errado para toda a gente. Não haverá um conceito único de certo e errado, porque, se as motivações básicas das pessoas diferem, não haverá um único padrão básico de comportamento que todas as pessoas tenham motivos para seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há três maneiras de lidar com este problema, nenhuma delas muito satisfatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, podíamos dizer que as mesmas acções estão certas ou erradas para toda a gente, mas que nem toda a gente tem razões para fazer aquilo que está certo e evitar o que está errado: só as pessoas com o género certo de motivações «morais» — particularmente a preocupação com os outros — fazem o que está certo em função de mais nada a não ser a própria moral. Isto torna a moral universal, mas à custa de lhe extrair a sua força. Não é claro o que quer dizer a afirmação de que seria errado uma pessoa cometer um homicídio, mas que essa pessoa não tem qualquer razão para não o fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, podíamos dizer que toda a gente tem uma razão qualquer para fazer o que está certo e evitar o que está errado, mas que essa razão não depende das motivações que as pessoas têm de facto. É antes uma razão para alterarmos as nossas motivações, se não forem as certas. Esta resposta oferece uma conexão entre a moral e as razões para agir, mas não diz de forma clara que razões universais serão essas que não dependem das motivações que as pessoas têm de facto. Que quer dizer a afirmação de que um assassino tinha uma razão qualquer para não cometer um assassínio, apesar de nenhum dos desejos ou motivações que de facto tem lhe ter dado tal razão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em terceiro lugar, podíamos dizer que a moral não é universal e que só é moralmente exigida a uma pessoa aquela acção relativamente à qual ela tem um certo tipo de razões para a executar, dependendo estas razões do quanto ela de facto se preocupa com os outros em geral. Se tem fortes motivações morais, estas produzirão fortes razões e fortes requisitos morais. Se as motivações morais forem fracas ou inexistentes, os requisitos morais serão igualmente fracos ou inexistentes. Isto pode parecer psicologicamente realista, mas vai contra a ideia de que as mesmas regras morais se aplicam igualmente a todos, e não apenas às pessoas boas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão de saber se os requisitos morais são universais surge não apenas quando comparamos as motivações dos diferentes indivíduos, mas também quando comparamos os padrões morais que são aceites em diferentes sociedades e em diferentes épocas. Muitas das coisas que hoje, provavelmente, consideras erradas foram aceites como moralmente certas por grandes grupos de pessoas no passado: a escravatura, a servidão, o sacrifício humano, a segregação racial, a negação da liberdade religiosa e política, sistemas de castas hereditárias. E, possivelmente, algumas das coisas que hoje pensas serem certas serão consideradas erradas por sociedades futuras. Será razoável acreditar que existe uma única verdade acerca de tudo isto, ainda que não possamos saber com certeza qual é? Ou será mais razoável acreditar que o que é certo e errado é relativo a épocas e lugares particulares e ao tipo de sociedade em causa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um modo em que o que está certo ou errado é, obviamente, relativo às circunstâncias. Estará normalmente certo devolveres ao dono uma faca que tenhas pedido emprestada se ele a pedir de volta. Mas, se, entretanto, ele enlouquecer e quiser a faca para matar alguém com ela, então não deves devolvê-la. Este não é o tipo de relatividade de que estou a falar, porque não quer dizer que a moral é relativa a um nível básico. Quer apenas dizer que os mesmos princípios morais básicos requerem acções diferentes em circunstâncias diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tipo mais profundo de relatividade em que algumas pessoas acreditam afirma que os padrões mais básicos do que está certo ou errado — tais como quando pode ou não matar-se ou que sacrifícios deves fazer pelos outros — dependem inteiramente dos padrões que são geralmente aceites na sociedade em que vives.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho muita dificuldade em acreditar nisto, principalmente porque parece sempre possível criticar os padrões aceites na tua própria sociedade e dizer que eles são moralmente errados. Mas, se fizeres isso, tens de apelar para um padrão mais objectivo, para uma concepção do que está realmente certo ou errado, o que é diferente de apelar para o que a maioria das pessoas pensam. É difícil dizer o que é esta concepção, mas é uma ideia que a maioria das pessoas compreendem, a não ser que sejam partidárias escravizadas do que a comunidade diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitos problemas filosóficos relativos ao conteúdo da moral — como deve exprimir-se a preocupação ou respeito moral pelos outros; se devemos ajudar as outras pessoas a conseguirem o que querem ou se é suficiente evitar prejudicá-las ou dificultar-lhes a vida; quão imparciais devemos ser e de que maneiras devemos sê-lo. Deixei de lado a maior parte destas questões porque a minha preocupação aqui são os fundamentos da moral em geral — quão universal e objectiva ela é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devo responder a uma possível objecção quanto à ideia de moral no seu todo. Provavelmente, já ouviste dizer que a única razão que leva alguém a fazer alguma coisa é o facto de isso a fazer sentir-se bem, ou porque, se não o fizesse, iria sentir-se mal. Se só somos realmente motivados pelo nosso próprio conforto, é inútil que a moral tente apelar à preocupação com os outros. Segundo este ponto de vista, até a conduta aparentemente moral em que uma pessoa parece sacrificar os próprios interesses em nome das outras pessoas é na realidade motivada pelo interesse em si própria: ela quer evitar a culpa que sentiria se não fizesse a acção «correcta», ou experimentar o caloroso brilho da auto-congratulação, que alcançará se a fizer. Mas aqueles que não têm estes sentimentos não têm motivos para serem «morais».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É realmente verdade que, quando as pessoas fazem aquilo que acham que devem fazer, se sentem normalmente bem com isso e, se fazem aquilo que está errado, se sentem normalmente mal. Mas isso não quer dizer que estes sentimentos sejam o que as motiva a agir. Em muitos casos, os sentimentos resultam de motivos que também produzem a acção. Não te sentirias bem ao fazeres o que está certo a não ser que pensasses que havia uma outra razão para o fazeres, para além do facto de te sentires bem ao fazê-lo. E não te sentirias culpado ao fazeres o que é errado a não ser que pensasses que havia uma outra razão para não o fazeres, para além do facto de te sentires culpado ao fazê-lo: algo que justifica o sentimento de culpa. Pelo menos, é assim que as coisas deviam ser. É verdade que algumas pessoas sentem uma culpa irracional por coisas que não têm qualquer razão independente para pensarem que estão erradas — mas não é assim que a moral deve funcionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num certo sentido, as pessoas fazem aquilo que querem fazer. Mas as suas razões e motivações para quererem fazer seja o que for variam imenso. Posso «querer» dar a minha carteira a alguém apenas porque tem uma arma apontada à minha cabeça e ameaça matar-me se não o fizer. E posso querer mergulhar num rio gelado para salvar um estranho que esteja a afogar-se, não porque vá sentir-me bem com isso, mas porque reconheço que a sua vida é importante, tal como a minha, e que tenho razões para lhe salvar a vida, tal como ele teria razões para salvar a minha, se as nossas posições se invertessem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os argumentos morais tentam apelar para uma capacidade de motivação imparcial que supostamente está presente em todos nós. Infelizmente, pode estar muito escondida, e em alguns casos pode nem sequer estar presente. Em todo o caso, ela tem de competir com poderosas motivações egoístas, e outras motivações pessoais que podem não ser tão egoístas, na sua luta pelo controle do nosso comportamento, A dificuldade de justificar a moral não consiste na existência de uma só motivação humana, mas no facto de existirem tantas.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ocanto.esenviseu.net/apoio/correcto.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-7536894033287007323?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/7536894033287007323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/certo-e-errado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/7536894033287007323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/7536894033287007323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/certo-e-errado.html' title='Certo e Errado'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-8729720694696508083</id><published>2009-12-05T18:47:00.000-02:00</published><updated>2009-12-06T21:53:45.716-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>Blogueiro notificado pela Folha</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;Texto retirado de &lt;b style="color: black;"&gt;&lt;a href="http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/blogueiro-notificado-pela-folha-intimidacao/"&gt;Viomundo&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, por&lt;b&gt; Conceição Lemes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Antonio Arles é estudante de História da USP, militante de movimentos sociais, ciberativista e blogueiro. Hoje ele recebeu uma notificação dos advogados da &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Folha e do&lt;/i&gt;&lt;i&gt; Uol. Determinava que retirasse do seu blog, o &lt;a href="http://www.arlesophia.com.br/?p=2601"&gt;Arlesophia&lt;/a&gt;, as imagens da campanha para cancelamento das assinaturas do jornal e do portal.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Viomundo – A que horas isso aconteceu?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Antonio Arles &lt;/b&gt;– Aproximadamente às 14 horas, quando saía de casa para a USP. Minha mulher [Flávia] manobrava o carro na garagem e eu esperava na calçada. Aí, fui abordado por um motorista de táxi, que perguntou se eu era Antonio. À confirmação, apontando na direção de um táxi parado no lado oposto à minha casa, disse: “Ela quer falar com você”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Viomundo – Ela era quem?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Antonio Arles &lt;/b&gt;– Uma mensageira do escritório de advocacia que representa o jornal e o portal. Ela limitou-se a dizer que havia uma correspondência para mim e pediu-me que assinasse o protocolo de recebimento. Como estava atrasado para a aula, abri o envelope no caminho. Aí,&amp;nbsp; eu vi que se tratava de uma notificação extrajudicial dos advogados da empresa pelo uso indevido da imagem na campanha pelo cancelamento das assinaturas da &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Folha e do Uol.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Viomundo – A campanha começou quando?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Antonio Arles &lt;/b&gt;– Domingo passado.Na sexta-feira passada [27 de novembro], em função da publicação do artigo &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Os&amp;nbsp;filhos do Brasil, do César Benjamin, começou no twitter um movimento para cancelamento das assinaturas. No domingo, como já havia muitas adesões, resolvemos lançar a campanha.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Viomundo – É uma campanha do seu blog?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Antonio Arles &lt;/b&gt;– Não. É de várias pessoas da blogosfera.&amp;nbsp; Para facilitar o acesso, eu coloquei os links das imagens no meu blog. A partir daí o pessoal foi disseminando.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Viomundo – O que contêm essas imagens?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Antonio Arles &lt;/b&gt;– As marcas da Folha e do Uol.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Viomundo – Qual a alegação dos advogados?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Antonio Arles &lt;/b&gt;– Uso indevido da imagem. No final da tarde, fiz o que notificação determinou: retirei as imagens do ar. Consequentemente a própria campanha do meu blog.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Viomundo – O que você pretende fazer agora?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Antonio Arles &lt;/b&gt;– Meu advogado está estudando medidas legais cabíveis contra essa postura da &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Folha. Considero intimidação.&amp;nbsp;É cerceamento à liberdade de expressão.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;________________________________________________________&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nota:&lt;/b&gt; Na prática incessante de meu ócio, achei interessante publicar isso. Um meio de mídia em sua escência deveria primar pela liberdade de expressão. Uma vez que submetido aos interesses de uma corporação, tornou-se meramente um veículo de dinheiro. Ele sai do nosso bolso para o bolso deles. Desde que nada interfira nesse processo, a notícia e expressão vêm em primeiro lugar. É dessa mídia que decidi, por meio de minha formação profissional, não participar. É dessa mídia que devemos desconfiar sempre. E eu, mais que um espectador dessa mídia, concedo um espaço nesse blog para que blogueiros como um todo possam continuar a escrever o que bem intenderem. Isso é um exercício de opinião e de liberdade. A democracia se contrói na discussão e na divergência de idéias... E que ela prevaleça!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nota 2:&lt;/b&gt; Fiquei sabendo disso via &lt;a href="http://twitter.com/jasper"&gt;@jasper&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Links:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/blogueiro-notificado-pela-folha-intimidacao/"&gt;Viomundo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.arlesophia.com.br/"&gt;Arlesophia&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Imagens: &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ldVJywCdWqg/Sxms_CnKbCI/AAAAAAAAA9Q/2J6OO35DdbY/s1600/perigo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_ldVJywCdWqg/Sxms_CnKbCI/AAAAAAAAA9Q/2J6OO35DdbY/s320/perigo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ldVJywCdWqg/Sxms6MyqZdI/AAAAAAAAA9I/qmIFTKcQop8/s1600/mente_limpa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_ldVJywCdWqg/Sxms6MyqZdI/AAAAAAAAA9I/qmIFTKcQop8/s320/mente_limpa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Carta de Notificação:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.viomundo.com.br/img/1_1_.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://www.viomundo.com.br/img/1_1_.jpg" width="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.viomundo.com.br/img/2_1_.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://www.viomundo.com.br/img/2_1_.jpg" width="358" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;(Clique nas imagens para ampliá-las)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-8729720694696508083?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/8729720694696508083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/blogueiro-notificado-pela-folha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8729720694696508083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8729720694696508083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/blogueiro-notificado-pela-folha.html' title='Blogueiro notificado pela Folha'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ldVJywCdWqg/Sxms_CnKbCI/AAAAAAAAA9Q/2J6OO35DdbY/s72-c/perigo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-4022604506215356941</id><published>2009-12-04T22:47:00.000-02:00</published><updated>2009-12-04T22:49:55.978-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='textos'/><title type='text'>Consciente coletivo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;Texto de &lt;b&gt;Ronaldo Bressane&lt;/b&gt; e ilustração de &lt;b&gt;Adriana Komura&lt;/b&gt; na &lt;b&gt;&lt;a href="http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/085/mente_aberta/conteudo_507773.shtml"&gt;Revista Vida Simples.&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/085/imagens/pensar-coletivo2-85.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/085/imagens/pensar-coletivo2-85.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Graças à internet, cada vez mais o conhecimento e as artes são produzidos coletivamente. Bem-vindo à cultura da colaboração. Junte-se a nós&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Socializou geral: a criação individual (e, eventualmente, o egoísmo) passou a ser questionada por uma série de artistas, produtores de conteúdo e até comerciantes. São os tempos, como dizem alguns, da “cultura wiki” (de Wikipédia, a enciclopédia online construída por milhões de autores anônimos). Mas será mesmo possível que o conhecimento seja criado coletivamente? Melhor dizendo: quais são as fronteiras entre individualidade e coletivo na solução de um problema? Dentro da nova consciência de socialização do pensamento trazida pelo colaboracionismo na web, é possível sobreviver sendo um individualista extremo? No telecatch entre competição e colaboração, quando é que acontece a passagem de bastão entre a mentalidade das Décadas do Eu (70, 80, 90) para a nova mentalidade colaborativa dos anos 00? E afinal: existe mesmo uma criatividade coletiva? Se sim, ela pressupõe o fim da autoria?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Muitas perguntas. Mas façamos uma diferença clara, binária, entre a inteligência individualista, da obra fechada, do ponto fixo, e a colaborativa, da obra aberta, da rede. Sobre esta segunda é fundamental a Obra Aberta de Umberto Eco, revolucionário estudo da teoria da informação lançado, não por acaso, no ano de 1968. Ali o ensaísta italiano propõe uma divisão entre o discurso aberto (pense na internet, de múltiplos emissores e receptores) e no discurso persuasivo (pense na TV, um só emissor, vários receptores).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Quando sugeria a “obra aberta”, Eco apenas intuía a formulação de um modelo de produção somente viável graças à nossa aceleração tecnológica. O impacto da internet tornou possível tanto ideias como o open source (do software aberto, como o Linux) quanto a disseminação de redes sociais que sustentam a ideia de uma imaginação colaborativa: nas artes plásticas, na música, na mídia, no comércio. (Ainda falta a política, mas chegaremos lá.)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Essa verdadeira inteligência colaborativa foi definida nos termos de hoje pela cientista norte-americana Vera John-Steiner, em Creative Collaboration (“Colaboração criativa”, sem edição brasileira). A autora investiga como as ideias surgem através da observação do método de trabalho de parcerias famosas, como entre os artistas Georges Braque &amp;amp; Pablo Picasso, ou os físicos Albert Einstein &amp;amp; Niels Bohr. Por certo o estudo de Vera seria ainda mais interessante se ela se detivesse no curioso caso dos escritores argentinos Jorge Luis Borges &amp;amp; Adolfo Bioy-Casares, que narravam “sob uma terceira persona”, um tal Bustos Domecq. Ou, em exemplo mais próximo, na intrigante maneira como os jovens escritores brasileiros Vanessa Barbara &amp;amp; Emilio Fraia construíram uma identidade literária comum inventando a quatro mãos o elogiado romance Verão de Chibo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A web abriga diversas iniciativas graças a uma nova “inteligência coletiva&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;O editor &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Pesquisando inteligência colaborativa na web (onde mais eu arranjaria tanto assunto?), topei com o blog de Gilberto Jr., um esperto designer de interfaces que se dedica a estudar tanto a ciência das redes quanto orientar um grupo de leitura coletiva da... Bíblia. Atendo-se aos aspectos terrenos da web 2.0, Gilberto indica a leitura de um excelente artigo de Kathy Sierra sobre a sabedoria das multidões. Segundo essa crítica professora de programação e criadora de games norteamericana, aproveitar a inteligência coletiva pode trazer muitos benefícios – desde que não seja necessário um consenso prévio entre a comunidade em questão. Assim, agregase de algum modo a sabedoria de cada indivíduo independente (e a interdependência é a senha aqui). Kathy exemplifica:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;• inteligência coletiva é um monte de gente escrevendo resenhas de livros na Amazon. Burrice das multidões é um monte de gente tentando escrever um romance juntos;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;• inteligência coletiva são todas as fotos no Flickr, tiradas por indivíduos independentes, e as novas ideias criadas por esse grupo de fotos. Burrice das multidões é esperar que um grupo de pessoas crie e edite uma foto juntas;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;• inteligência coletiva é pegar ideias de diferentes perspectivas e pessoas. Burrice das multidões é tirar cegamente uma média das ideias de diferentes pessoas e esperar um grande avanço.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Segundo Kathy, um link não fica em primeiro lugar no Google depois que todos os usuários da internet chegam a um consenso de que aquele link é o melhor. Mas o Google aproveita a inteligência coletiva contando mais pontos para os links que são citados por muitos indivíduos independentes. Por buscar consenso entre os editores dos artigos, a enciclopédia colaborativa Wikipédia poderia ser um fracasso, mas o trabalho dos administradores (tomando decisões nem sempre geradas pelo consenso) determina a qualidade do conteúdo. Isso significa que, mesmo socializada, a inteligência colaborativa não dispensa um eixo organizativo; em outras palavras, é preciso um editor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A inteligência colaborativa deu origem a uma nova disciplina: a ciência das redes. Um de seus principais divulgadores no país é Augusto Franco, que aliou à dinâmica da educação em rede os pressupostos de otimistas da sociedade da informação, como Pierre Lévy (A Inteligência Coletiva. Por uma Antropologia do Ciberespaço) e Fritjof Capra (A Teia da Vida: uma Nova Compreensão Científica dos Sistemas Vivos). No site Escola de Redes, Franco dá o caminho das pedras: “A ideia é conectar pessoas ou redes de pessoas (nunca instituições hierárquicas) de modo distribuído – o que compreende estrutura (forma de organização distribuída) e dinâmica (modo de regulação pluriárquico). O modo de regulação pluriárquico, compatível com a topologia distribuída, não adota procedimentos e mecanismos que produzam artificialmente escassez, como a votação, o sorteio, o rodízio ou a construção administrada de consenso.” Ou seja, é uma entidade que se auto-organiza a partir de regras fixas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Nem todo mundo, claro, vê com olhos tão felizes a inteligência coletiva. É o caso de Eugênio Trivinho, professor do programa de estudos pós-graduados em comunicação e semiótica da PUC-SP, autor de A Dromocracia Cibercultural. Dromo, do grego, significa velocidade, marca da contemporaneidade. Trivinho é um cético: “Hoje, temos dispositivos que articulam um corpo ao outro, uma casa a outra, uma empresa a outra. Não obstante, isso não aboliu nossa solidão. Nós somos talvez os seres mais solitários e, por isso, precisamos de vínculo”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;O grupo &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Como vimos, a internet tornou possível agregar muitos talentos em esforços gerentes (Wikipédia, Linux). Um bom exemplo é a ação coordenada pela agência LiveAD, um braço do Grupo Box1824, pioneiro no Brasil na investigação de tendências da juventude (entre 18 e 24 anos, daí o nome) e mais quente polo de cool hunters (“caçadores de bacaneza”) do país. Para dar publicidade à minissérie Dom Casmurro, exibida na Rede Globo em 2008 – que buscava falar com um público tradicionalmente desconectado da televisão, modernizando o clássico de Machado de Assis –, a agência criou o projeto Mil Casmurros, uma rede social online de leitura coletiva da obra. O livro foi dividido em mil trechos que foram hospedados num site em que qualquer internauta podia escolher e gravar sua leitura direto da webcam. Atores, escritores e outras figuras da cena brasileira começaram gravando seus trechos, para que estimulassem outros leitores. Em um mês a leitura estava completa: foi uma das primeiras e mais impactantes leituras coletivas de um livro na internet – até mesmo faturou um Leão de Ouro no festival de publicidade de Cannes na nova categoria de Public Relations em que qualquer internauta podia escolher e gravar sua leitura direto da webcam. Atores, escritores e outras figuras da cena brasileira começaram gravando seus trechos, para que estimulassem outros leitores. Em um mês a leitura estava completa: foi uma das primeiras e mais impactantes leituras coletivas de um livro na internet – até mesmo faturou um Leão de Ouro no festival de publicidade de Cannes na nova categoria de Public Relations&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;O autor &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Além da forte interação com o público, o modelo colaborativo tem uma faceta ainda mais radical: a dissolução da autoria. É fenômeno já velho nas artes plásticas, mas aos poucos vem transitando naquele “território de ninguém” entre a arte e o comércio, entre a marca pessoal e uma solução específica para um cliente. Nesse terreno batalham os coletivos profissionais de fotógrafos. A massificação da oferta de imagens e a saturação dos meios de difusão tradicionais apresentam aos autores a necessidade de gerar novos modelos de representação, capazes de destacar sua produção entre milhões. Assim, os coletivos atuam tanto como banco de imagens como plataforma comum para furar um mercado fechado, ou como máquina de criação conjunta, gerando interessantes sinergias e fóruns de discussão entre os membros da equipe. No Brasil, grupos como o paulistano Cia de Foto e o carioca Fotonauta fazem seus autores desaparecerem por trás de suas lentes – mais ou menos como se Lennon e Mc- Cartney jamais assinassem canções sob seus nomes, e sim sempre como os Beatles.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Voltando à arte, mais poético é o exemplo dos cratemen. São bonecos gigantes, criados a partir de engradados de bebidas, dispostos em diversos lugares da Austrália. Ninguém sabe quem começou a criá-los: parecem ter surgido do nada, no início do século 21. A poesia da intervenção dessa arte urbana não reside nas diversas poses dos cratemen – bonecões pescando, andando de bicicleta, dormindo –, e sim no fato de ninguém reivindicar sua autoria. Seu único objetivo é tirar um sorriso do observador distraído.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ainda na dúvida sobre quem vence a briga pela criação, se o bloco do eu-sozinho ou os conectados? Fique com um trecho de uma carta de Mário de Andrade, pinçada do blog da Cia de Foto, escrita para Otto Lara Resende, que tinha 22 anos na época. Mário, líder do Modernismo, incitava Otto e colegas (Fernando Sabino, Hélio Pelegrino, Paulo Mendes Campos) ao exercício da criação coletiva:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;“Queria louvar o grupo que vocês fazem, pela força de cada um, pela diferença de cada um, pelo exercício da amizade que soube escolher sem por isso depender de nenhum estreito ‘espírito de grupo’. Isso é um bem grande, uma felicidade, um exercício digníssimo de vida humana, uma grave modéstia, e um conforto sempre. Como invejo isso em vocês! Talvez tenha sido o que mais me faltou. E os meus companheiros de geração, guardo deles este ressentimento, ainda vinham oitocentistamente tão apegados ao exercício do individualismo, nesta terra sem tradições nem raciais nem culturais, que jamais pudemos viver os benefícios, os confortos, as forças do grupo. Vocês também não possuem tradições nem raciais nem culturais que permitam só por si o exercício do grupo. Mas já têm maior consciência dos coletivos, que o sofrimento deste tempo novo lhes dá. Já não estão enceguecidos pela mania vaidosa do exercício interior dos individualistas. São individualistamente caracterizados, e tão diferentes mesmo uns dos outros, mas nesse exercício exterior do individualismo, que deriva das tendências pessoais e das convicções. O que eu chamo depreciativamente de exercício ‘interior’ do individualismo, interior e menos profundo, era aquele em que vivíamos, nascido apenas da preliminar perniciosa de que era preciso ser diferente, já conseguia duvidar da torre de marfim, mas não passava duma derivação dela, e propunha abertamente o slogan ‘nada de grupo! nada de escolas!’, feito sapos que se quisessem elefantes, gorgolejando ‘eu sou eu!’… Vocês precisam amar o vosso grupo e não será invejar demais se me ponho antes de mais nada amando o grupo de vocês e refazendo nele o que eu nunca pude ter. Não é inveja, é saudade.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Mário de Andrade escreveu a carta em 25 de setembro de 1944. Se você, como eu, saiu deste artigo com mais perguntas que respostas, fique tranquilo. A inteligência colaborativa apenas começou: e nada indica que ela irá se tornar o paradigma do conhecimento no século 21. Lembre-se que às vanguardas artísticas do século 20 seguiu-se a barbárie nazista; para cada onda de liberdade, uma ressaca de repressão... Caso queira uma iluminaçãozinha que seja, aqui vai uma, apoiada em lugar-comum: nada substitui o talento. Porém, também o talento não substitui o nada que circunda uma inteligência solitária. Isso é tão óbvio como dois e dois são cinco. Certo, Roberto&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-4022604506215356941?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/4022604506215356941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/consciente-coletivo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4022604506215356941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4022604506215356941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/consciente-coletivo.html' title='Consciente coletivo'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-8120446597798506567</id><published>2009-12-04T21:58:00.000-02:00</published><updated>2009-12-04T22:00:13.619-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><title type='text'>R$0,15 para twittar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;Por &lt;b&gt;Filipe                                                          Serrano&lt;/b&gt; do &lt;b&gt;&lt;a href="http://blog.estadao.com.br/blog/link/?title=r_0_15_para_twittar&amp;amp;more=1&amp;amp;c=1&amp;amp;tb=1&amp;amp;pb=1"&gt;Blog do Link&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/Sxmh0f8zhZI/AAAAAAAAAFQ/E-4sXbEjVa4/s1600-h/vivo.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/Sxmh0f8zhZI/AAAAAAAAAFQ/E-4sXbEjVa4/s400/vivo.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Você pagaria R$ 0,15 para escrever um tweet? A Vivo acha que sim. A operadora agora tem um serviço para twittar via SMS e cada tweet enviado custa R$ 0,15. Para funcionar, é preciso antes cadastrar seu perfil do Twitter e o número do telefone &lt;a href="http://tw.vivo.com.br/"&gt;no site da empresa&lt;/a&gt;. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Só para ter uma ideia, um twitteiro que, como Marcelo Tas - um dos perfis mais seguidos -, já publicou mais de 2,5 mil posts no Twitter teria gasto quase R$ 400, se tivesse pagado o valor cobrado no serviço da operadora.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Chamado de Vivo Twittando, o serviço só permite enviar tweets. Quem quiser receber atualizações do Twitter por SMS precisa pagar R$ 17 por mês. É possível escolher de quais contatos a pessoa quer receber os tweets. Também há opção para receber apenas "replies" e "direct messages".&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Apesar de parecer caro, é uma alternativa para twittar pelo celular para quem não se dispõe a pagar pelo acesso à internet no celular ou um pacote de dados. &lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-8120446597798506567?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/8120446597798506567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/r015-para-twittar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8120446597798506567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8120446597798506567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/r015-para-twittar.html' title='R$0,15 para twittar'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/Sxmh0f8zhZI/AAAAAAAAAFQ/E-4sXbEjVa4/s72-c/vivo.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-5505026627360602457</id><published>2009-12-04T20:14:00.000-02:00</published><updated>2009-12-04T20:39:51.890-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>A Nova Geração e a Militância</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.blogs.abril.com.br/1/assuntosgerais/imagens/lydia-guevara.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="313" src="http://img.blogs.abril.com.br/1/assuntosgerais/imagens/lydia-guevara.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Não sei se usei o termo militância no seu sentido mais correto. Segundo meu amigo cibernético Aurélio, sim... Veja só: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;militância: 1.Ação de militante; exercício, prática, atuação&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;militante: 1.Que milita; combatente. 2.Que atua; participante. 3.Que funciona ou está em exercício. 4.Membro ativo; apóstolo. 5.Ant. Soldado, guerreiro. 6.Aquele que pertence a alguma das organizações apostólicas da Igreja.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já havia tanto tempo que esse prática havia sido esquecida que mesmo o vocábulo ficou guardado naquela parte turva de nossa memória. O mais próximo que temos de nós, em exemplos, são nossos avós e, se mais velhos que o comum, alguns de nossos pais. Pensar que a militância, mais do que uma palavra esquecida, tornou-se uma prática, tida até mesmo como inglória, fez-nos ainda mais distantes desse exercício de opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em períodos de ditadura havia uma grande efervecência. Nossa ditadura militar &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[salve a ESG]&lt;/span&gt; interrompeu abruptamente mentes brilhantes que surgiam em nossa cultura. A "Era dos Festivais" foi muito mais que uma geração de músicos, foi uma geração de pessoas "opinantes". Movimentos como o Tropicalismo e os Novos Baianos foram massacrados por uma era de escuridão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, ao invés de abrir mão dessa tão saborosa liberdade, criamos meios vários de dizer o que queríamos. Seja nas canções complexas de Chico Buarque, seja nas veladas vozes por trás da veludosa voz de Caetano Veloso em Irene ou até mesmo caminhando e cantando com Geraldo Vandré. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é nosso referencial. Há os que dizem que o impeachment de Fernando Collor &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[que está de volta na vida política, por acaso]&lt;/span&gt; foi uma grande jogada de mídia. Aqui não é meu objetivo julgar o movimento, mas de fato a cobertura e apoio que a mídia deu a esse evento foi grande. Não foi menos importante, mas não conseguiu marcar nossas mentes como os filhos de 64.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar que estamos todos mortos -- intelectualmente falando -- é muito cruel. Talvez estívessemos adormecidos. Lima Barreto certa vez disse que "o Brasil não tem povo, tem público". De certa forma o Brasil continua tendo uma massa esmagadora de público em sua composição, como sempre fomos. Mas essas excessões mantiveram alguma fagulha acesa em nossas mentes, nas mentes dessa minoria absoluta -- da qual, sem dúvidas, Lima Barreto fazia parte -- e, mesmo que muito dificultadamente, conseguimos reacender uma pequena chama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por vezes cheguei a afirmar categoricamente que nossa geração estava perdida, somos todos um amontoado de desfigurados. Não teria mais tanta certeza em reafirmar isso. Minha primeira grande decepção foi o movimento que clamava pela saída de José Sarney do poder. Pouco expressivo. Um movimento que surgiu via internet e lá cresceu, mas só foi grande por lá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde fraudes no sistema de provas do novo modelo do Enem foram o estopim. Mais uma nova manifestação: ainda mais inexpressiva que o chamado #forasarney. Talvez estivéssemos nós esperando por grandes movimentações como as Diretas Já ou os próprios caras pintadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje a movimentação gira em torno de Arruda, José Roberto Arruda, em Brasília. O último dos moicanos mostrou sua cara. O partodo DEM (Democratas), único que ainda não tinha se envolvido em algum grande escândalo de corrupção mostrou que não é diferente de seus concorrentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fôssemos agrupar todos esses movimentos recentes, certamente não seria mais expressivo que nenhum daqueles que nossas mentes insistem em resgatar quando se pensa em protesto. Mas certamente esse é o trunfo de nossos inimigos. Seguidos movimentos inexpressivos deveriam tirar-nos as esperanças. Mas não parece ser o que vem acontecendo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta que paremos para analisar os jornais. Esses movimentos têm se tornado cada vez mais numerosos, apesar de não mais expressivos. Pensando-se em números, a visão deve-se tornar otimista. Temos claros sinais de uma gerção queainda não conseguiu resgatar a efervescência cultural dos brasis anteriores, mas temcaminhado para isso. Mais que ressalvar a inexpressividade dessas pequenas mentes pueris, deve-se pensar na inexperiência e nas suas aspirações maiores que suas próprias pernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;*A mulher da foto é Lydia Guevara, neta de Che Guevara, numa campanha publicitária pela ONG PETA, apoiando o vegetarianismo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-5505026627360602457?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/5505026627360602457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/nova-geracao-e-militancia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5505026627360602457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5505026627360602457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/nova-geracao-e-militancia.html' title='A Nova Geração e a Militância'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-6595156316511446501</id><published>2009-12-04T12:46:00.000-02:00</published><updated>2009-12-04T20:24:28.996-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cartum'/><title type='text'>Cartum - Guabiras</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/Sxkr78z9csI/AAAAAAAAAFI/y7hX7b_fkAE/s1600-h/cartum+copy.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/Sxkr78z9csI/AAAAAAAAAFI/y7hX7b_fkAE/s200/cartum+copy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Achei o cartum desse cara no site da Desiderata. O nome dele é Guabiras, "cartunista, quadrinista, ilustrador, caricaturista e  apreciador de decotes femininos. Trabalha no Jornal O POVO de Fortaleza/CE há 12 anos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre bem humorado, seu blog traz muito mais tiras.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.ediouro.com.br/upload/desiderata/cartum_profecias001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="272" src="http://www.ediouro.com.br/upload/desiderata/cartum_profecias001.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.ediouro.com.br/upload/desiderata/cartum_profecias001.jpg"&gt;Amplie.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://guabiras.blogspot.com/"&gt;Blog do Guabiras&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-6595156316511446501?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/6595156316511446501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/cartum.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6595156316511446501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6595156316511446501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/cartum.html' title='Cartum - Guabiras'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/Sxkr78z9csI/AAAAAAAAAFI/y7hX7b_fkAE/s72-c/cartum+copy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-4180672413913708963</id><published>2009-12-03T21:26:00.000-02:00</published><updated>2009-12-03T21:28:24.745-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='textos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Passado &amp; Presente</title><content type='html'>Os franceses desprezavam os gregos. Os gregos desprezavam os italianos. Os italianos desprezavam os egípcios, os egípcios desprezavam todo mundo e todo mundodesprezava os judeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;A frase é de Roger Peyrefitte, descrevendo o ambiente da Universidade do Cairo por ocasião de uma das crises que envolviam o nacionalismo árabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pinço a frase e medito sobre ela. Infelizmente, sempre foi assim, não apenas em relação à nacionalidade de cada um, mas também em relação ao sexo, religião, faixa etária, preferências literárias, musicais, entre outras. O desprezo pela opinião do outro, e mais do que pela opinião, pela condição do outro, acompanha a trajetória do homem pela história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fala-se na juventude, espera-se dela um comportamento melhor, ela própria se acredita o estágio mais bacana da evolução do homem na face da Terra. Mas os jovens se formam e informam através do desprezo e desse modo repetem e agravam o incrível carrossel de burrice e violência que acompanha a humanidade desde que o primeiro macaco descobriu que, com o osso do seu inimigo, podia matar os inimigos. Foi assim que o macaco deu o salto na escala zoológica e se tornou antropóide, mais tarde homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso daqueles que se acreditam na vanguarda da história, eles apenas mudam o&lt;br /&gt;objeto do desprezo, a gíria, o visual, mas continuam a repetir a mesma tolice das gerações anteriores, dividindo primariamente o bem do mal, o vermelho do preto, o sim do não. Outro dia, reli as cartas que Mário de Andrade insistia em mandar a seus admiradores. Ele rompia com um passado na medida em que criava um novo passado. A condição de jovem acaba se limitando a uma veste, a códigos que já nascem velhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bobagem negar o passado, que nada mais é do que a sucessão fluida de presentes.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;De &lt;b&gt;Carlos Heitor Cony&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-4180672413913708963?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/4180672413913708963/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/passado-presente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4180672413913708963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4180672413913708963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/passado-presente.html' title='Passado &amp; Presente'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-8477343675400780524</id><published>2009-12-03T19:04:00.000-02:00</published><updated>2009-12-03T19:08:01.509-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='textos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Do bom uso do relativismo</title><content type='html'>&lt;i&gt;Hoje, pela multimídia, imagens e gentes do mundo inteiro nos entram pelos telhados, portas e janelas e convivem conosco. É o efeito das redes globalizadas de comunicação. A primeira reação é de perplexidade que pode provocar duas atitudes: ou de interesse para melhor conhecer, que implica abertura e diálogo, ou de distanciamento, que pressupõe fechar o espírito e excluir. De todas as formas, surge uma percepção incontornável: nosso modo de ser não é o único. Há gente que, sem deixar de ser gente, é diferente. Quer dizer, nosso modo de ser, de habitar o mundo, de pensar, de valorar e de comer não é absoluto. Há mil outras formas diferentes de sermos humanos, desde a forma dos esquimós siberianos, passando pelos yanomamis do Brasil, até chegarmos aos sofisticados moradores de Alphavilles1, onde se resguardam as elites opulentas e amedrontadas. O mesmo vale para as diferenças de cultura, de língua, de religião, de ética e de lazer.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Deste fato surge, de imediato, o relativismo em dois sentidos: primeiro, importa relativizar todos os modos de ser; nenhum deles é absoluto a ponto de invalidar os demais; impõe-se também a atitude de respeito e de acolhida da diferença porque, pelo simples fato de estar-aí, goza de direito de existir e de co-existir; segundo, o relativo quer expressar o fato de que todos estão de alguma forma relacionados. Eles não podem ser pensados independentemente uns dos outros, porque todos são portadores da mesma humanidade. Devemos alargar a compreensão do humano para além de nossa concretização. Somos uma geo-sociedade una, múltipla e diferente.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Todas estas manifestações humanas são portadoras de valor e de verdade. Mas são um valor e uma verdade relativos, vale dizer, relacionados uns aos outros, auto-implicados, sendo que nenhum deles, tomado em si, é absoluto.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Então não há verdade absoluta? Vale o everything goes2 de alguns pós-modernos? Quer dizer, o “vale tudo”? Não é o vale tudo. Tudo vale na medida em que mantém relação com os outros, respeitando-os em sua diferença. Cada um é portador de verdade mas ninguém pode ter o monopólio dela. Todos, de alguma forma, participam da verdade. Mas podem crescer para uma verdade mais plena, na medida em que mais e mais se abrem uns aos outros.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Bem dizia o poeta espanhol António Machado: “Não a tua verdade. A verdade. Vem comigo buscá-la. A tua, guarde-a”. Se a buscarmos juntos, no diálogo e na cordialidade, então mais e mais desaparece a minha verdade para dar lugar à Verdade comungada por todos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;A ilusão do Ocidente é de imaginar que a única janela que dá acesso à verdade, à religião verdadeira, à autêntica cultura e ao saber crítico é o seu modo de ver e de viver. As demais janelas apenas mostram paisagens distorcidas. Ele se condena a um fundamentalismo visceral que o fez, outrora, organizar massacres ao impor a sua religião e, hoje, guerras para forçar a democracia no Iraque e no Afeganistão.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Devemos fazer o bom uso do relativismo, inspirados na culinária. Há uma só culinária, a que prepara os alimentos humanos. Mas ela se concretiza em muitas formas, as várias cozinhas: a mineira, a nordestina, a japonesa, a chinesa, a mexicana e outras. Ninguém pode dizer que só uma é a verdadeira e gostosa e as outras não. Todas são gostosas do seu jeito e todas mostram a extraordinária versatilidade da arte culinária. Por que com a verdade deveria ser diferente?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;De &lt;b&gt;Leonardo Boff&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-8477343675400780524?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/8477343675400780524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/do-bom-uso-do-relativismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8477343675400780524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8477343675400780524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/12/do-bom-uso-do-relativismo.html' title='Do bom uso do relativismo'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-8327526408108593466</id><published>2009-11-28T15:46:00.000-02:00</published><updated>2009-11-28T15:47:51.563-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>Honduras: minutos de tensão</title><content type='html'>Como se nada tivesse acontecido, Honduras volta ao que era... Ou não? Lendo um artigo no &lt;a href="http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/11/28/o-mico-de-honduras-245302.asp"&gt;Blog do Noblat&lt;/a&gt; pensa-se em uma coisa: o que foi a "crise hondurenha"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou com nosso hermano Manuel Zelaya tentando, contra sua constituição, criar meios para viabilizar sua reelição &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[uma investida bolivarianista?]&lt;/span&gt;. Não deu certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Micheletti, presidente do Congresso, mecheu seus pauzinhos. Buscando manter a soberania da constituição, assumiu o poder. No entanto, não foi isso que Zelaya vendeu para a mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa pele de cordeiro, o pobre coitado buscou investidas midiáticas bem sucedidas, mas pouco duradouras. A questão foi se esclarescendo aos poucos... Descobriu-se o artigo da constituição que validadava as atitudes de Micheletti. Buscaram entender como e quando tudo aconteceu. Resumo: Zelaya ficou na embaixada brasileira fazendo pose, nosso presidente deu apoio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos obrigados a ouvir declarações inúteis e sem sentido: guerra!?!?!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora estão próximas &lt;span style="background-color: white; color: #cccccc;"&gt;[muito próximas]&lt;/span&gt; as eleições hondurenhas... Tudo parece que se resolverá naturalmente. Ainda há algumas desconfianças sobre a validação dessas eleições, se a comunidade internacional vai aceitar e se não haverá nenhuma nova tentativa zelayana de complicar as coisas... Resta esperar. Mas se me é permitida uma opinião, isso ainda deve render alguma coisa: a mídia que se prepare para não defender o lado errado precipitadamente como antes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que foi a crise hondurenha? Fogo de palha? Tempestade em copo d'água?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-8327526408108593466?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/8327526408108593466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/11/honduras-minutos-de-tensao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8327526408108593466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8327526408108593466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/11/honduras-minutos-de-tensao.html' title='Honduras: minutos de tensão'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-2069630345954763922</id><published>2009-11-25T10:00:00.000-02:00</published><updated>2009-11-26T18:49:47.810-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto um curta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><title type='text'>Conto um Curta #4 - Toda Saudade é Vil e Vã</title><content type='html'>&lt;i&gt;Conto&lt;/i&gt;: Toda saudade é vil e vã de Carlos Correia Santos&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Curta&lt;/i&gt;: Toda saudade é vil e vã, trabalho de conclusão de curso do grupo Go! Produções&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Toda Saudade é Vil e Vã&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No abrir-se da porta, aquela imagem quase monocromática. Um longilíneo vestido preto, trajando a palidez de uma flor-frágil. Toda a tradução da delicadeza cabível em uma dama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carteiro, retido à soleira, teve de deter o impulso de parecer idiota. Fora simplesmente tomado de assalto pela beleza triste a sua frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A jovem mulher falou mais com os olhos do que com os lábios. E disse apenas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Sim?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não... Por alguns segundos, o carteiro esqueceu-se do que havia decorado para falar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Bom dia, senhora. Sou do serviço de posta restante, dos correios — os olhos nos olhos vagos da outra — Tivemos um problema de extravio com uma correspondência endereçada a esta residência. Só conseguimos detectar o erro há pouco tempo. Na verdade, depois de um ano. E, por se tratar de um lapso tão grave, designaram-me para entregar pessoalmente a carta... É que ela foi originalmente postada com a recomendação de urgência — os olhos nos olhos fugidios de sua interlocutora — Aqui está...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E um envelope amarelado dirigiu-se à mulher vestida de preto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foram mãos que tomaram para si a carta, mas puro vento. O olhar da dama-flor-frágil recaiu no sobrescrito e seu corpo inteiro estremeceu, quase a fazendo cair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agilidade do carteiro, que rápido se adiantou para ampará-la, impediu uma queda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Leve-me para dentro — foi o pedido que ela fez como quem pede as últimas coisas da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carteiro teve de carregá-la. Um feminino hálito quente dedilhando seu queixo, enquanto invadia aquela estranha casa escura, levando nos braços uma dama delgada e frágil. E tudo o levou a uma sala onde nada mais havia que uma cadeira de balanço e um pequeno banco, postos um em frente ao outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acomodou a anfitriã na primeira e tomou a liberdade de se instalar no segundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desfeita em seu assento, parecendo respirar só o suficiente para ainda existir, a mulher murmurou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Esta carta é de meu marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carteiro não teve tempo de falar nada. A outra continuou a sussurrar, encarando o pobre empregado dos correios como se lhe tivesse ódio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Eu o enterrei ontem, você entende? Ele morreu e eu o enterrei ontem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Santo Deus... — um engolir em seco — Sinto muito. Acredite: sinto muito mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela estendeu a correspondência de volta ao carteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Tome. Abra e leia para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O que?!" Exatamente assim o outro exclamou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— O que?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O retorno veio entre dentes, num tom explicitamente imperativo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Abra e leia para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foram mãos que reouveram a correspondência, mas puro tremor. O carteiro hesitou em abrir aquele envelope amarelado. A ordem, porém, ainda lhe ecoava nos ouvidos. Destruiu, por fim, o lacre, retirou um papel dobrado em quatro. Desdobrou-o devagar. Houve cheiro de sândalo em volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Leia... — ciciou a viúva. Um tom surpreendentemente lascivo. Ela sabia perfeitamente o que estava para ser lido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o carteiro iniciou uma leitura lenta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Minha amada flor-frágil... Continuo de onde parei na última carta. Continuo daquele ponto estranho e tão querido: meus desejos. Eu escreveria todas as cartas do tempo para discorrer sobre o desejo que escorre por mim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carteiro parou de repente. Fez ar de quem achava aquilo tudo absurdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a viúva, quase num arfar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Leia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele prosseguiu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— O desejo que escorre por mim feito suor. O que molha em mim este suor? Para onde escorrem essas gotas? Escorrerá por que reentrâncias minhas?... Tu sabes o que em mim se umedece. Tu sabes muito bem que suo por ti. Por causa dessa tua perturbadora e simples lembrança. De ti talhada nesse teu corpo. Tu sabes... Tu sabes que escrevo essa carta nu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grunhido da viúva, um olhar quente do carteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Deitado na cama, o travesseiro por apoio, escrevo nu. Flamejado pela visão que guardo nas retinas. A visão da tua nudez — o olhar correu pelo vestido preto, a sua frente. Tecido denso sobre um busto que subia e descia numa respiração desmedida. Tecido que subia até o pescoço de sua dona e descia ventre abaixo, cobrindo tudo miseravelmente — Tudo da tua nudez eu conheço. Mas é como se eu não conhecesse nada, pois quero sempre admirá-la qual fosse pela primeira vez. Admirar o que só eu sei. Pois só de mim sabe o arrepio dos teus poros...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A viúva levou a mão ao pescoço. Parecia sufocada. Os dedos desceram pelo colo, fugiram pelos seios, caíram pelo ventre, indo embora...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Só de mim sabem os teus seios, o teu ventre, as tuas virilhas...— Um mirar que ia da carta à viúva, num frenesi quente — Tenho saudade do teu mistério. Do mistério que só eu rocei. Mas toda saudade é vil e vã. Pois não posso passar a língua na saudade. Não posso saciar minhas carnes com a saudade. Porque a saudade não me traz gozo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A viúva — uma lágrima resvalando pela face — ergueu-se de repente. Aproximou-se do carteiro, arrancou-lhe a carta das mãos e determinou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Quero que você mate a saudade que sente meu marido morto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E num instante elétrico, ela se retirou avidamente do vestido preto que a prendia. Pôs-se nua. O carteiro, fremindo, também foi ágil em livrar-se de suas roupas. Assim, os dois se uniram. E o assoalho conheceu o peso e a ginga de seus corpos atados. Gemidos, fúria, desatino...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o sexo, ainda no chão, desfeitos um sobre o outro... o casal ria de satisfação. E coube a mulher confessar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Você foi perfeito dessa vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem, totalmente alquebrado, gostou de escutar aquilo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Fiz tudo direitinho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra mordeu os lábios antes de responder:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Mais do que direitinho. Você parecia um autêntico carteiro assustado — gargalhadas — E eu? Convenci como viúva?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Nossa! Até me deu vontade de morrer de verdade. Esse teu vestido preto faz a gente sentir vontade de cometer suicídio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Pervertido!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Eu, pervertido? A idéia de tudo isso foi tua!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ansioso beijo na boca. Sofreguidão unindo língua com língua&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Vamos embora — ordenou ela, regozijada com toda aquela loucura — os donos da casa podem chegar a qualquer momento!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;Esse vídeo contém cenas de sexo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Hd2WEibq9T4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Hd2WEibq9T4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Integrantes:&lt;/b&gt; Régis Eleutério, Fernanda de Souza, Ricardo Diniz, Sheila Spago, Fernando Peixoto&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Elenco:&lt;/b&gt; Flavia Vigar, Leandro Chagas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-2069630345954763922?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/2069630345954763922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/11/conto-um-curta-4-toda-saudade-e-vil-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/2069630345954763922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/2069630345954763922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/11/conto-um-curta-4-toda-saudade-e-vil-e.html' title='Conto um Curta #4 - Toda Saudade é Vil e Vã'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-7112582756326340075</id><published>2009-11-19T19:22:00.000-02:00</published><updated>2009-11-26T11:41:18.786-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='textos'/><title type='text'>Sequestro estilo camorra</title><content type='html'>Achei importante publicar isso aqui, mas não sei bem o porque. Simplesmente achei que uma atitude como essas - que pela imprensa já pode ser considerada passado, mas para ela (a vítima) e para toda uma situação política e ideológica, não - não deveria passar em branco. Fiquei sabendo disso alguns dias atrás no colégio, mas até agora não tinha tido tempo de parar para ver o assunto com calma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais delongas e explicações do inexplicável, aqui vai o relato da blogueira cubana Yoani Sanches sobre o que aconteceu com ela: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;De &lt;a href="http://www.desdecuba.com/generaciony_pt/?p=675"&gt;Generación Y&lt;/a&gt; - Yoani Sánchez&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt; &lt;br /&gt;Próximo da rua 23 e exatamente no trevo da Avenida de los Presidentes foi que vimos chegar num automóvel preto - de fabricação chinesa - tres robustos desconhecidos: “Yoani, entre no automóvel” me disse um enquanto me continha fortemente pela mão. Os outros dois rodeavam Claudia Cadelo, Orlando Luís Lazo e uma amiga que nos acompanhava para uma marcha contra a violência. Ironias da vida, foi uma tarde cheia de golpes, gritos e palavrões que deveria transcorrer como uma jornada de paz e concórdia. Os mesmos “agressores” chamaram uma patrulha que levou minhas outras duas acompanhantes, Orlando e eu estávamos condenados ao automóvel de chapa amarela, ao pavoroso terreno da ilegalidade e à impunidade do Armagedón.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neguei-me a subir no brilhante Geely e exigimos que nos mostrassem uma identificação ou uma ordem judicial para levar-nos. Claro que não mostraram nenhum papel que provasse a legitimidade de nossa prisão. Os curiosos se comprimiam ao redor e eu gritava “Ajuda, estes homens querem nos sequestrar”, porém eles pararam os que queriam intervir com um grito que revelava todo o fundo ideológico da operação: “Não se metam, estes são uns contrarrevolucionários”. Ante nossa resistência verbal, pegaram o telefone e disseram à alguém que devia ser o chefe: O que fazemos? Não querem entrar no automóvel”. Imagino que do outro lado a resposta foi taxativa, porque depois veio uma explosão de golpes, empurrões, me levaram de cabeça para baixo e tentaram enfiar-me no carro. Resisti na porta…golpes nas juntas…consegui pegar um papel que um deles levava no bolso e o meti na boca. Outra explosão de golpes para que devolvesse o documento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orlando estava dentro, imobilizado numa chave de karatê que o mantinha com a cabeça colada no chão. Um pôs seu joelho sobre meu peito e o outro, do assento da frente me batia na região dos rins e me golpeava a cabeça para que eu abrisse a boca e soltasse o papel. Num momento, sentí que nunca sairia daquele automóvel. “Chegaste até aqui Yoani”, “Acabaram tuas palhaçadas” disse o que ia sentado ao lado do chofer e que me puxava o cabelo. No assento de trás um espetáculo invulgar acontecia: minhas pernas para cima, meu rosto avermelhado pela pressão e o corpo dolorido, do outro lado estava Orlando restringido por um profissional da surra. Só consegui agarrrar este - através das calças - nos testículos, num ato de desespero. Afundei minhas unhas, supondo que ele iria continuar esmagando meu peito até o último suspiro. “Mate-me já” gritei, com o último fôlego que me restava e o que ia na parte da frente advertiu ao mais jovem “Deixe-a respirar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escutava Orlando ofegar e os golpes continuavam caindo sobre nós, pensei em abrir a porta e atirar-me, porém não havia uma maçaneta por dentro. estávamos a mercê deles e escutar a voz de Orlando me dava ânimo. depois ele me disse que o mesmo ocorria com as minhas palavras entrecortadas…elas lhe diziam “Yoani continua viva”. Nos descartaram doloridos numa rua de la Timba, uma mulher acercou-se “O que lhes aconteceu?”… “Um sequestro”, atinei de dizer. Choramos abraçados no meio da calçada, pensava em Teo, por Deus como vou explicar-lhe todos esses hematomas. Como vou dizer-lhe que vive num país onde isto acontece, como vou olhá-lo e contar-lhe que a sua mãe, por escrever um blog e por suas opiniões em kilobytes, foi agredida em plena rua. Como descrever-lhe a cara despótica dos que nos colocaram a força naquele automóvel, o prazer que se notava ao pegar-nos, ao levantar minha saia e arrastar-me semi-nua até o carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consegui ver, não obstante, o grau de temor de nossos atacantes, o medo ao novo, ao que não podem destruir porque não compreendem, o terror valentão dos que sabem que tem seus dias contados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traduzido por Humberto Sisley de Souza Neto&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale ressaltar aqui uma coisa interessante. Fiquei sabendo por um professor sobre o que diz a Imprensa Oficial cubana sobre a blogueira. Por meio da embaixada cubana, esse meu professor - comunista roxo - declarou ter recebido um e-mail da embaixada explicando a situação dela (Yoani) após ter dado uma entrevista a Revista Veja: segundo informações desse señor, ficara ele sabendo que a blogueira reside nos Estados Unidos e é sustentada por uma ONG norte-americana para falar mal do regime cubano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirem suas próprias conclusões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-7112582756326340075?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/7112582756326340075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/11/sequestro-estilo-camorra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/7112582756326340075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/7112582756326340075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/11/sequestro-estilo-camorra.html' title='Sequestro estilo camorra'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-2986200024491648244</id><published>2009-11-06T20:38:00.000-02:00</published><updated>2009-11-26T11:41:18.794-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Rubem Fonseca high tech</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;Do &lt;a href="http://olivreiro.com.br/blog/2009-11-06-rubem-fonseca-high-tech"&gt;Blog de O Livreiro&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://olivreiro.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/rubem-fonseca-blog.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="268" src="http://olivreiro.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/rubem-fonseca-blog.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Parece que a exigência de mudanças do mercado editorial frente à digitalização do papel vem tornando figurões da literatura brasileira cada vez mais abertos à ideia de inovar nas frentes de difusão de suas obras. Depois que o best-seller Paulo Coelho falou abertamente sobre os e-readers e se disse um usuário da nova plataforma de leitura, chegou a vez de outro figurão, bem mais reservado, fazer uso da nova tecnologia. O escritor Rubem Fonseca lança, neste sábado (07), &lt;i&gt;O seminarista&lt;/i&gt;, primeiro livro pela Agir. Depois de todo o imbróglio envolvendo a &lt;a href="http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2009/05/22/rubem-fonseca-e-da-agir/" target="_blank"&gt;transição do escritor da Companhia das Letras para a Agir&lt;/a&gt;, a editora do grupo Ediouro armou um verdadeiro plano de guerra para a estreia.&lt;span id="more-3101"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro chega simultaneamente nas prateleiras físicas – em versão de papel – e digitais – compatíveis ao Kindle e ao iPhone, sendo o primeiro título brasileiro a apostar em ambos os formatos. Desde esta sexta-feira (06) está no ar o site oficial de &lt;i&gt;O seminarista&lt;/i&gt;, que disponibiliza o &lt;a href="http://www.oseminaristaolivro.com.br/default2.asp" target="_blank"&gt;primeiro capítulo&lt;/a&gt; do livro em pdf, um &lt;a href="http://www.oseminaristaolivro.com.br/default2.asp" target="_blank"&gt;trecho em áudio &lt;/a&gt;do próprio Rubem Fonseca lendo partes de &lt;i&gt;A arte de andar nas ruas do Rio de Janeiro &lt;/i&gt;(de &lt;i&gt;&lt;a href="http://olivreiro.com.br/livro/2080084-romance-negro" target="_self"&gt;Romance negro e outras histórias&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;)&amp;nbsp;e um clipe – que você pode ver abaixo – com narração do autor que dá a dimensão do que o leitor vai encontrar nas 184 páginas da novela. Boa leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XSwahAokwyA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/XSwahAokwyA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também: &lt;a href="http://opiodopio.blogspot.com/2009/07/internet-livros-kindle-revolucao.html"&gt;Internet, livros, Kindle... Revolução?&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://opiodopio.blogspot.com/2009/10/editoras-kindle-e-os-autores.html"&gt;Editoras + Kindle: e os autores?&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-2986200024491648244?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/2986200024491648244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/11/rubem-fonseca-high-tech.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/2986200024491648244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/2986200024491648244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/11/rubem-fonseca-high-tech.html' title='Rubem Fonseca high tech'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-5751744813382447442</id><published>2009-11-06T10:00:00.000-02:00</published><updated>2009-11-26T11:41:18.811-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='indicações tardias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><title type='text'>Indicações Tardias #4 - Easter, Patti Smith</title><content type='html'>E quem disse que punk rock é coisa de gente sem cabeça?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engajada, punk, poetisa, musicista, feminista, genial: essa é Patti Smith de &lt;i&gt;Horses&lt;/i&gt;, seu disco de estréia. Em 1975, estreando da melhor forma possivel, Patti conseguiu projeção e visibilidade para mostrar como revolta não é sinônimo de mente vazia (muito pelo contrário).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.postmodern.com/%7Efi/pattipics/images/_horses.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://www.postmodern.com/%7Efi/pattipics/images/_horses.jpg" width="392" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Capa do disco &lt;i&gt;Horses&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Considerado por muitos o melhor disco de estréia de um artista no mundo, &lt;i&gt;Horses&lt;/i&gt; foi concebido através de uma relação muito íntima entre o proto-punk rock e o rock and roll tradicional, sem esquecer de poesias recitadas. A capa do disco se tornou uma das imagens mais conhecidas e mais clássicas de artistas do rock mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Easter&lt;/i&gt; foi seu disco que recebeu maior aceitação comercial. Com o hit &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=uoGdx3I3dPE"&gt;&lt;i&gt;Because The Night&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;i style="color: #cccccc;"&gt;because the night belongs to lovers/ because the night belongs to us/ because the night belongs to lust&lt;/i&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;]&lt;/span&gt; ela conseguiu entrar no Top 100 da Billboard depois de um disco seco, fortemente influenciado pela ascenção do punk rock, &lt;i&gt;Wave&lt;/i&gt;, também um sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disco conta com músicas de letras fortes, característica da cantora, e, diferentemente do que se espera ao ouvir-se uma descrição da personalidade, várias vezes tranquilas. Muitas das vezes pode-se compreender que as músicas mais fortes contam com uma melodia mais penetrante enquanto as mais agitadas contam com um teor mais social e "revolucionário", se é que se pode usar esse termo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fosse ideal definir um disco usando como exemplo uma de suas músicas, esse precisaria de, no mínimo, duas: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=-GC4ByJCbh8"&gt;&lt;i&gt;Rock And Roll Nigger&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; (também um grande sucesso da cantora) e &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=-GL3geBbjw0&amp;amp;feature=related"&gt;&lt;i&gt;We Three&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, exemplificando as duas "vertentes do disco". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.pattismith.net/i/info/splash_051908.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://www.pattismith.net/i/info/splash_051908.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Esse é o penúltimo disco gravado por Patti na década de 70 e também o penúltimo antes de seu momento de isolamento, do qual saiu com a ajuda de niguém menos que Micheal Stipe e Allen Ginsberg. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje com 62 anos, a cantora natural de Chicago trabalha na turnê de Coral Sea, seu ultimo disco.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license"&gt;&lt;img alt="Creative Commons License" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/80x15.png" style="border-width: 0pt;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-5751744813382447442?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/5751744813382447442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/11/indicacoes-tardias-4-easter-patti-smith.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5751744813382447442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5751744813382447442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/11/indicacoes-tardias-4-easter-patti-smith.html' title='Indicações Tardias #4 - Easter, Patti Smith'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-256548203222665754</id><published>2009-11-05T21:04:00.000-02:00</published><updated>2009-11-26T19:25:42.647-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Sim, nós fazemos sexo!</title><content type='html'>&lt;div style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;Não me responsabilizo pelo conteúdo desse post. Boa parte dos vídeos contém cenas ou alusão à sexo.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6ST53n3rhwM/SdoK-ybBEYI/AAAAAAAAAEg/9nElUVeuFl0/s1600/sexo+oral.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_6ST53n3rhwM/SdoK-ybBEYI/AAAAAAAAAEg/9nElUVeuFl0/s320/sexo+oral.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Estive reparando esses dias como uma série de comerciais que tratam do assunto sexo acabam sendo banidos... Mas porque?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é uma só: sim, nós fazemos sexo, mas não somos capazes de assumir isso publicamente sem aquela pontinha de vergonha. Se pararmos para pensar mais calmamente, nos confrontremos com uma justificativa extremamente corrente: as crianças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas pensemos: como elas nasceram? Pois então... Mas a questão não é essa. Não queremos induzir nossas crinças ao sexo prematuramente, criar uma criança com uma visão clara de o que é e como se faz sexo antes que chegue a hora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você diria a seu filho depois que ele visse essa propaganda? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bB-PP-61jqY&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/bB-PP-61jqY&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se ele pedisse "Papai eu quero uma dessa!" você sairia correndo para o quarto chorando ou levaria numa boa? Será que estamos diante de uma questão de preconceitos? Ou seria de religiosidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zKAW96N-Vms&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zKAW96N-Vms&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante pensar que, por vezes, publicitários, que já não são pessoas tão normais assim, têm a intenção de chocar. Esse é um recurso eficiente. Mas ao invés de buscar chocar, &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=x_GMHHDLwcU&amp;amp;feature=player_embedded"&gt;o foco da propaganda pode ser apenas causar uma boa risada&lt;/a&gt; e fixar na mente desse consumidor uma marca. Ou você vai me dizer que você não vai ficar pelo menos um semana lembrando da "Mmmmm, Mattessons Sausache". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=zKAW96N-Vms&amp;amp;feature=related"&gt;Brincar com Adão e Eva&lt;/a&gt; pode ser uma má idéia. Colocar a &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=4gby0zfCYiA&amp;amp;feature=related"&gt;Paris Hilton "lavando" um carro&lt;/a&gt; numa propaganda de hamburger também pode acabar sendo apelativo demais. Mas quem não presta atenção numa propaganda dessas? Ou vai dizer que você não clicou nos links e não assistiu os vídeos até agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e o sexo? Por que essa perseguição pelo sexo!? Por que não estipulamos horários próprios para a exibição desses comerciais? Afinal, esses tipos de anúncios não são para todo tipo de público. Ou você acha que &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=g_ySo29c-Gg&amp;amp;feature=related"&gt;essa propaganda do Axe&lt;/a&gt; busca atingir crianças?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buscando um horário específico esses problemas tão pontuais seriam resolvido ou, pelo menos, sensivelmente amenizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é que ainda não conseguimos falar abertamente de sexo com a naturalidade merecida. Aquela garota que, com um garoto, não esconde o gosto pela coisa já é, muitas das vezes, vista como "duvidosa". Buscar soluções menos radicais e um trabalho no intúito de trabalhar a questão cultural desse público é, mais que uma grande dificuldade, uma meta que não pode ser abandonada. Não que esses anúncios busquem isso, mas, sim, eles contribuem para isso.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia também esse post: &lt;a href="http://opiodopio.blogspot.com/2009/09/publicidade-e-polemica.html"&gt;Publicidade e Polêmica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license"&gt;&lt;img alt="Creative Commons License" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/80x15.png" style="border-width: 0pt;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-256548203222665754?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/256548203222665754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/11/sim-nos-fazemos-sexo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/256548203222665754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/256548203222665754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/11/sim-nos-fazemos-sexo.html' title='Sim, nós fazemos sexo!'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_6ST53n3rhwM/SdoK-ybBEYI/AAAAAAAAAEg/9nElUVeuFl0/s72-c/sexo+oral.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-1907144201918357283</id><published>2009-10-25T10:00:00.000-02:00</published><updated>2009-11-26T18:49:34.716-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto um curta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Conto um Curta #3 - A balada das duas mocinhas de botafogo</title><content type='html'>&lt;i&gt;Poema&lt;/i&gt;: A Balada das duas mocinhas de Botafogo, de Viníciu de Moraes&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Curta&lt;/i&gt;: A Balada das duas mocinhas de Botafogo, de Fernando Valle e João Caetano Feyer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A Balada das duas mocinhas de Botafogo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram duas menininhas&lt;br /&gt;Filhas de boa família:&lt;br /&gt;Uma chamada Marina&lt;br /&gt;A outra chamada Marília.&lt;br /&gt;Os dezoito da primeira&lt;br /&gt;Eram brejeiros e finos&lt;br /&gt;Os vinte da irmã cabiam&lt;br /&gt;Numa mulher pequenina.&lt;br /&gt;Sem terem nada de feias&lt;br /&gt;Não chegavam a ser bonitas&lt;br /&gt;Mas eram meninas-moças&lt;br /&gt;De pele fresca e macia.&lt;br /&gt;O nome ilustre que tinham&lt;br /&gt;De um pai desaparecido&lt;br /&gt;Nelas deixara a evidência&lt;br /&gt;De tempos mais bem vividos.&lt;br /&gt;A mãe pertencia à classe&lt;br /&gt;Das largadas de marido&lt;br /&gt;Seus oito lustros de vida&lt;br /&gt;Davam a impressão de mais cinco.&lt;br /&gt;Sofria muito de asma&lt;br /&gt;E da desgraça das filhas&lt;br /&gt;Que, posto boas meninas&lt;br /&gt;Eram tão desprotegidas&lt;br /&gt;E por total abandono&lt;br /&gt;Davam mais do que galinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casa de porta e janela&lt;br /&gt;Era a sua moradia&lt;br /&gt;E dentro da casa aquela&lt;br /&gt;Mãe pobre e melancolia.&lt;br /&gt;Quando à noite as menininhas&lt;br /&gt;Se aprontavam pra sair&lt;br /&gt;A loba materna uivava&lt;br /&gt;Suas torpes profecias.&lt;br /&gt;De fato deve ser triste&lt;br /&gt;Ter duas filhas assim&lt;br /&gt;Que nada tendo a ofertar&lt;br /&gt;Em troca de uma saída&lt;br /&gt;Dão tudo o que têm aos homens:&lt;br /&gt;A mão, o sexo, o ouvido&lt;br /&gt;E até mesmo, quando instadas&lt;br /&gt;Outras flores do organismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi assim que se espalhou&lt;br /&gt;A fama das menininhas&lt;br /&gt;Através do que esse disse&lt;br /&gt;E do que aquele diria.&lt;br /&gt;Quando a um grupo de rapazes&lt;br /&gt;A noite não era madrinha&lt;br /&gt;E a caça de mulher grátis&lt;br /&gt;Resultava-lhes maninha&lt;br /&gt;Um deles qualquer lembrava&lt;br /&gt;De Marília e de Marina&lt;br /&gt;E um telefone soava&lt;br /&gt;De um constante toque cínico&lt;br /&gt;No útero de uma mãe&lt;br /&gt;E suas duas filhinhas.&lt;br /&gt;Oh, vida torva e mesquinha&lt;br /&gt;A de Marília e Marina&lt;br /&gt;Vida de porta e janela&lt;br /&gt;Sem amor e sem comida&lt;br /&gt;Vida de arroz requentado&lt;br /&gt;E média com pão dormido&lt;br /&gt;Vida de sola furada&lt;br /&gt;E cotovelo puído&lt;br /&gt;Com seios moços no corpo&lt;br /&gt;E na mente sonhos idos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marília perdera o seu&lt;br /&gt;Nos dedos de um caixeirinho&lt;br /&gt;Que o que dava em coca-cola&lt;br /&gt;Cobrava em rude carinho.&lt;br /&gt;Com quatorze apenas feitos&lt;br /&gt;Marina não era mais virgem&lt;br /&gt;Abrira os prados do ventre&lt;br /&gt;A um treinador pervertido.&lt;br /&gt;Embora as lutas do sexo&lt;br /&gt;Não deixem marcas visíveis&lt;br /&gt;Tirante as flores lilases&lt;br /&gt;Do sadismo e da sevícia&lt;br /&gt;Às vezes deixam no amplexo&lt;br /&gt;Uma grande náusea íntima&lt;br /&gt;E transformam o que é de gosto&lt;br /&gt;Num desgosto incoercível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E era esse bem o caso&lt;br /&gt;De Marina e de Marília&lt;br /&gt;Quando sozinhas em casa&lt;br /&gt;Não tinham com quem sair.&lt;br /&gt;Ficavam olhando paradas&lt;br /&gt;As paredes carcomidas&lt;br /&gt;Mascando bolas de chicles&lt;br /&gt;Bebendo água de moringa.&lt;br /&gt;Que abismos de desconsolo&lt;br /&gt;Ante seus olhos se abriam&lt;br /&gt;Ao ouvirem a asma materna&lt;br /&gt;Silvar no quarto vizinho!&lt;br /&gt;Os monstros da solidão&lt;br /&gt;Uivavam no seu vazio&lt;br /&gt;E elas então se abraçavam&lt;br /&gt;Se beijavam e se mordiam&lt;br /&gt;Imitando coisas vistas&lt;br /&gt;Coisas vistas e vividas&lt;br /&gt;Enchendo as frondes da noite&lt;br /&gt;De pipilares tardios.&lt;br /&gt;Ah, se o sêmem de um minuto&lt;br /&gt;Fecundasse as menininhas&lt;br /&gt;E nelas crescessem ventres&lt;br /&gt;Mais do que a tristeza íntima!&lt;br /&gt;Talvez de novo o mistério&lt;br /&gt;Morasse em seus olhos findos&lt;br /&gt;E nos seus lábios inconhos&lt;br /&gt;Enflorescessem sorrisos.&lt;br /&gt;Talvez a face dos homens&lt;br /&gt;Se fizesse, de maligna&lt;br /&gt;Na doce máscara pensa&lt;br /&gt;Do seu sonho de meninas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tal não fosse o destino&lt;br /&gt;De Marília e de Marina.&lt;br /&gt;Um dia, que a noite trouxe&lt;br /&gt;Coberto de cinzas frias&lt;br /&gt;Como sempre acontecia&lt;br /&gt;Quando achavam-se sozinhas&lt;br /&gt;No velho sofá da sala&lt;br /&gt;Brincaram-se as menininhas.&lt;br /&gt;Depois se olharam nos olhos&lt;br /&gt;Nos seus pobres olhos findos&lt;br /&gt;Marina apagou a luz&lt;br /&gt;Deram-se as mãos, foram indo&lt;br /&gt;Pela rua transversal&lt;br /&gt;Cheia de negros baldios.&lt;br /&gt;Às vezes pela calçada&lt;br /&gt;Brincavam de amarelinha&lt;br /&gt;Como faziam no tempo&lt;br /&gt;Da casa dos tempos idos.&lt;br /&gt;Diante do cemitério&lt;br /&gt;Já nada mais se diziam.&lt;br /&gt;Vinha um bonde a nove-pontos...&lt;br /&gt;Marina puxou Marília&lt;br /&gt;E diante do semovente&lt;br /&gt;Crescendo em luzes aflitas&lt;br /&gt;Num desesperado abraço&lt;br /&gt;Postaram-se as menininhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi só um grito e o ruído&lt;br /&gt;Da freada sobre os trilhos&lt;br /&gt;E por toda parte o sangue&lt;br /&gt;De Marília e de Marina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="360" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.portacurtas.com.br/embed/embed.swf?xml=1&amp;Cod=4837&amp;exib=8461"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.portacurtas.com.br/embed/embed.swf?xml=1&amp;Cod=4837&amp;exib=8461" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="360"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ficha Técnica&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Diretor&lt;/b&gt;.............................Fernando Valle, Joao Caetano Feyer&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Elenco&lt;/b&gt;...Alexandre Borges, Fernanda Boechat, Guta Stresser, Malu Valle&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano&lt;/b&gt;...........................................................................2006&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Produção&lt;/b&gt;......Vicente Amorim, Gabriela Carvalho, Belizário França&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fotografia&lt;/b&gt;..................................................Rodrigo Monte&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Roteiro&lt;/b&gt;.................................................Renato Fagundes&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Som Direto&lt;/b&gt;.............................................George Saldanha&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Direção de Arte&lt;/b&gt;................................................Beli Araújo&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Edição de som&lt;/b&gt;...................................................Fábio Goes&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Narração&lt;/b&gt;................................................................Edu Lobo&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Figurino&lt;/b&gt;...........................Cris Kangussu, Fulvia Costalonga&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Assistente de Direção&lt;/b&gt;................................Pedro Peregrino&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Produção Executiva&lt;/b&gt;..................Renata Garcia, Maria Carneiro&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Montagem&lt;/b&gt;...................................................Pedro Amorim&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Música&lt;/b&gt;.............................................................Fábio Goes&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Trilha Sonora&lt;/b&gt;.....................................................Fábio Goes&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-1907144201918357283?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/1907144201918357283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/10/conto-um-curta-3-balada-das-duas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/1907144201918357283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/1907144201918357283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/10/conto-um-curta-3-balada-das-duas.html' title='Conto um Curta #3 - A balada das duas mocinhas de botafogo'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-6332317124113250924</id><published>2009-10-23T14:39:00.000-02:00</published><updated>2009-11-26T11:41:18.998-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><title type='text'>Windows 7 - Agora vai?</title><content type='html'>Depois do fracasso homérico do Windows Vista, a Microsoft aposta suas fichas no Windows 7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Fracassado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada melhor para caracterizar o fracasso do Windows Vista que o título da &lt;a href="http://www.wired.com/culture/culturereviews/news/2006/12/72295"&gt;crítica da Wired&lt;/a&gt; ao software: Why you don't need Vista now (Por que você NÃO precisa do Vista agora).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançado em Janeiro de 2007, o Windows Vista contou com um fracasso numca registrado. Só pra ter uma idéia, o site &lt;a href="http://br.tecnologia.yahoo.com/article/22102009/25/tecnologia-noticias-microsoft-aposta-futuro-no.html"&gt;Yahoo Tecnologia&lt;/a&gt; fez a comparação. Nas palavras do próprio Daren Huston, vice presidente mundial de consumo da Microsoft:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;No lançamento, o Vista funcionava em 5% das máquinas disponíveis. O Windows 7 funciona em 95%. &lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;A interface interativa e o design inovador não foram suficientes para levantá-lo. Ele é o mais pesado de todos até então e, sem dúvida, marcou o mercado que teve que se adequar a esse novo sistema. A grande verdade é o que Windows Vista não conseguiu derrubar o, já não tão novo, Windows XP. Ele requer muito mais de sua máquina sem grandes melhoramentos e cheio de pequenos errinhos, lags...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Windows Vista corrigido&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.wired.com/images_blogs/gadgetlab/2009/08/desktop3.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.wired.com/images_blogs/gadgetlab/2009/08/desktop3.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A Microsoft quer salientar o Windows 7 como sendo um Windows Vista melhorado. Além de tentar recuparar o crédito que a empresa perdeu nesse meio tempo, a idéia é também sustentado por fatores tecnicos: os requisitos do sistema são exatamente os mesmos. Ou seja, você não vai precisar, mais uma vez, adequar sua velha máquina à vapor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Microsoft integra seus outro serviços, como o buscado &lt;a href="http://www.bing.com/"&gt;Bing&lt;/a&gt;, ao novo sistema e afirma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Somente duas empresas investiram tanto em infraestrutura de servidores nos últimos anos: nós e o &lt;i&gt;Google&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Além de integrar as diferentes ferramentas já existentes, ainda conta com alguma novas: você não precisa mais nescessariamente abrir um navegador de internet para buscar aquela imagem para ilustar a sua apresentação de PowerPoint, isso será possivel fazer diretamente do computador, sem intermédio de programas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uma forma geral, as avaliações são bem positivas, especialmente depois do fracasso do Windows Vista. A própria Wired que acabou com o Windows Vista, começa com uma &lt;a href="http://www.wired.com/gadgetlab/2009/08/first-look-windows7/"&gt;resenha para o Windows 7&lt;/a&gt; otimista:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Boas notícias, pessoal! Se você estava há muito tempo usando o Windows XP, que já está próximo dos seus oito anos, ou Windows Vista, que é irritante, você pode finalmente se libertar: Windows 7 está quase aqui. A Microsoft entrega um cuidadosamente projetado, vastamente melhorado OS que o modelará para o mundo de hoje. Este &lt;i&gt;upgrade&lt;/i&gt; é grande, e é extremamente recomendado para os usuários da Microsoft.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Resta esperar e torcer para que nosso bom e velho sistema operacional Windows responda às nossas espectativas. Assim que tiver notícias mais concretas (assim que eu tiver oportunidade de conhecê-lo pessoalmente) digo algo por aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-6332317124113250924?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/6332317124113250924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/10/windows-7-agora-vai.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6332317124113250924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6332317124113250924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/10/windows-7-agora-vai.html' title='Windows 7 - Agora vai?'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-5988409616550063845</id><published>2009-10-11T13:54:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.162-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Editoras + Kindle: e os autores?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://africaemnos.netguestdns.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/Imagem-livro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="420" src="http://africaemnos.netguestdns.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/08/Imagem-livro.jpg" width="403" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Segundo o jornalista Gilberto Dimenstein, &lt;a href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/gilberto-dimenstein/2009/10/05/E-BOOK-UM-NOVO-JEITO-DE-LER-E-ESCREVER-LIVROS.htm"&gt;em declararação para a Rádio CBN&lt;/a&gt;, a estrela dos natal desse ano são os chamados e-readers. Aparelhos tais como o &lt;a href="http://opiodopio.blogspot.com/2009/07/internet-livros-kindle-revolucao.html"&gt;Kindle e o Sonny Reader&lt;/a&gt; que fizeram tanto alarde, parecem ser, de fato, uma revolução. No entanto, como fica o outro lado da moeda? Como ficam as editoras e escritores nessa brincadeira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Produto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O produto, batizado de Kindle, é um aparelho que permite que pessoas leiam seus livros, documentos e jornais cibernéticos num aparelhinho leve, prático e muito discreto. A grande inovação dessa "criança" que concebemos é o fato de criar uma alternativa às telas convencionais de computadores que, em caso de leituras prolongadas, causa-nos tamanho incômodo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aparelho trabalha com um sistema que foi batizado de "tinta virtual". Funciona mais ou menos assim: através de um campo magnético, o aparelho consegue fazer com que essa tinta (que é de fato uma espécie de tinta, partículas coloridas ou algo do gênero) venha à tona e forme as letras, números e figuras. Por enquanto essa tecnologia só abarca documentos em preto e branco, no entanto, em novas gerações já se pensa em como adicionar as cores ao produto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;As editoras&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/imagens-css/canal-literatura.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="275" src="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/imagens-css/canal-literatura.jpg" width="314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;As editoras parecem já estr buscando alternativas a essa ferramenta. Pensando-se nessa tecnologia, o que se vem sendo questionado é em como fazer com que essa leitura seja mais multimídia. Vídeos, linkagens e figuras são uma forma bastante inteligente de atrair a atenção desse leitor que, ultimamente, desaprendeu a ler um bom livro recheado por 500 páginas de muito descritivismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que uma opção mercadológica, pode-se pensar num renascimento da leitura, que, agora, se adequa às novas tecnologias que a circundam. E isso é inédito. Desde que se ouve falar em livros e editoras, isso figura de uma forma única, é o caminho &lt;i&gt;autor -&amp;gt; criatividade -&amp;gt; livro -&amp;gt; editora -&amp;gt; público&lt;/i&gt; em que a parte da editora era o único e exclusivo de reproduzir as palavras do autor em escala industrial. O máximo que uma editora faz hoje é desenhar uma capa e dar um desing atraente ao livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Autor x Leitor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://sentimentodomundo.files.wordpress.com/2009/02/abraco-literatura.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="420" src="http://sentimentodomundo.files.wordpress.com/2009/02/abraco-literatura.jpg" width="327" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;No entanto parece que agora nossos leitores exigem de nós uma produção mais completa. Se falamos de um filme, cabe à nós disponiblizar um trecho em vídeo; se citamos um autor, cabe à nós disponiblizar um trecho de uma de suas grandes obras; se aludimos à uma música, cabe a nós disponibilizá-la também, mesmo que apenas uma parte dela; se falamos de um grande artista plástico, por que não colocar algum exemplo de sua obra para os leitores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/literatura/imagens/literatura1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="195" src="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/literatura/imagens/literatura1.jpg" width="301" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;E será que nossos autores estarão de fato preparados para toda essa mudança? Será que haverá mercado para todos eles? Esses são os grandes medos e incertezas desse novo mercado. Inicialmente os literatas mais saudosistas podem perder parte do mercado e de seus leitores, em função da novidade, mas com o tempo isso tende a se equilibrar novamente. E o charme daquela velha estante cheia de livros empoeirados de sua avô; e a vontade de reler um bom livro depois de anos e anos que não se revisita aquela obra ou autor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato a literatura encara seu primeiro grande choque em termos de veículo, de mídia de propagação. Sobreviverão de fato aqueles que souberem fazer uma boa literatura, independentemente do formato. O mesmo já não se pode dizer das editoras. Essas vivem de mercado, de consumo e de dinheiro, por isso mesmo têm que se adaptar e, sem saudosismos ou preciosismos, absorver essa nova mídia e saber fazer um bom uso dela bem como trazer novas mentes que estão preparadas para lidar com ela com a mesma excelência que Machado de Assis um dia fez sua literatura convencional.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license"&gt;&lt;img alt="Creative Commons License" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/80x15.png" style="border-width: 0pt;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-5988409616550063845?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/5988409616550063845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/10/editoras-kindle-e-os-autores.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5988409616550063845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5988409616550063845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/10/editoras-kindle-e-os-autores.html' title='Editoras + Kindle: e os autores?'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-3751589581872102169</id><published>2009-10-04T18:10:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.170-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='indicações tardias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><title type='text'>Indicações Tardias #3 - Buena Vista Social Club</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;... as vendas de Buena Vista se mantiveram crescendo semana à semana, através principalmente do boca a boca até atingir a grande massa: todos que ouviram o disco não só se apaixonaram pela irresistível mágica de Buena Vista, mas estavam então inspirados a tocar ou indicar o disco a todos que conhecessem.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Esse é um trecho do primeiro parágrafo do texto sobre a história do grupo em seu &lt;a href="http://www.buenavistasocialclub.com/"&gt;site oficial&lt;/a&gt;. Procede. Eis-me aqui, tardiamente, mas aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.laht.com/music/Buena%20Vista%20Social%20Club.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="548" src="http://www.laht.com/music/Buena%20Vista%20Social%20Club.jpg" width="375" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Os especialistas de todo o mundo reverenciaram o disco do grupo gravado em 1997. Mais que fazer sucesso, o disco do Buena Vista Social Club abriu todas as portas possíveis para que o grupo passasse. Um Grammy e mais de cinco milhões de cópias é suficiente? Não. O diretor alemão Wim Wenders fez um filme (um documantário, para ser mais exato) sobre o grupo. Resultado: Oscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disco de fato é um fenômeno. O disco começa com a música &lt;i&gt;Chan Chan&lt;/i&gt;, a música cubana é, nessa faixa, bem definida. Quando pensamos em música cubana, pensamos inicialmente naquele violão vivo sem grande movimentação que nos conduz a uma dança a dois bastante calma, uma música que nos confere intimidade. Essa é &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=6rRJP8rVg-4"&gt;&lt;i&gt;Chan Chan&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lake-atitlan.com/images/jopa/antigua-buena-vista-social-club.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="319" src="http://lake-atitlan.com/images/jopa/antigua-buena-vista-social-club.jpg" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Os temas são bastante cotidianos e, obviamente, retratam aquele decadentismo caracterísco da imagem de Cuba que nos é vendida. As melodias são envolventes, as vozes são vozes velozes &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[não podia perder a referência. Mesmo que não seja de todo verdadeira.]&lt;/span&gt;, veludosas vozes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a mim for permitido opinar, destaco &lt;i&gt;Viente Años&lt;/i&gt;, &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=NC6zAr1lYkk"&gt;&lt;i&gt;Y Tú Qué Has Hecho?&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; e &lt;i&gt;Amor de Loca Juventud&lt;/i&gt;. Todas elas com um toque especial de melancolia, um charme e um conforto que nenhum colo materno confere. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao falar assim pode parecer exagero, mas não é. A crítica de todo o mundo não se mobilizaria dessa forma por nada. Aos que se interessaram pelo disco do tão aclamado Buena Vista Social Club, o disco pode ser encontrado não muito facilmente no mercado e na própria internet.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license"&gt;&lt;img alt="Creative Commons License" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/80x15.png" style="border-width: 0pt;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-3751589581872102169?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/3751589581872102169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/10/indicacoes-tardias-3-buena-vista-social.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/3751589581872102169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/3751589581872102169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/10/indicacoes-tardias-3-buena-vista-social.html' title='Indicações Tardias #3 - Buena Vista Social Club'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-3485594346792918685</id><published>2009-10-04T11:51:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.185-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>Fraldas na Prisão - Revista Piauí</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_927wAKP5pV4/RdcZ8US0muI/AAAAAAAAABA/6Io5jO4Rnb0/s1600/Angeli.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_927wAKP5pV4/RdcZ8US0muI/AAAAAAAAABA/6Io5jO4Rnb0/s320/Angeli.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Esse é o título de uma reportagem da &lt;a href="http://www.revistapiaui.com.br/"&gt;Revista Piauí&lt;/a&gt;, disponibilizada em seu site. Sem partidarismos ou ideologias disfarçadas, resolvi salientar a iniciativa e a idéia do governo do meu conterrâneo Aécio Neves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cidade de Vespasiano, próxima a BH, o governo estadual construiu um "presídio-creche". Segundo a reportagem, o presídio que abriga exclusivamente mulheres, foi criado visando a estruturação de um presídio que dê condições às mães de ficar com seus filhos até os 18 meses de vida da criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eCvKG77mUvs/RdcJ2kNkXwI/AAAAAAAAAKU/Jt-07jMHHDE/s1600/AngeliMaioridadePenal.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_eCvKG77mUvs/RdcJ2kNkXwI/AAAAAAAAAKU/Jt-07jMHHDE/s320/AngeliMaioridadePenal.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Nada mais correto. Nos últimos nove anos, como salienta a reportagem, o numero de detentas quase triplicou. Nada mais correto que criar uma estrutura para atender a essa parcela da população: No período determinado pela lei, a mãe tem direito de ficar na penitenciária até seu bebê atingir a idade máxima permitida para sua parmanência (18 meses). Ao final desse período a mãe é encaminhada para um presídio feminino comum e a criança para sua família ou um tutor legal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Para ser guardião, a pessoa indicada pela presa passa por uma avaliação da Vara de Infância do município em que vive. Se não for encontrado um tutor adequado, a criança é enviada para um abrigo público ou uma família provisória.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6pACwDzfLsE/Rn00aTi3uwI/AAAAAAAAAWk/wfIwFu76rHo/s1600/Angeli%2BMaioridade%2Bpenal%2B20112003.gif" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_6pACwDzfLsE/Rn00aTi3uwI/AAAAAAAAAWk/wfIwFu76rHo/s320/Angeli%2BMaioridade%2Bpenal%2B20112003.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Mas vale aqui abrir um questionamento: no caso de ser enviada a uma família provisória, quem serão esses "novos familiares"? E o estabelecimento de vínculos afetivos, isso não pode acarretar uma hipotética briga judicial pela criança? Ou ainda, qual será o impacto sobre a criança de ser bruscamente desvinculada desses tutores e devolvida a mãe biológica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a estrutura foi pensada com riquesa de detalhes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Quem atravessa a porta da carceragem de Vespasiano chega a um corredor claro e arejado, com sete alojamentos. "Como eles não têm portas nem grades, não acho correto chamá-los de celas", esclarece a diretora-geral Mariana Theodossakis, advogada mineira de raízes gregas que sofre de hipertensão. Cada alojamento comporta sete camas e sete berços, que se encaixam como um quebra-cabeça no espaço de 30 metros quadrados. Pregadas nas paredes acima dos berços há diversas figuras da Disney e fotos de filhos mais velhos que estão em liberdade. Apesar da abundância de cinquenta agentes penitenciários para 49 presas, a prisão-creche não causa rombos de proporções brasilienses aos cofres mineiros: cada presa custa ao estado 2 400 reais por mês, enquanto a média nacional nos depósitos de detentos oscila entre 1 000 e também 2 400 reais.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;A proposta é boa, sólida apesar de alguns questionamentos importantes que parecem ter sido deixados em segundo plano. De qualquer forma, essa é uma questão a ser acompanhada de perto para que arestas possam ser reformuladas, polidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem se interessou pela reportagem, &lt;a href="http://www.revistapiaui.com.br/edicao_37/artigo_1145/Fraldas_na_prisao.aspx"&gt;basta clicar aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;P.S.:&lt;/b&gt; As ilustrações são tiras do cartunista &lt;a href="http://www2.uol.com.br/angeli/"&gt;Angeli&lt;/a&gt; confecionadas na época da polêmica sobre a redução da maioridade penal no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license"&gt;&lt;img alt="Creative Commons License" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/80x15.png" style="border-width: 0pt;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-3485594346792918685?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/3485594346792918685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/10/fraldas-na-prisao-revista-piaui.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/3485594346792918685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/3485594346792918685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/10/fraldas-na-prisao-revista-piaui.html' title='Fraldas na Prisão - Revista Piauí'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_927wAKP5pV4/RdcZ8US0muI/AAAAAAAAABA/6Io5jO4Rnb0/s72-c/Angeli.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-5302995367563703680</id><published>2009-10-02T20:50:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.193-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><title type='text'>Debate busca regulamentar uso do Photoshop</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.wipeout44.com/video/images/photoshop_logo_feather.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="210" src="http://www.wipeout44.com/video/images/photoshop_logo_feather.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Foi apresentado no parlamento francês projeto de lei que visa regulamentar o uso do Photoshop. A regra é simples: todo anúncio com alteração nas imagens deve conter a mensagem “&lt;i&gt;Esta imagem foi modificada digitalmente e pode não corresponder à realidade&lt;/i&gt;”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O argumento procede. Segundo a relatora do caso, essas imagens estão criando um novo padrão de beleza irreal e impraticável. O site &lt;a href="http://info.abril.com.br/noticias/mercado/franca-pode-criar-lei-anti-photoshop-24092009-37.shl"&gt;InfoPlantão&lt;/a&gt; explica: &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Assim, homens e mulheres franceses perseguiriam ideais estéticos obtidos por alteração no computador e não baseados em pessoas de verdade.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;Se aprovada, a lei colocaria anúncios com modelos “photoshopadas” nos mesmos moldes da publicidade de cigarros ou substâncias farmacêuticas, que devem conter uma tarja com um texto de advertência ao consumidor.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Essa não foi a primeira lei a contemplar o mundo digital. Recentemente, como informa o &lt;a href="http://blog.estadao.com.br/blog/link/?title=depois_da_pirataria_novo_alvo_frances_e&amp;amp;more=1&amp;amp;c=1&amp;amp;tb=1&amp;amp;pb=1"&gt;Blog Do Link&lt;/a&gt;, alei francesa buscava restringir o acesso à internet das pessoas que a usassem para fins de pirataria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A "lei do Photoshop" visa multa e, pelo que vem sendo visto, será cumprida e não será a última a buscar uma ética nos meios tecnológicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/gilberto-dimenstein/2009/10/02/EUROPA-QUER-PROIBIR-IMAGENS-ALTERADAS-POR-PHOTOSHOP.htm"&gt;Ouça o comentário de Gilberto Dimenstein&lt;/a&gt; para a Rádio CBN sobre o assunto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-5302995367563703680?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/5302995367563703680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/10/debate-busca-regulamentar-uso-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5302995367563703680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5302995367563703680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/10/debate-busca-regulamentar-uso-do.html' title='Debate busca regulamentar uso do Photoshop'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-2770629588299912498</id><published>2009-09-27T15:22:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.201-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><title type='text'>Muse - The Resistance</title><content type='html'>Cara, eu ia fazer um post, mas, depois de ouvir o disco, achei que qualquer palavra seria insuficiente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirem suas próprias conclusões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Resistance&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="340" width="560"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/72c2HuI3CBQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/72c2HuI3CBQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Unnatural Selection&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/DiSWvQfTeKo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/DiSWvQfTeKo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;United States of Eurasia&lt;/b&gt; &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[acho que se o Chopin fosse um integrante do Queen, essa seria uma das obras primas do grupo.]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0Ok0expLH1o&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/0Ok0expLH1o&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-2770629588299912498?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/2770629588299912498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/09/muse-resistance.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/2770629588299912498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/2770629588299912498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/09/muse-resistance.html' title='Muse - The Resistance'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-1291636202343596784</id><published>2009-09-25T12:00:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T18:49:22.973-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto um curta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><title type='text'>Conto Um Curta #2 - The Nightingale and the Rose</title><content type='html'>Conto um curta dessa vez é triplo. Não me contentei com o conto e o curta e resolvi disponibilizar também um trechinho da ópera que foi escrita por Elena Firsova. Esse foi feito com carinho, gostei muito tanto do texto quanto do vídeo. Impecáveis...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Conto&lt;/i&gt;: The Nightingale an the Rose, de Oscar Wilde&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Curta&lt;/i&gt;: Yelenloud, no Vimeo&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Tradução do conto para o português&lt;/i&gt;: &lt;a href="http://www.releituras.com/owilde_rouxinol.asp"&gt;O Rouxinol e a Rosa, de Oscar Wilde&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;The Nightingale and the Rose&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'She said that she would dance with me if I brought her red roses,' cried the young Student; 'but in all my garden there is no red rose.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;From her nest in the holm-oak tree the Nightingale heard him, and she looked out through the leaves, and wondered.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'No red rose in all my garden!' he cried, and his beautiful eyes filled with tears. 'Ah, on what little things does happiness depend! I have read all that the wise men have written, and all the secrets of philosophy are mine, yet for want of a red rose is my life made wretched.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Here at last is a true lover,' said the Nightingale. 'Night after night have I sung of him, though I knew him not: night after night have I told his story to the stars, and now I see him. His hair is dark as the hyacinth-blossom, and his lips are red as the rose of his desire; but passion has made his lace like pale Ivory, and sorrow has set her seal upon his brow.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'The Prince gives a ball to-morrow night,' murmured the young Student, 'and my love will be of the company. If I bring her a red rose she will dance with me till dawn. If I bring her a red rose, I shall hold her in my arms, and she will lean her head upon my shoulder, and her hand will be clasped in mine. But there is no red rose in my garden, so I shall sit lonely, and she will pass me by. She will have no heed of me, and my heart will break.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Here indeed is the true lover,' said the Nightingale. 'What I sing of he suffers: what is joy to me, to him is pain. Surely Love is a wonderful thing. It is more precious than emeralds, and dearer than fine opals. Pearls and pomegranates cannot buy it, nor is it set forth in the market-place. it may not be purchased of the merchants, 'or can it be weighed out in the balance for gold.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'The musicians will sit in their gallery,' said the young Student, 'and play upon their stringed instruments, and my love will dance to the sound of the harp and the violin. She will dance so lightly that her feet will not touch the floor, and the courtiers in their gay dresses will throng round her. But with me she will not dance, for I have no red rose to give her;' and he flung himself down on the grass, and buried his face in his hands, and wept.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt; 2 &amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Why is he weeping?' asked a little Green Lizard, as he ran past him with his tail in the air.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Why, indeed?' said a Butterfly, who was fluttering about after a sunbeam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Why, indeed?' whispered a Daisy to his neighbour, in a soft, low voice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'He is weeping for a red rose,' said the Nightingale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'For a red rose!' they cried; 'how very ridiculous!' and the little Lizard, who was something of a cynic, laughed outright.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But the Nightingale understood the secret of the Student's sorrow, and she sat silent in the oak-tree, and thought about the mystery of Love.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suddenly she spread her brown wings for flight, and soared into the air. She passed through the grove like a shadow, and like a shadow she sailed across the garden.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In the centre of the grass-plot was standing a beautiful Rose-tree, and when she saw it, she flew over to it, and lit upon a spray.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Give me a red rose,' she cried, 'and I will sing you my sweetest song.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But the Tree shook its head.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'My roses are white,' it answered; 'as white as the foam of the sea, and whiter than the snow upon the mountain. But go to my brother who grows round the old sun-dial, and perhaps he will give you what you want.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So the Nightingale flew over to the Rose-tree that was growing round the old sun-dial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Give me a red rose,' she cried, 'and I will sing you my sweetest song.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But the Tree shook its head.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'My roses are yellow,' it answered; 'as yellow as the hair of the mermaiden who sits upon an amber throne, and yellower than the daffodil that blooms in the meadow before the mower comes with his scythe. But go to my brother who grows beneath the Student's window, and perhaps he will give you what you want.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So the Nightingale flew over to the Rose-tree that was growing beneath the Student's window.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Give me a red rose,' she cried, 'and I will sing you my sweetest song.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But the Tree shook its head.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'My roses are red,' it answered, 'as red as the feet of the dove, and redder than the great fans of coral that wave and wave in the ocean-cavern. But the winter has chilled my veins, and the frost has nipped my buds, and the storm has broken my branches, and I shall have no roses at all this year.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt; 3 &amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'One red rose is all I want,' cried the Nightingale, 'only one red rose! Is there no way by which I can get it?'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'There is a way,' answered the Tree; 'but it is so terrible that I dare not tell it to you.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Tell it to me,' said the Nightingale, 'I am not afraid.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'If you want a red rose,' said the Tree, 'you must build it out of music by moonlight, and stain it with your own heart's-blood. You must sing to me with your breast against a thorn. All night long you must sing to me, and the thorn must pierce your heart, and your life-blood must flow into my veins, and become mine.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Death is a great price to pay for a red rose,' cried the Nightingale, 'and Life is very dear to all. It is pleasant to sit in the green wood, and to watch the Sun in his chariot of gold, and the Moon in her chariot of pearl. Sweet is the scent of the hawthorn, and sweet are the bluebells that hide in the valley, and the heather that blows on the hill. Yet Love is better than Life, and what is the heart of a bird compared to the heart of a man?'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So she spread her brown wings for flight, and soared into the air. She swept over the garden like a shadow, and like a shadow she sailed through the grove.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The young Student was still lying on the grass, where she had left him, and the tears were not yet dry in his beautiful eyes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Be happy,' cried the Nightingale, 'be happy; you shall have your red rose. I will build it out of music by moonlight, and stain it with my own heart's-blood. All that I ask of you in return is that you will be a true lover, for Love is wiser than Philosophy, though she is wise, and mightier than Power, though he is mighty. Flame-coloured are his wings, and coloured like flame is his body. His lips are sweet as honey, and his breath is like frankincense.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Student looked up from the grass, and listened, but he could not understand what the Nightingale was saying to him, for he only knew the things that are written down in books.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt; 4 &amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But the Oak-tree understood, and felt sad, for he was very fond of the little Nightingale who had built her nest in his branches.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Sing me one last song,' he whispered; 'I shall feel very lonely when you are gone.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So the Nightingale sang to the Oak-tree, and her voice was like water bubbling from a silver jar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;When she had finished her song the Student got lip, and pulled a note-book and a lead-pencil out of his pocket.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'She has form,' he said to himself, as he walked away through the grove - 'that cannot be denied to her; but has she got feeling? I am afraid not. In fact, she is like most artists; she is all style, without any sincerity. She would not sacrifice herself for others. She thinks merely of music, and everybody knows that the arts are selfish. Still, it must be admitted that she has some beautiful notes in her voice. What a pity it is that they do not mean anything, or do any practical good.' And he went into his room, and lay down on his little pallet-bed, and began to think of his love; and, after a time, he fell asleep.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And when the Moon shone in the heavens the Nightingale flew to the Rose-tree, and set her breast against the thorn. All night long she sang with her breast against the thorn, and the cold crystal Moon leaned down and listened. All night long she sang, and the thorn went deeper and deeper into her breast, and her life-blood ebbed away from her.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;She sang first of the birth of love in the heart of a boy and a girl. And on the topmost spray of the Rose-tree there blossomed a marvellous rose, petal following petal, as song followed song. Yale was it, at first, as the mist that hangs over the river - pale as the feet of the morning, and silver as the wings of the dawn. As the shadow of a rose in a mirror of silver, as the shadow of a rose in a water-pool, so was the rose that blossomed on the topmost spray of the Tree.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But the Tree cried to the Nightingale to press closer against the thorn. 'Press closer, little Nightingale,' cried the Tree, 'or the Day will come before the rose is finished.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt; 5 &amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So the Nightingale pressed closer against the thorn, and louder and louder grew her song, for she sang of the birth of passion in the soul of a man and a maid.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And a delicate flush of pink came into the leaves of the rose, like the flush in the face of the bridegroom when he kisses the lips of the bride. But the thorn had not yet reached her heart, so the rose's heart remained white, for only a Nightingale's heart's-blood can crimson the heart of a rose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And the Tree cried to the Nightingale to press closer against the thorn. 'Press closer, little Nightingale,' cried the Tree, 'or the Day will come before the rose is finished.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So the Nightingale pressed closer against the thorn, and the thorn touched her heart, and a fierce pang of pain shot through her. Bitter, bitter was the pain, and wilder and wilder grew her song, for she sang of the Love that is perfected by Death, of the Love that dies not in the tomb.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And the marvellous rose became crimson, like the rose of the eastern sky. Crimson was the girdle of petals, and crimson as a ruby was the heart.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But the Nightingale's voice grew fainter, and her little wings began to beat, and a film came over her eyes. Fainter and fainter grew her song, and she felt something choking her in her throat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Then she gave one last burst of music. The white Moon heard it, and she forgot the dawn, and lingered on in the sky. The red rose heard it, and it trembled all over with ecstasy, and opened its petals to the cold morning air. Echo bore it to her purple cavern in the hills, and woke the sleeping shepherds from their dreams. It floated through the reeds of the river, and they carried its message to the sea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Look, look!' cried the Tree, 'the rose is finished now;' but the Nightingale made no answer, for she was lying dead in the long grass, with the thorn in her heart.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And at noon the Student opened his window and looked out.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Why, what a wonderful piece of luck! he cried; 'here is a red rose! I have never seen any rose like it in all my life. It is so beautiful that I am sure it has a long Latin name;' and he leaned down and plucked it.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt; 6 &amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Then he put on his hat, and ran up to the Professor's house with the rose in his hand.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The daughter of the Professor was sitting in the doorway winding blue silk on a reel, and her little dog was lying at her feet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'You said that you would dance with me if I brought you a red rose,' cried the Student. Here is the reddest rose in all the world. You will wear it to-night next your heart, and as we dance together it will tell you how I love you.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But the girl frowned.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'I am afraid it will not go with my dress,' she answered; 'and, besides, the Chamberlain's nephew has sent me some real jewels, and everybody knows that jewels cost far more than flowers.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Well, upon my word, you are very ungrateful,' said the Student angrily; and he threw the rose into the street, where it fell into the gutter, and a cart-wheel went over it.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Ungrateful!' said the girl. 'I tell you what, you are very rude; and, after all, who are you? Only a Student. Why, I don't believe you have even got silver buckles to your shoes as the Chamberlain's nephew has;' and she got up from her chair and went into the house.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'What a silly thing Love is,' said the Student as he walked away. 'It is not half as useful as Logic, for it does not prove anything, and it is always telling one of things that are not going to happen, and making one believe things that are not true. In fact, it is quite unpractical, and, as in this age to be practical is everything, I shall go back to Philosophy and study Metaphysics.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So he returned to his room and pulled out a great dusty book, and began to read. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="225" width="400"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2541685&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00adef&amp;amp;fullscreen=1" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2541685&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=00adef&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="225"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="313" width="384"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hGzHHW0jKkc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/hGzHHW0jKkc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="384" height="313" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-1291636202343596784?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/1291636202343596784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/09/conto-um-curta-2-nightingale-and-rose.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/1291636202343596784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/1291636202343596784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/09/conto-um-curta-2-nightingale-and-rose.html' title='Conto Um Curta #2 - The Nightingale and the Rose'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-6154388179853600215</id><published>2009-09-08T18:57:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.229-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Publicidade e polêmica</title><content type='html'>Dessa vez foi na Alemanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma campanha relaciona o vírus da AIDS a Adolf Hitler. A idéia parece boa, mas há controvérsias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vídeo mostra uma garota numa festa fazendo sexo. Durante o vídeo o rosto do companheiro dela não aparece. Eis que vem a surpresa: quem aparece no fazendo sexo com ela? Adolf Hitler. E a campanha termina dizendo: A AIDS é uma assassina em massa. Proteja-se!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coisa fedeu quando as pessoas começaram a relacionar não o vírus e sim as pessoas contaminadas com a personagem em questão. E a coisa se complicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue o vídeo:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red; font-weight: bold;"&gt;Esse vídeo contém cenas de sexo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-a8882d2da5f6fede" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.blogger.com/img/videoplayer.swf?videoUrl=http%3A%2F%2Fvp.video.google.com%2Fvideodownload%3Fversion%3D0%26secureurl%3DqAAAAP0YN7YpWvFNWPjMMOzGjlW40PmIWGSAF3tilLmuJqKFyOkGKym25TsWTTJZ4nKuy-3mea4JJvHgvcl-JNVFHBKU84KkKJYL80XqMnCMXoFUVpfQ0-vIfgwYJXP8IsCsHmmHIrmVHi8sGvX-TfjHOR71FFIwDNEBrmDoDMp1wXc-QemGUen1FsUg2LOstlMouin52kK44ZXZPuBsTBVydHLlazcvxzCCAinzk2iFA76A%26sigh%3DCFH0M6o0CGnAzkoxsmcZVnf0QBA%26begin%3D0%26len%3D86400000%26docid%3D0&amp;amp;nogvlm=1&amp;amp;thumbnailUrl=http%3A%2F%2Fvideo.google.com%2FThumbnailServer2%3Fapp%3Dblogger%26contentid%3Da8882d2da5f6fede%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw320%26sigh%3DqiKjgVG8a5Atb5J5WWbxuk31IFs&amp;amp;messagesUrl=video.google.com%2FFlashUiStrings.xlb%3Fframe%3Dflashstrings%26hl%3Den"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.blogger.com/img/videoplayer.swf?videoUrl=http%3A%2F%2Fvp.video.google.com%2Fvideodownload%3Fversion%3D0%26secureurl%3DqAAAAP0YN7YpWvFNWPjMMOzGjlW40PmIWGSAF3tilLmuJqKFyOkGKym25TsWTTJZ4nKuy-3mea4JJvHgvcl-JNVFHBKU84KkKJYL80XqMnCMXoFUVpfQ0-vIfgwYJXP8IsCsHmmHIrmVHi8sGvX-TfjHOR71FFIwDNEBrmDoDMp1wXc-QemGUen1FsUg2LOstlMouin52kK44ZXZPuBsTBVydHLlazcvxzCCAinzk2iFA76A%26sigh%3DCFH0M6o0CGnAzkoxsmcZVnf0QBA%26begin%3D0%26len%3D86400000%26docid%3D0&amp;amp;nogvlm=1&amp;amp;thumbnailUrl=http%3A%2F%2Fvideo.google.com%2FThumbnailServer2%3Fapp%3Dblogger%26contentid%3Da8882d2da5f6fede%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw320%26sigh%3DqiKjgVG8a5Atb5J5WWbxuk31IFs&amp;amp;messagesUrl=video.google.com%2FFlashUiStrings.xlb%3Fframe%3Dflashstrings%26hl%3Den" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentário do Cazé da MTV sobre o fato:&lt;br /&gt;&lt;embed flashvars="url=http://test.gengibre.com.br/cgi-bin/loadPlayerInfo_v2.cgi?castID=V1BG4B4P0" height="200" scale="noscale" src="http://test.gengibre.com.br/templates/cherryplus/flash/gengibre_fp.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="130" wmode="transparent" /&gt;&lt;br /&gt;Esse vídeo também está disponível no Youtube &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=oJ-ISVTc0bI"&gt;nesse link&lt;/a&gt; não sei por quanto tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-6154388179853600215?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=a8882d2da5f6fede&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/6154388179853600215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/09/publicidade-e-polemica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6154388179853600215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6154388179853600215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/09/publicidade-e-polemica.html' title='Publicidade e polêmica'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-8988582737740012195</id><published>2009-09-06T16:18:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.314-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='indicações tardias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Indicações Tardias #2 - Miles Davis, The Birth of the Cool</title><content type='html'>Falar de Miles Davis é sempre difícil. Primeiro pela magnitude do artista, depois que não se pode passar informações erradas sobre ícones como esse, logo, todo cuidado é insuficiente. Esse post vai soar mais como uma indicação pessoal que como uma possível crítica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disco de 1950, &lt;i&gt;The Birth of the Cool&lt;/i&gt; é o disco precursor do chamado &lt;i&gt;cool jazz&lt;/i&gt;, do qual Miles é um dos principais, se não o principal, representante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse disco se encontra num marco para a música. Como já disse, foi ele que inaugurou o chamado &lt;i&gt;cool jazz&lt;/i&gt;. Mas se ele inaugurou o &lt;i&gt;cool jazz&lt;/i&gt;, quem veio antes? Justamente, quem precedeu esse estilo foi chamado &lt;i&gt;jazz bebop&lt;/i&gt;, um &lt;i&gt;jazz&lt;/i&gt; veloz, animado. Movimento da década de 1940 que buscava elementos da música clássica para serem aplicados em suas múisicas. E deu certo. Salve Benny Goodman!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nesse álbum que Davis começa a consolidar sua carreira. Depois de vários discos, ainda faltava a Davis o chamado virtuosismo. E eu arrisco dizer que foi nesse álbum que ele alcançou a confiança o virtuosismo que faltavam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As músicas são um jazz mais tanquilo, por vezes melancólico. Mas esse é o prórpio &lt;i&gt;cool jazz&lt;/i&gt;. Estritamente instrumental e extremamente agradável. É doce, macio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HLzqjmoZZAc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/HLzqjmoZZAc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-8988582737740012195?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/8988582737740012195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/09/indicacoes-tardias-2-miles-davis-birth.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8988582737740012195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8988582737740012195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/09/indicacoes-tardias-2-miles-davis-birth.html' title='Indicações Tardias #2 - Miles Davis, The Birth of the Cool'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-3893480073377727244</id><published>2009-09-06T13:45:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.217-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos'/><title type='text'>Marvel + Disney = Fuuuusão!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://tu.tv/imagenes/videos/d/r/dragon-ball-z-capitulo-248-parte-2-3_imagenGrande.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="315" src="http://tu.tv/imagenes/videos/d/r/dragon-ball-z-capitulo-248-parte-2-3_imagenGrande.jpg" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Pois é. Também me assustei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aconteceu dia 31 de agosto. A Marvel divulgou sua fuuuuuuuusão com a Disney. Ela comprou a Marvel por nada mais, nada menos que US$5,5 milhões. Stan Lee, co-criador de muitos conhecidos personagens da Marvel, disse que a compra foi "extremamente benéfica para ambos os lados"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://twitter.com/JoeQuesada" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="268" src="http://img78.imageshack.us/img78/4259/joequesada.jpg" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Joe Quesada (editor chefe da Marvel),&amp;nbsp; no Twitter, sobre a fusão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Disney, a compra da Marvel, em um primeiro momento, vai diluir seus lucros, mas que em 2012 isso terá um impacto positivo. Vale aqui abrir um parêntese para uma curiosidade destacada pelo site &lt;a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/2009/n01092009_04.cfm"&gt;Universo HQ&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Só para se ter uma ideia das duas companhias, a Marvel anunciou um faturamento de 676 milhões de dólares em 2008, e a Disney teve um faturamento de 37.843 bilhões de dólares.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://cmsdigiarts.files.wordpress.com/2009/04/disney-logo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="287" src="http://cmsdigiarts.files.wordpress.com/2009/04/disney-logo.jpg" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A união das duas monstras dos quadrinhos norte americanos serve como ilustração para a projeção e importância dos quadrinhos atualmente. Já a &lt;a href="http://money.cnn.com/2009/08/31/news/companies/disney_marvel/index.htm"&gt;CNN&lt;/a&gt; vê a recuperação norte americana da crise. &lt;a href="http://blog.estadao.com.br/blog/link/?title=stan_lee_acha_compra_da_marvel_positiva&amp;amp;more=1&amp;amp;c=1&amp;amp;tb=1&amp;amp;pb=1"&gt;O Blog Do Link&lt;/a&gt;, no &lt;a href="http://www.estadao.com.br/home/"&gt;Estadão&lt;/a&gt;, completa:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;O fato é que a Marvel só começou a fazer dinheiro fora dos quadrinhos quando buscou parcerias. Entre as décadas de 1980 e 1990, a empresa tentou se aventurar a fazer seus próprios games e filmes, e os resultados foram invariavelmente desastrosos. Só com parcerias com Capcom e Activision ela conseguiu games que faziam justiça aos personagens. No cinema, essa virada só aconteceu com o lançamento de "O Homen-Aranha", em parceria com grandes estúdios, que iniciou um ciclo virtuoso da Marvel no cinema, que perdura até hoje, com "Homem de Ferro" e "Hulk" faturando alto nas bilheterias.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Apesar da união das empresas, Ike Perlmutter; presidente da Marvel, diz que o nome não se alterará e que a Marvel continuará tendo a mesma independência, com o acrescimo da conveniência de poder usar os estúdios da Disney. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.lojadosherois.com.br/imagens/marvel_logo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="176" src="http://www.lojadosherois.com.br/imagens/marvel_logo.jpg" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto as coisas ainda estão muito indefinidas, por mais que se fale. Mas de modo geral o público aprovou e tem gastado seu tempo imaginando encontros entre os personagens. O que seria interessante. As empresas também: Joe Quesada (editor chefe da Marvel), Ike Perlmutter, Robert A. Iger (presidente da Disney), Tom Staggs (vice-presidente sênior da Disney), enfim... Todos têm dado opiniões extremamente positivas. Resta esperar e ver no que vai dar...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-3893480073377727244?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/3893480073377727244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/09/marvel-disney-fuuuusao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/3893480073377727244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/3893480073377727244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/09/marvel-disney-fuuuusao.html' title='Marvel + Disney = Fuuuusão!'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-6064151997734858365</id><published>2009-08-29T22:21:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.010-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dossiê britney'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><title type='text'>Parte I: Britney Spears, uma vida digna de princesa... Nem sempre.</title><content type='html'>Princesa do pop, foi assim que ela foi chamada depois de estourar para a mídia. Bom, é interessante pensar no seguinte: se é Princesa &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[e isso não é uma cantada de pedreiro, foi a Madonna quem disse.]&lt;/span&gt;, é filha de Rei e de Rainha. Portanto podemos concluir que a Britney é filha do Rei, Michael Jackson, e da Rainha, &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[para desespero da Cindy Lauper]&lt;/span&gt; Madonna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que poderia nascer dessa &lt;strike&gt;porcaria&lt;/strike&gt; parceria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro resquício de seus progenitores é a irreverência. Sejamos todos muito sinceros: Britney é Britney, ela não é qualquer um. Não é todo mundo que começa tão bem e tão cedo. Ainda podemos citar a herança materna dessa coisa da liberação sexual que é &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[ou era]&lt;/span&gt; um traço forte na personalidade musical de Madonna, mesmo que meio por osmose ou inércia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, são inúmeras as coincidencias (ou heranças) e é nisso em que eu pretendo cutucar: quem é Britney Spears?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Parte I: Vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natural do Mississipi, Britney Jean Spears é a garota que queria participar do &lt;i&gt;The Mickey Mouse Club&lt;/i&gt;, na &lt;i&gt;Disney Chanel&lt;/i&gt;, e acabou na &lt;i&gt;off-Broadway&lt;/i&gt;, até que em 1991 acabou participando do musical &lt;i&gt;Ruthless!&lt;/i&gt;. Britney não parou aí: em 1992 participou de um programa de calouros chamado &lt;i&gt;Star Search&lt;/i&gt;, mas não chegou ao final do concurso, e só em 1993 conseguiu finalmente chegar ao tão almejado &lt;i&gt;The Mickey Mouse Club&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1997 foi sondada sobre a possibilidade de seguir um carreira com um grupo de cantoras (estilo Spicy Girls, ou coisa do tipo) mas optou pela carreira solo. Ainda em 1997 lançou seu primeiro disco demo que lhe rendeu um contrato com a &lt;i&gt;Jive Records&lt;/i&gt; (vale lembrar que, no ano de 1997, Britney tinha 16 anos), uma pequena turnê pelo país e eventuais aberturas de show para grupos como o N'Sync, os Backstreet Boys. Tudo isso devido a seu single "&lt;i&gt;...Baby one more time&lt;/i&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu primeiro disco solo (também chamado &lt;i&gt;...Baby one more time&lt;/i&gt;) saiu em janeiro de 1998 e conquistou o primeiro lugar na &lt;i&gt;Billboard&lt;/i&gt; em vendas com mais de 125.000 cópias em apenas uma semana. O disco conseguiu emplacar nada mais, nada menos que cinco músicas de sucesso: &lt;i&gt;...Baby one more time&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Sometimes&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;(You drive me) Crazy&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Born to make you happy&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;From the bottom of my broken heart&lt;/i&gt;. No total o disco vendeu mais de 29 milhões de cópias pelo mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://static.thehollywoodgossip.com/images/gallery/britney-spears-rolling-stone.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="420" src="http://static.thehollywoodgossip.com/images/gallery/britney-spears-rolling-stone.jpg" width="340" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Repare no Teletubie que ela segura para construir a imagem de lolita. Obs.: Saka só o Sebastião Salgado na capa da Rolling Stone!&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em 1999, a jovem Britney foi chamada para ser capa da revista Rolling Stone. Eis que nasce o primeiro escândalo da vida de Britney. A irreverente "senhora" em questão aceitou fazer o ensaio fotográfico para a revista no estilo Lolita &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[para quem já ouviu o termo mas não sabe muito bem o que é, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lolita" style="color: #cccccc;"&gt;vai uma breve explicação da Wikipédia&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;, mais que suficiente para o entendimento do termo.]&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;. Surgiu aí a imagem da Britney que se contruiu ao longo dos anos de sua carreira: uma jovem &lt;strike&gt;gostosíssima e&lt;/strike&gt; provocante. E vale fazer uma ressalva nesse ponto: isso não é um reflexo exclusivamente imagético de Britney Spears, e sim o reflexo de toda sua música (um exemplo são os nomes dos sucessos de seu primeiro disco, ambiguos e sugestivos, ainda que carrgados de uma certa inocência.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2000 foi a vez do album &lt;i&gt;Oops!... I Did it Again&lt;/i&gt; que não ficou atrás do primeiro. Muito pelo contrário, o disco vendeu mais de &lt;span style="color: red;"&gt;1,3 milhão de discos NA PRIMEIRA SEMANA&lt;/span&gt;. Dessa maneira não é de se surpreender que ela tenha quebrado recordes. O mais interessante é que esse disco foi produzido em apenas dois meses, os empresário da little Britney acreditavam que ela não poderia se afastar da mídia, o que faz algum sentido (esse afastamento poderia reduzir sua carreira inteira a 15 minutos de fama, já que sua carreira não havia se consolidado e o sucesso de ídolos teen são muito voláteis, já que seu público é igualmente volúvel). Esse album conseguiu emplacar apenas três singles, mas a vitória foi ainda maior que a do primeiro disco: todos eles, &lt;i&gt;Stonger&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Lucky&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Don't Let Me Be The Last To Know&lt;/i&gt;, chegaram ao top 10 de TODAS as paradas que entraram. Ao todo foram vendidas mais de 25 milhões de cópias desse disco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi com ele que Britney chegou ao Brasil. Foi na turnê desse disco que ela veio ao Rock In Rio no ano de 2001, ela e 290 mil espectadores. Monstruoso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o disco &lt;i&gt;Britney&lt;/i&gt; que mostrou uma nova Britney. Aquela Britney que a gente conhece pré surto. A Britney mulher sexy e provocante. O mundo se chocou, o mundo sempre se choca com essas coisas. Mas o fato é que Britney mudou. Duvida? Saca só: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o clipe de Lucky do disco de 2000&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;object height="339" width="420"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.dailymotion.com/swf/x44jt5_britney-spears-lucky_people" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.dailymotion.com/swf/x44jt5_britney-spears-lucky_people" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="339" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;Vamos reparar em alguns detalhes: O clipe começa com a cantora vestida. Blusa cor de rosa, cabelo liso... Reparem na cara de anjo dela quando fala "knock, knock, knock". Decotes normais, calça comprida. Todo clipe e ela se encontra devidamente vestida. E se não bastasse, nos coroa com essa letra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;De manhã cedinho/ Ela acorda/ Knock, knock, knock/ Hora da maquiagem/ Sorriso perfeito/ É por você que todos eles esperam/ .../ E eles dizem/ Ela é tão sortuda!/ Ela é uma estrela!/ Pensando com seu coração sozinho/ Pensando, se não há nada faltando em minha vida,/ por que essa lágrima surgem à noite?&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Pra não dizer que eu estou manipulando, vamos ao clipe de Stronger&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;object height="339" width="420"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.dailymotion.com/swf/x44ar_britney-spears-stronger_music" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.dailymotion.com/swf/x44ar_britney-spears-stronger_music" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="339" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; Aí, a Britney ja usa um decode mais animador. Mas não vamos nos ater a isso por dois motivos, (1) até por que ele não é tão grande assim e (2) maiores virão. Vamos reparar no closes da câmera, ele são majoritariamente no rosto dela. Nos momentos que ela aparece acompanhada de dançarinho, eles estão com roupas no mesmo tom do ambiente para dar distaque à estrela, mas nem eles, nem ela expressam sensualidade. A não ser pelos closes nos lábios de Britney. A letra, que parece muito as lamentações de uma garota romântica, diz:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Mais forte do que antes/ Agora só o meu caminho/ Minha solidão não está mais me matando/ Eu sou mais forte&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Esse já é o clipe de I'm a Slave 4 U, do disco &lt;i&gt;Britney&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;object height="339" width="420"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.dailymotion.com/swf/x1hvbr_b-1video-im-a-slave-4-u_music" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://www.dailymotion.com/swf/x1hvbr_b-1video-im-a-slave-4-u_music" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="339" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;Nesse clipe ela fica na sacada enquanto os rapazes do clipe assistem ela dançar sugestivamente. Os closes priorizam decotes, barriga (que ja ficava à mostra, mas sem evidência) e o rosto provocante enquanto canta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Eu sei que posso ser nova, mas eu tenho sentimentos também/ E eu preciso fazer o que acho q devo/ Então deixe-me ir e apenas ouça:/ Todos vocês olham para mim como se eu fosse uma garotinha/ Bom, você já pensou que eu posso entrar nesse mundo?/ .../ Eu sou uma escrava para você, eu não posso suportar, eu não posso controlar/ Eu sou uma escrava para você, não vou negar, eu não estou tentando esconder.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O que me diz? Consegui te convencer??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.mtvpress.com/2007/img/photos/VMA03_BritneyMadonnaChristina.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="289" src="http://www.mtvpress.com/2007/img/photos/VMA03_BritneyMadonnaChristina.jpg" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Ainda nesse bolo do &lt;i&gt;Britney&lt;/i&gt;, foi em 2003, no VMA, para comemorar os 20 anos de VMA e 20 anos de carreira de Madonna, que Britney e Christina Aguilera fizeram um dueto cantando &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=VJ1Q_cZTYGI"&gt;&lt;i&gt;Like a Virgin&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; e deram &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Gdr8Wp6bYx0"&gt;o tão polêmico beijo em Madonna&lt;/a&gt; (só por curiosidade: a outra cantora que entra no show depois de Madonna é Missy Eliot).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.receitabrasil.com/wp-content/uploads/2008/11/britney-spears-53.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="315" src="http://www.receitabrasil.com/wp-content/uploads/2008/11/britney-spears-53.jpg" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O disco &lt;i&gt;In The Zone&lt;/i&gt; &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[será que zona lá tem o mesmo duplo sentido que aqui?]&lt;/span&gt; foi mais um grande sucesso na Billboard. Seis singles sairam desse disco: &lt;i&gt;Toxic&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Touch of My Hand&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Breathe on Me&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Me Against The Music&lt;/i&gt; (dueto com Madonna), &lt;i&gt;Everytime&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Outrageus&lt;/i&gt;. Foi esse disco que rendeu um Grammy para Britney com a música &lt;i&gt;Toxic&lt;/i&gt;, como melhor música dance. Aqui ela já tinha superado a polêmica da "Britney crescida" e consolidado o novo rumo de sua carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disco foi lançado em 2003 e em 2004, casa-se com seu amigo de infância Jason Allen Alexander, casamento esse que durou dias. Esse parece ser o primeiro dos enroscos pessoais que se seguiram na vida da cantora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://tha2244.files.wordpress.com/2008/01/britney-spears-careca.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="310" src="http://tha2244.files.wordpress.com/2008/01/britney-spears-careca.jpg" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Depois de um disco de remixes e um greatest hits, Britney passa um período de ostracismo musical, mas nem assim sai da mídia. Casamento e separação com Kevin Federline, filhos, parcerias não muito frutíferas com Paris Hilton, flagras da calcinha (ou da falta dela), careca, perucas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://joshandjosh.typepad.com/josh_josh_are_rich_and_fa/images/2007/09/10/britney_mtv_vma_2007_group.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="310" src="http://joshandjosh.typepad.com/josh_josh_are_rich_and_fa/images/2007/09/10/britney_mtv_vma_2007_group.jpg" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Volta "renovada" em 2007 no VMA, porém muito criticada. Nervosa, fora de forma e tensa, Britney não conseguiu animar. Em outubro de 2007 lança o disco &lt;i&gt;Blackout&lt;/i&gt; que seria responsável pelo início da reviravolta da cantora. Esse disco concorreu com discos como o novo disco do Eagles, que depois de 28 anos, lançava o primeiro disco de inéditas, mas mesmo assim conseguiu o terceiro lugar na Billboard. Nada mal para um recomeço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Circus&lt;/i&gt;, o disco seguinte, já foi diferente. Segundo uma &lt;a href="http://www.britney.com.br/?nid=31183"&gt;review do site PopJustice&lt;/a&gt; o disco &lt;i&gt;Circus&lt;/i&gt; é um &lt;i&gt;Blackout&lt;/i&gt; 2.0, a Rolling Stone acredita que esse é o album que "marcará seu status de lendária". Não precisa dizer que foi um sucesso, precisa?? A crítica da Billboard foi enfática:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Da abertura com Womanizer para a canção de arrependimento Blur, Circus dá ao pop um significado totalmente novo, conforme a cantora faz um trabalho duplo como uma diva do dance e uma melancólica de coração partido. Essa não é uma mistura fácil, mas quando Spears deixa de lado o trauma de tablóides e se junta com os produtores certos - nesse álbum são Guy Sigsworth, Danja, Dr. Luke e Max Martin - ela está em seu território. Se os censores ouvirem cuidadosamente o jogo de palavras marcante no refrão de If U Seek Amy, poderia ir além dos clubes para a rádio.&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://media.nowpublic.net/images//91/7/9179e564108a6f5d7539ae492fa3b3b6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="403" src="http://media.nowpublic.net/images//91/7/9179e564108a6f5d7539ae492fa3b3b6.jpg" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Nesse retorno marcado por Blackout e coroado por &lt;i&gt;Circus&lt;/i&gt;, Britney conseguiu reconquistar a crítica e seus fãns, se é que eles algum dia abandonaram sua ídola. A cantora já conseguiu algumas premiações e homenagens depois de sua volta à carreira e também já organiza sua vida pessoal. Tudo volta aos eixos gradativamente. Resta saber se ainda vamos ver Britney como era, ou se toda essa turbulência serviu para esse ícone amadurecer e direcionar seu talento para algo de fato produtivo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license"&gt;&lt;img alt="Creative Commons License" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/80x15.png" style="border-width: 0pt;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-6064151997734858365?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/6064151997734858365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/08/parte-i-britney-spears-uma-vida-digna.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6064151997734858365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6064151997734858365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/08/parte-i-britney-spears-uma-vida-digna.html' title='Parte I: Britney Spears, uma vida digna de princesa... Nem sempre.'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-4972740914825145871</id><published>2009-08-25T19:34:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T18:49:10.635-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto um curta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><title type='text'>Conto um curta #1 - O Homem Trocado</title><content type='html'>Conto: O Homem Trocado de Luiz Fernando Veríssimo.&lt;br /&gt;Curta:&amp;nbsp; V Semestre de Radio e TV (junho 2009) da Universidade Metodista de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O Homem Trocado&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem acorda da anestesia e olha em volta. Ainda está na sala de recuperação. Há uma enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.&lt;br /&gt;- Tudo perfeito - diz a enfermeira, sorrindo.&lt;br /&gt;- Eu estava com medo desta operação...&lt;br /&gt;- Por quê? Não havia risco nenhum.&lt;br /&gt;- Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos...&lt;br /&gt;E conta que os enganos começaram com seu nascimento. Houve uma troca de bebês no berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele fora viver com seus verdadeiros pais. Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai abandonara a mulher depois que esta não soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.&lt;br /&gt;- E o meu nome? Outro engano.&lt;br /&gt;- Seu nome não é Lírio?&lt;br /&gt;- Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e...&lt;br /&gt;Os enganos se sucediam. Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.&lt;br /&gt;- Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.&lt;br /&gt;- O senhor não faz chamadas interurbanas?&lt;br /&gt;- Eu não tenho telefone!&lt;br /&gt;Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes.&lt;br /&gt;- Por quê?&lt;br /&gt;- Ela me enganava.&lt;br /&gt;Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:&lt;br /&gt;- O senhor está desenganado.&lt;br /&gt;Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.&lt;br /&gt;- Se você diz que a operação foi bem...&lt;br /&gt;A enfermeira parou de sorrir.&lt;br /&gt;- Apendicite? - perguntou, hesitante.&lt;br /&gt;- É. A operação era para tirar o apêndice.&lt;br /&gt;- Não era para trocar de sexo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="340" width="560"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1pHZ7ceQYgA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/1pHZ7ceQYgA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-4972740914825145871?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/4972740914825145871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/08/conto-um-curta-1-o-homem-trocado.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4972740914825145871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4972740914825145871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/08/conto-um-curta-1-o-homem-trocado.html' title='Conto um curta #1 - O Homem Trocado'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-6551837779483272812</id><published>2009-08-16T16:00:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.305-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>Maus - Art Spiegelman</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/Sohn1iAmndI/AAAAAAAAAEE/W95T5Q1XgJ0/s1600-h/capa.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370656724999380434" src="http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/Sohn1iAmndI/AAAAAAAAAEE/W95T5Q1XgJ0/s400/capa.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 300px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Terminei ontem de ler esse livro. Acabo de chegar a uma conclusão, aliás, duas: (1) a nossa educação podia deixar de agraciar apenas a literatura nacional como também a internacional e (2) se desprender dos estilos de prosa e verso, no precisamos de hipertextos &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[pra quem não sabe, é a chamada linguagem mista, que mistura imagem e texto, por exemplo]&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SohepxM0A2I/AAAAAAAAADs/fugwZHwW6F4/s1600-h/ratoeira.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370646627314041698" src="http://2.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SohepxM0A2I/AAAAAAAAADs/fugwZHwW6F4/s320/ratoeira.JPG" style="cursor: pointer; float: right; height: 320px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 241px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Obra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do autor Art Spiegelman, Maus é a história de Vladek, seu pai, que viveu em épocas de holocausto judeu e esteve submetido a tão mitificada e aterrorizante Auschwitz, na Polônia. A história gira em torno desse fato, mas seria muito ingênuo acreditar que o livro inteiro trata apenas disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maus conta com uma expressividade imensa expressa através, não só de um belíssimo roteiro, como de imagens bastante dinâmicas. Ao se dizer que o livro mostra as diferentes nacionalidades expressas em diferentes animais &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[daí surge o nome "maus" que, do alemão, significa "rato"]&lt;/span&gt;, podia-se pensar em um fábula, ou algo do gênero. Mas o momento histórico não permite. Essa foi a maneira como o autor encontrou para, quem sabe, aproximar animais e humanos num momentos tão, no mínimo, não-humano. Lê-se na &lt;a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/2005/review_mausSobrevivente.cfm"&gt;review do site Universo HQ&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Num recente artigo para a &lt;/span&gt;&lt;b style="font-style: italic;"&gt;Folha de S.Paulo&lt;/b&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; (07/12/2005), Marcelo Coelho cita uma dupla ironia no fato dos personagens serem retratados como animais: a primeira é que aquele mundo nazista não tinha nada que pudesse ser classificado como humano, daí a arte seria em certos aspectos conseqüência direta do tom irreal das circunstâncias; a segunda é que, apesar de caracterizados desta forma, há em todo a obra um forte realismo, que contrastaria com Mickey Mouse e o restante do universo de fantasia criado por Walt Disney.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Na página 242 há uma passagem que ainda proporciona um novo ângulo à questão. Nela, Vladek fica impressionado ao ver um judeu ser alvejado por um soldado nazista. Ele pula, se contorce e rola, até por fim perecer. Isto o faz se recordar imediatamente de sua infância, quando presenciou um vizinho matar o próprio cachorro, que havia enlouquecido. Enquanto morria, o cão agia da mesma maneira que o homem. Ele conclui, com seu sotaque: "Impressionante um ser humano reagir do mesmo jeito que cão da vizinho".&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SohfT9PTs5I/AAAAAAAAAD0/2GEU-x632kU/s1600-h/livro.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370647352100238226" src="http://1.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SohfT9PTs5I/AAAAAAAAAD0/2GEU-x632kU/s320/livro.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 240px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;Art não se contenta em mostrar apenas a história do pai e se abre mostrando os fatos de sua própria vida que circundam o livro, como a própria relação conturbada com o velho Vladek. O filho não se contenta em explanar apenas a questão da guerra, ele não é um historiador, ele se atem a fatos pessoais, angustias e situações muito particulares não só de Vladek como suas próprias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história começa pouco antes do casamento de Vladek com Anja, mãe de Artie, e caminha pela guerra até chegar a libertação de Vladek. No âmbito "contemporâneo" da história, os fatos que se transcorriam ao decorrer da confecção dos depoimentos, a história se estende até o túmulo de Vladek Spiegelman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Autor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.lambiek.net/artists/s/spiegelman/spiegelman1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.lambiek.net/artists/s/spiegelman/spiegelman1.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 326px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 288px;" /&gt;&lt;/a&gt;Art Spiegelman é formado em arte e filosofia na Binghamton University em Nova Yorque, autor do livro em questão. Sendo o primeiro autor a ser agraciado pelo Prêmio Pulitzer por uma obra em quadrinhos, Art é bastante conhecido, além de suas obras, por ter trabalhado, na década de 90, como ilustrador da Revista New Yorker. Também consta em seu currículo a fundação da Raw, revista de artes gráficas e quadrinhos que revolucionou os Estado Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua mais recente, e também imensamente aplaudida, obra é "À sombra das torres ausentes" que trata da queda das chamadas Torres Gêmeas, que ficavam bem próximas à sua casa.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;Publicação brasileira inicialmente pela Editora Brasiliense (em dois volumes, assim como publicado pelo próprio autor) e atualmente pela Editora Compania das Letras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preço não posso informar pois seria imensamente deselegante procurar o preço de um presente. Essa parte fica por conta de você, interessado, em buscar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-6551837779483272812?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/6551837779483272812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/08/maus-art-spiegelman.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6551837779483272812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6551837779483272812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/08/maus-art-spiegelman.html' title='Maus - Art Spiegelman'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/Sohn1iAmndI/AAAAAAAAAEE/W95T5Q1XgJ0/s72-c/capa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-4723836705927681799</id><published>2009-07-31T19:08:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.138-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><title type='text'>Internet, livros, Kindle... revolução?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_1LdrMyScRH4/SWDuH3UuITI/AAAAAAAAFi8/1D7aLxrxmio/s400/VanGogh-NaturezaMortaComBiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 266px; height: 235px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1LdrMyScRH4/SWDuH3UuITI/AAAAAAAAFi8/1D7aLxrxmio/s400/VanGogh-NaturezaMortaComBiblia.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nessa minha última semana de férias, resolvi me aprofundar em leituras para as quais não terei tempo no semestre letivo que começa. Nessa brincadeira me senti o homem do século passado. Sabe quando você se sente a mais pré jurássica das criaturas? Andei me sentindo assim. Tudo é revolução: blogs x Twitter, TV x internet, CD's x MP3's e agora os livros. Sim, os livros. Não sei vocês, mas eu sou daqueles leitores que quando gostam de um livro, gostam dele mais que da própria mãe, ai de quem encostar um dedo neles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A "revolução" dessa vez é o tal do Kindle. Pois então vamos por partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Internet&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde algum tempo, surgem cada vez mais ótimas obras na internet. Sejam elas aquelas que já foram publicadas de alguma forma e agora estão sendo transcritas para a internet, seja aquelas que estão sendo criadas aqui mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já parou para reparar quantos blogs existem? Agora me diga, quantos deles estão destinados a literatura? Quantos a jornalismo, seja ele políticos, econômico, de arte, enfim... Quantos? Deu pra perceber o que eu estou tentando mostrar? A internet é um monstro. As proporções são impensáveis, incalculáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso surgiram inúmeras revistas on-line. E eu não estou falando aqui de revistas impressas que abrem um sítio na internet e chamam de revista on-line. Não é isso. Estou falando de revistas exclusivamente cibernéticas e muitas das vezes gratuitas. E são elas que cada vez mais disputam espaço com a mídia impressa. São exemplos as revistas &lt;a href="http://www.revistacapitu.com/"&gt;Capitu&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.revistasamizdat.com/"&gt;Samizdat&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.maissoma.com/"&gt;+Soma&lt;/a&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Kindle&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://www.wired.com/reviews/product/kindle2"&gt;Kindle&lt;/a&gt; é uma ferramenta criada pelo Amazon (que visa uma parceria com a Google) para a leitura de livros. É uma telinha de seis polegadas onde você coloca seus e-books e lê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual a novidade? A novidade é que o Kindle não é um telinha como a tela do seu computados, ela não força sua visão como as luzes do seu computador. Segundo explicações o Kindle trabalha com a "tinta digital". Não são lâmpadas, é uma espécie de tinta que vem à tona através de um campo magnético criado pelo aparelho, gerando assim as letras, fotos, etc. Parece mentira, viagem, filme de ficção científica, mas não é. Tanto não é que não estamos falando especificamente do Kindle e sim do Kindle 2 e seus concorrentes como o Sony eReader.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda caro (US$360,00), o Kindle não conta ainda com cores. Dezesseis tons de escala de cinza é o máximo que ele consegue reproduzir por enquanto. Mas tudo ainda é muito novo, sem dúvida as empresas já trabalham para buscar esse recurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.wired.com//images/productreviews/2009/02/pr_kindle2_f.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 443px; height: 337px;" src="http://www.wired.com//images/productreviews/2009/02/pr_kindle2_f.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A grande facilidade do Kindle é poder baixar os livros, lê-los sem aquela velha desculpa de "eu não gosto de ler no computador, minha vista reclama" e ser uma ferramenta leve, prática, pequena, ... enfim, o Kindle veio (e acredito que assim que seu preço ficar mais acessível, vai se popularizar) e não deve sumir tão cedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;Há quem ache que os livro também vão morrer (e eu to começando a achar tudo isso uma grande besteira) e que as versões impressas ficarão obsoletas e blá blá blá, blá blá blá, blá blá blá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, a primeira vista parece mesmo. Eu também estava certo disso pouco antes de começar a escrever aqui. Mas calma, ainda existe um outro fator.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Impressão sob demanda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me parece que isso não é muito novo, mas no Brasil ainda é MUITO novo. É bem facil de entender, bem mecânico.. Funciona assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Você escreve o livro&lt;br /&gt;2. Você sobe o arquivo (também achei estranho, mas não passa de fazer o upload, "upar" o arquivo)&lt;br /&gt;3. Divulga&lt;br /&gt;4. Alguém compra&lt;br /&gt;5. A editora imprime exemplares um a um&lt;br /&gt;6. O comprador recebe em casa via correio&lt;br /&gt;7. Você ganha royalties, money, dinheiro...&lt;br /&gt;8. Ficam todos felizes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fácil, não? Isso acaba com aquele problema de ser rejeitado pela editora que não quer bancar alguma coisa que não sabe se vai vender e coisa e tal. Isso transforma o papel da editora, ele passa a ser mais secundário. E assim você consegue publicar o que quer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não é uma prática muito comum, tanto que, assim como eu, essa, se não for a primeira, certamente é uma das pouquíssimas vezes que você ouviu falar disso, eu soube via &lt;a href="http://www.digestivocultural.com/blog/post.asp?codigo=2348"&gt;Digestivo Cultural&lt;/a&gt;. Aqui em terras tupiniquins quem faz esse processo é o &lt;a href="http://clubedeautores.com.br/webpage/tour"&gt;Clube dos Autores&lt;/a&gt;, e só (eu acho).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Livros + Kindle = problema?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao pensar nessa junção maligna, tudo parece beeeeem apocaliptico, não? O dragão munido de uma nova arma interstelar... Parece uma fusão daqueles filmes medievalescos de dragão com Star Wars, alguma coisa do tipo. Seria bem mais fácil, não? O mudo acabava, todo mundo se fudia. Legal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não foi dessa vez. Infelizmente, essas mídias e tecnologias não surgem para substituir, e sim para complementar ou quem sabe para coexistir com essas preexistentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é (mais uma vez) repensar a função de cada uma dessas tecnologias. Não é verdade dizer que os MP3 Players mataram os CD's, muito menos que os CD's mataram os vinis... O Kindle e os livros impressos seguem a mesma lógica. "Como usaremos?", "como coexistirão?" e "Quais as vantagens e desvantagens de um e outro?" são as perguntas a serem feitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Textos interessantes que me ajudaram a construir esse texto:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.revistacapitu.com/relicario_alexandreinagaki.html"&gt;Entrevista de Alexandre Inagaki&lt;/a&gt; na Revista Capitu&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.revistacapitu.com/reportagem_futurodamusica.html"&gt;Que será da arte?&lt;/a&gt; na Revista Capitu&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.wired.com/reviews/product/kindle2"&gt;Kindle 2&lt;/a&gt; na &lt;a href="http://www.wired.com/"&gt;Wired&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.revistasamizdat.com/2009/07/publicacao-independente-ontem-e-hoje.html"&gt;Publicação independente ontem e hoje&lt;/a&gt; na Revista Samizdat&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license"&gt;&lt;img alt="Creative Commons License" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/80x15.png" style="border-width: 0pt;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-4723836705927681799?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/4723836705927681799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/internet-livros-kindle-revolucao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4723836705927681799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4723836705927681799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/internet-livros-kindle-revolucao.html' title='Internet, livros, Kindle... revolução?'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1LdrMyScRH4/SWDuH3UuITI/AAAAAAAAFi8/1D7aLxrxmio/s72-c/VanGogh-NaturezaMortaComBiblia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-8383045575670423301</id><published>2009-07-29T22:54:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.153-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><title type='text'>A internet matou a TV?</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.podcastingnews.com/content/wp-content/uploads/2008/05/television-is-dead.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.podcastingnews.com/content/wp-content/uploads/2008/05/television-is-dead.jpg" style="display: block; height: 250px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 393px;" /&gt;&lt;/a&gt;Já percebeu que as coisas andam cada vez mais curtas? Já teve aquela impressão de que quando você liga a TV na MTV você vê trezentos milhões de programas e o tempo não passa? Pois é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem já não teve aquela fatídica aula de geografia em que aquela sua professora &lt;strike style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;gostosa&lt;/span&gt;&lt;/strike&gt; fala que as distancias se encurtaram, o tempo para comunicação diminuiu... Como ela chamava isso mesmo? Revolução Tecnico-científico-informacional. É esse o nome imenso e escrotíssimo dessa merda toda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Com o advento da intenet 2.0" essa é o jargão mais ouvido quando se fala em internet e suas revoluções no momento. Mas não é a toa. Vamos trocar em miúdos: quando se fala em internet 2.0, fala-se em internet colaborativa. Lembra do YouTube, da Blogger, do Flickr, dos agregadores de conteúdo, dos RSS's, essas coisas? Isso é a internet colaborativa. Você coloca conteúdo disponível. É uma via de duas mãos, você recebe informação e arquivos e também fornece eles de alguma maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nessa brincadeira de também fornecer conteúdo, arquivos e tudo mais que se pudesse imaginar, as pessoas começaram a disponibilizar todo tipo de conteúdo na internet, até aquilo que estava nas TV's e rádios. Um reflexo disso é o YouTube, os Podcasts... A medida que esses conteúdos passaram a ser mais comumente passados para a internet pelos usuários, as próprias "distribuidoras de conteúdo" &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[emissoras de TV, rádio...]&lt;/span&gt; começaram a aderir à disponibilização de conteúdos via internet. Frutos dessa adesão temos os canais da MTV on line, um futuro canal de voz da MTV, os programas da TV Cultura que podem ser vistos via internet e ficam disponíveis mesmo depois de exibidos. Canais caseiros ou não, isso passou a ser acessível até mesmo a blogueiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da possibilidade de assistir programas de TV via web, acompanhar a programação dos telejornais ou novelas ou filmes, enfim, a TV em geral passou a ser secundário. Pouca gente consegue se divertir passando o dia em frente a TV hoje em dia. As pessoas tem coisas a fazer e a opção de assistir aquele programa na internet. Quem fica na frente da TV? Só quem ainda não descobriu a internet, ou quem tem tempo sobrando. Reflexos? Faixas de 15 minutos em emissoras como MTV e miniséries mais curtas [em termos de capítulos] na TV Globo, são um exemplo perfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas esses dias eu vi um sujeito falando que &lt;a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/2009/07/27/o_blog_esta_morto_mas_juro_que_nao_fui_e/"&gt;o blog morreu&lt;/a&gt;, esse cara é Alexandre Inagaki, mas será que isso vale também para a TV? Talvez sim. Tá, tudo bem, não sejamos tão radicais assim, quando eu falo morrer não quer dizer necessariamente que ela vai deixar de existir. Mas sem dúvida não demora muito teremos que rever a função  da TV, até por que o público da TV está se modificando. Como será a nova TV não dá pra saber ainda, mas alguma coisa sem dúvida vai acabar mudando, por bem ou por mal.&lt;br /&gt;&lt;embed flashvars="url=http://www.gengibre.com.br/cgi-bin/loadPlayerInfo_v2.cgi?castID=V1BA7FBPA0" height="200" scale="noscale" src="http://www.gengibre.com.br/templates/cherryplus/flash/gengibre_fp.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="130" wmode="transparent" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license"&gt;&lt;img alt="Creative Commons License" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/80x15.png" style="border-width: 0pt;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-8383045575670423301?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/8383045575670423301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/internet-matou-tv.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8383045575670423301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8383045575670423301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/internet-matou-tv.html' title='A internet matou a TV?'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-770882205577001276</id><published>2009-07-29T16:59:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.236-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='youtube'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Seriedade? Nem tanto...</title><content type='html'>Escolhi esse título por dois motivos: (1) prometi para mim mesmo que não valia a pena ser tão sério assim, as coisas são mais bem humoradas, o brasileiro é bem humorado. E isso reflete diretamente na nossa cultura, (2) não é de política que vamos tratar tão seriamente assim, e é isso que vim mostrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passeando pela internet a gente sempre se depara com um videozinho aqui, outro ali. Quantos vídeos você viu esse mês que tratam de política de forma bem humorada? Quantos deles são sátiras? Falar de política não é ser sério, muito menos desagradável. Duvida? Eu provo. Ou melhor, os vídeos que vou postar provam por mim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro deles é o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Dancing Lula&lt;/span&gt;, um vídeo muito legal que não trata de nenhum assunto específico, nada mais é que nosso presidente dançando &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Harder, Better, Faster, Stronger&lt;/span&gt; do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Daft Punk&lt;/span&gt;. Ótimo vídeo, dei boas risadas.&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/A4ARHO6QaNw&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/A4ARHO6QaNw&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse segundo é o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Funk do Bigodão&lt;/span&gt;: "Ado a-ado/to empregado no Senado" "Vai Dilminha, vai Dilminha!" "Quer mama? Quer mama? O Sarney vai te ensinar"&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Y9hyvnisU-4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Y9hyvnisU-4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu não sei o que é ato secreto, aqui ninguém sabe o que que é ato secreto!"&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_6DL5ixHykY&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/_6DL5ixHykY&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Versão de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Queda&lt;/span&gt; para Sarney, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Queda do Bigodão&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/n7uBejqQJlc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/n7uBejqQJlc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É lógico que todos os vídeos são do Sarney porque ele é a bola da vez. Se fosse em tempos de mensalão, ele é que estaria aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no final das contas, brasileiro é ou não é bem humorado, companheiros e companheiras?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-770882205577001276?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/770882205577001276/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/seriedade-nem-tanto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/770882205577001276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/770882205577001276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/seriedade-nem-tanto.html' title='Seriedade? Nem tanto...'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-8668928341491578668</id><published>2009-07-28T22:55:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.450-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><title type='text'>Milk</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://sobretudofilmes.files.wordpress.com/2009/02/milk-poster021.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 286px; height: 406px;" src="http://sobretudofilmes.files.wordpress.com/2009/02/milk-poster021.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Milk é um filme de Gus Van Sant [o mesmo cara que dirigiu o filme baseado na história de Kurt Cobain: Últimos Dias] e conta a história de Harvey Milk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harney é um ativista gay norte americano, o primeiro a entrar para a política, depois de muita luta. Lutando sempre pelos direitos da comunidade gay em São Francisco, Harvey não se esquece das questões da cidade. Castro era o lugar de encontro da comunidade gay de S.F. e "toca" de Harvey, local de muitas festas e também o centro de muitas discussões sérias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interpretado com excelência por Sean Penn, Harvey se mostra um personagem de muita força e presença e, por vezes, bastante bem humorado.&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.gengibre.com.br/templates/cherryplus/flash/gengibre_fp.swf" flashvars="url=http://www.gengibre.com.br/cgi-bin/loadPlayerInfo_v2.cgi?castID=V1BA4GBP0" scale="noscale" wmode="transparent" type="application/x-shockwave-flash" width="130" height="200"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;Aqui nesse bonequinho segue um breve comentário sobre o filme. Por isso mesmo procurei fazer um cometário mais breve sobre o filme na postagem em si. Pretendo me utilizar mais dessa ferramenta para tentar dar uma implementada no "Pió...". Espero que gostem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-8668928341491578668?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/8668928341491578668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/milk.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8668928341491578668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/8668928341491578668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/milk.html' title='Milk'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-4918602640854846487</id><published>2009-07-26T14:45:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.130-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>676 Apraritions of Killofer</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.comicsreporter.com/images/uploads/17killoffer.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.comicsreporter.com/images/uploads/17killoffer.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 496px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 335px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente acho que entrei numa coisa bastante numérica. Mas prometo não mais me ater a números, Britney está me ajudando a sair disso &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[vocês vão entender em breve como e pq]&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje eu estava passeando na internet e descobri que o Rafael Grampá, um quadrinista brasileiro, é colunista do Notícias MTV &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[apresentado pelo nosso amigo Cazé]&lt;/span&gt; e tem um blog na MTV &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[o banner tá aí do lado pra quem quiser acessar, apesar de pequeno ainda, bastante interessante]&lt;/span&gt; além de suas outras atividades &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[é ele quem está escrevendo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Furry Water&lt;/span&gt; que sairá pela Dark House Comics]&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu não vim aqui para falar dele, apesar de merecer um post. Eu vim aqui para falar de números.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Six Hundred And Seventy Six Apparitions Of Killofer&lt;/span&gt; é um livro de Patrice Killofer, quadrinista francês e membro da Oubapo (Ouvroir de Bande-dessinée Potentielle ou Abertura do Potêncial dos Quadrinhos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Oubapo é uma associação de quadrinistas que surgiu comparativamente a Oulipo (Ouvroir de Littérature Potentielle ou Abertura do Potencial da Literatura) que deu origem a não apenas a Oubapo, mas também variadas Ou-x-po's relacionadas a música, cinema, pintura... A proposta da Oubapo é a exploração dos conceitos de quadrinhos procurando inovar ultilizando os moldes quadrinísticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://furrywater.files.wordpress.com/2009/04/killoffer.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://furrywater.files.wordpress.com/2009/04/killoffer.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 413px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 275px;" /&gt;&lt;/a&gt;Nessa obra, Killofer abandona a divisão dos quadros, utilizando-se apenas de uma figura para a representação de uma sequência de fatos ou ações. Além de prender a atenção do leitor, que passa a necessitar de uma atenção maior a sequência, o desenho se torna completamente inovador e, consequentemente, muito bonito aos nossos olhos. Mas a inovação não para aí, além dos quadrinhos ele elimina os famosos balões, o texto fica disposto em espaços vazios da figura. &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[clique na figura acima para vê-la ampliada]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;676 Apparitions of Killofer&lt;/span&gt; é definido pela &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Typocraft&lt;/span&gt;, editora pela qual o livro foi lançado nos Estados Unidos, como uma "violenta odisséia através de um mundo cheio desses muitos eu-mesmos", e completa "é uma espetacularmente ambiciosa tentativa de voltar nos confinamentos da autobiografia e da narrativa gráfica".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DI34nY6n9Mk/ReztqfYkpzI/AAAAAAAAAF8/mDH51dkHAI0/s400/667.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_DI34nY6n9Mk/ReztqfYkpzI/AAAAAAAAAF8/mDH51dkHAI0/s400/667.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 205px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 285px;" /&gt;&lt;/a&gt;Numa entrevista foi perguntado a ele sobre como ele explica o fato de ser definido como "parte de uma nova e emergente tendência das grafic novels e uma espécie de Tarantino francês das autobiografias" e ele responde: "Deve ser por causa do meu lado trash. Eu preferiria ser comparado a alguma coisa mais "doentio": com um diretor como David Cronenberg, ou talvez David Lynch.. Mas ultimamente eu ainda não seria capaz de entender essa comparação. O que eu acho disso de uma forma geral? Nada. Eu não estou em posição de saber o que é apropriado ou não: talvez Paul Gravett, que é um grande jornalista de quadrinhos, e um "connoisseur" tão bom quanto, o que é extremamente raro... talvez ele tenha escolhido essa comparação porque seja capaz de escolher a referencia correta em meio a inúmeras referencias que ele tem a sua disposição - uma referencia que não só se fará jus ao artista, mas que ressonará com seus leitores tão bem quanto. Eu não sei: eu não sou um jornalista. Como artista, isso não significa muito para mim."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E explica também como surgiu a obra: " O "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;French foreign ministry&lt;/span&gt;" me enviou a Montreau como parte do "Ano de Quebec". Minhas busca era por algo autobiográfico sobre minha viajem até lá. Mas nada aconteceu, e não havia nada que eu pudesse falar sobre isso, então eu peguei aquela idéia e fui em uma diferente direção".&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.publishersweekly.com/articles/images/PWK/20051108/killofferpanel.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.publishersweekly.com/articles/images/PWK/20051108/killofferpanel.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 158px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 349px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A obra de Killofer é sem dúvida um importante ponto de nossa cultura &lt;span style="color: #cccccc;"&gt;[mundial]&lt;/span&gt; e não deve ser ignorada. O livro infelizmente nunca foi publicado no Brasil, mas aos mais espertinhos, pode-se obter essa obra facilmente em inglês ou francês pela internet.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license"&gt;&lt;img alt="Creative Commons License" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/80x15.png" style="border-width: 0pt;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-4918602640854846487?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/4918602640854846487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/676-apraritions-of-killofer.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4918602640854846487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4918602640854846487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/676-apraritions-of-killofer.html' title='676 Apraritions of Killofer'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_DI34nY6n9Mk/ReztqfYkpzI/AAAAAAAAAF8/mDH51dkHAI0/s72-c/667.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-5582360357857661884</id><published>2009-07-14T11:15:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.122-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>36 Vistas do...</title><content type='html'>Tudo &lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;[digo, esse post]&lt;/span&gt; começou quando fiquei sabendo de uma publicação muito interessante. Trata-se do livro 36 Vistas do Cristo Redentor de Renato Alarcão, mas antes que pudesse me aprofundar muito em quem é e o que faz Renato, acabei me deparando com bastantes coisas interessantes e resolvi compartilhá-las com esse blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou com o japonês chamado Katsushika Hokusai. Nasceu em 1760, em Edo, fortemente influenciado pela arte impressionista, marca da forte presença de traços ocidentais ou ocidentalizados em sua obra. Consagrou-se ao longo de seus 89 anos de vida pela constante inquietação, seja ela artística ou em sua própria vida. Adotou 26 nomes diferentes e residiu em 96 diferentes locais ao longo de sua jornada. Suas principais obras são 36 Vistas do Monte Fuji e Cem Vistas do Monte Fuji.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SlyoIXM_yzI/AAAAAAAAADc/JNuFLn02l9s/s1600-h/monte+fuji.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 275px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SlyoIXM_yzI/AAAAAAAAADc/JNuFLn02l9s/s400/monte+fuji.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358342518284995378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Esse japa fez 36 gravuras do Monte Fuji, datadas do início da década de 1830. Essas gravuras expressavam a visão do Monte por diferentes ângulos. Mais do que mostrar diferentes ângulos de visão, Hokusai acaba mostrando aspectos do local [sociais, culturais, naturais, ...]. E nessa brincadeira, Katsushika conseguiu imortalizar sua obra como uma das mais importantes da cultura universal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Desde os cinco anos de idade que tive a mania de desenhar a forma das coisas. Desde os cinquenta anos de idade que produzi um número razoável de desenhos, mas, no entanto, tudo o que fiz até aos setenta anos não é realmente digno de menção. Pelos setenta e dois anos de idade apreendi finalmente algo da verdadeira qualidade das aves, animais, insetos e peixes, e da natureza vital das plantas e árvores. Assim, aos oitenta anos de idade deverei ter já feito algum progresso, aos noventa deverei ter penetrado ainda mais no mais fundo sentido das coisas, aos cem anos de idade deverei ter-me tornado realmente maravilhoso, e aos cento e dez anos, cada ponto, cada linha que eu desenhe deverá possuir seguramente uma vida própria. Peço apenas que os homens de vida suficientemente longa tenham o cuidado de verificar a verdade das minhas palavras." disse Hokusai no prefácio de Cem Vistas do Monte Fuji.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SlyoWDOwC3I/AAAAAAAAADk/sbQC1MgTtOw/s1600-h/torre+eiffel+henri.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 317px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SlyoWDOwC3I/AAAAAAAAADk/sbQC1MgTtOw/s400/torre+eiffel+henri.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358342753441811314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Anos mais tarde o francês Henri Rivière, admirador da obra de Hokusai, decide fazer uma obra parecida: 36 Vistas da Torre Eiffel. O prefácio dizia: "Certamente, ele (Henri Rivière) teria preferido ter no horizonte de seus passeios o Monte Fuji-Yama (...) mas temos o Fuji-Yama que podemos. É sábio contentar-se com este quando não se pode ter o outro e o resultado é lindo como você verá. Este espetáculo é formado de sucessões, aparentemente caprichosas, de todo tipo de aspectos de Paris, populoso, selvagem, elegante, dramático, ardente de rudes trabalhos ou suspenso pela melancolia"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rivière nasceu em Paris, de onde fugiu com o início da Primeira Guerra Mundial, e para onde voltou após seu fim. Teve sua primeira e última exposição em 1921, depois da qual decidiu não mais se envolver com arte, apesar de ter obtido grande sucesso com sua exposição. Aos oitenta anos de idade percebe que não mais consegue se ater a detalhes e morre em 24 de agosto de 1951, em Sucy en Brie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da obra de Rivière, nasce André Juillard: "Eu descobri a obra de Rivière em uma exposição no Museu de Orsay. Conversei com o editor Christian Desbois. Nós fomos ao escritório de estampas da Bibliothèque Nationale descobrir a integralidade das 36 vistas. Nosso primeiro projeto era de estabelecer os mesmos pontos de vista de Rivière. Mas Paris tinha mudado tanto! Há um século, Meudon ficava no campo com seus pequenos jardins. Rua Beethoven, próxima do Trocadéro, só existiam velhas casas. Hoje, é suntuoso..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/Slylx8osvYI/AAAAAAAAADM/zw0Yl4zwx30/s1600-h/torre+eiffel+andre.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 418px; height: 171px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/Slylx8osvYI/AAAAAAAAADM/zw0Yl4zwx30/s400/torre+eiffel+andre.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358339934173052290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;E assim André resolve fazer 36 gravuras da Torre Eiffel, um dos motivos pelos quais André Juillard é considerado um dos maiores desenhistas da atualidade. "Durante todos esses anos, passeei muito em Paris com minha máquina fotográfica. No início de julho, terminei as últimas pesquisas, na Rua Lamarck, Rua des Abbesses... A Torre Eiffel é apenas um pretexto para mostrar Paris e vizinhanças. Após realizar dois álbuns para o editor de Plume aux Vents e antes de iniciar dois Blake e Mortimer, fui à Bretagne com todo meu material de pesquisa (fotos e croquis). Foi aí que fiz esta série de desenhos que circulavam pela minha cabeça há mais de dez anos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SlymIsbIhEI/AAAAAAAAADU/Shz3XboDiEI/s1600-h/cristo+redentor.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 425px; height: 252px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SlymIsbIhEI/AAAAAAAAADU/Shz3XboDiEI/s400/cristo+redentor.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358340324958176322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Já no Brasil quem topou fazer um projeto parecido foi Renato Alarcão. Renato é designer gráfico mestrado pela School of Visual Arts de Nova York e formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Com trabalhos publicados no Anuário da Society of Illustrators (NY), The New York Times e na Folha de São Paulo além de inúmeras revistas e jornais tupiniquins e ianques. Já expôs no American Institute for Grafic Arts (AIGA), na New York Public Library, na Bienal de Bratislava e em Tóquio, quando ganhou o prêmio NOMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois desse vasto currículo que só conta com nomes de peso, não se pode esperar pouco de 36 Vistas do Cristo Redentor. Não vou me ater a descrições e interpretações, &lt;a href="http://www.editoracasa21.com.br/36vistas/galeria.php?id=0004"&gt;veja você mesmo essa obra&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.editoracasa21.com.br/36vistas/galeria.php?id=0001"&gt;Aqui&lt;/a&gt; você confere 36 Vistas do Monte Fuji de Katsushika Hokusai.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.editoracasa21.com.br/36vistas/galeria.php?id=0002"&gt;Aqui&lt;/a&gt; você confere 36 Vistas da Torre Eiffel de Henri Rivière.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.editoracasa21.com.br/36vistas/galeria.php?id=0003"&gt;Aqui&lt;/a&gt; você confere 36 Vistas da Torre Eiffel de André Juillard.&lt;br /&gt;E &lt;a href="http://www.renatoalarcao.com.br/"&gt;aqui&lt;/a&gt; você vê o site oficial de Renato Alarcão.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license"&gt;&lt;img alt="Creative Commons License" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/80x15.png" style="border-width: 0pt;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-5582360357857661884?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/5582360357857661884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/36-vistas-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5582360357857661884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5582360357857661884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/36-vistas-do.html' title='36 Vistas do...'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SlyoIXM_yzI/AAAAAAAAADc/JNuFLn02l9s/s72-c/monte+fuji.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-7212011829799677610</id><published>2009-07-14T11:14:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.244-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='textos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Duchamp e o rei pelado</title><content type='html'>Depois de Marcel Duchamp nada mais foi o mesmo. Um urinol virou escultura, uma roda de bicicleta em cima de um banco, idem. Interessante é que antes de tornar-se o excelente conceituador que subverteu a ordem do mundo artístico, Duchamp já era aquele pintor experiente que nos presenteou com obras primas como "Homem descendo a escada".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje diz-se que a pintura morreu, já era a tal. Que tome uma pá de cal nas fuças, pois nada de novo pode mais sair dali - vociferam os arautos da modernidade. Penso que, se tudo fosse assim tão esgotável, não seria mais possível compor músicas com os velhos dó, ré, mi, fá, sol, lá, si...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duchamp terminou seus dias jogando xadrez, como se o simples ato de jogar fosse uma expressão artística que se auto-esgotasse. O sujeito já havia inventado "O Novo" e agora podia deita-se tranquilo sobre louros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De Duchamp para frente,a arte passou a ser qualquer coisa que assim quiséssemos rotular. Abriu-se assim uma avenida para a criação de muita arte interessante, muita farsa e todas as infinitas variedades que transitam entre estes dois pólos. Alguns dizem que se chegamos ao ponto em que estamos hoje, com latinhas de bosta de artista custando 100 mil libras, instalações e objetos artísticos no mínimo curiosos, é tudo culpa de Duchamp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim - e incrivelmente - vejo as coisas de forma positiva. Ampliaram-se os limites da experiência aetística e da percepção, já que, tanto o fazer arte quanto a fruição ganharam novas formas, dimensões e suportes. Artistas buscam abrir caminhos novos e cada qual quis fazer de seu trabalho um "ismo" novo, logrando uns poucos ampliar as fronteiras do que era conhecido antes. Sem tais ousadias, talvez ainda estivéssemos hoje contemplando as mesmas madonas e cenas bíblicas de nosso avós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, não vamos negar que muita porcaria também surgiu em nome da arte, e muita, muita gente ficou com medo de dizer que isso ou aquilo era uma bosta, pelo simples medo de parecer burro, desintelectualizado, careta ou raso. Com isso o rei ficou à vontade para ficar nu, e o povo em volta a aplaudira sua garbosa roupa - aquela que somente os inteligentes podem enxergar. Sim, esta história clássica serve de metáfora até para falar do mundo da arte de hoje, onde nenhuma criança encontrou coragem para gritar que o rei está pelado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duchamp e os seus "ready made" colocaram em cheque-mate as definições de arte. Mas enquanto aguardamos que alguém descubra a porta de saída do dilema, o melhor a fazer é manter os olhos abertos, deixar-se invadir por todas estas novas formas de arte e sem muito bla-bla-bla e masturbação filosófica, sugiro que cultivemos um espírito de esponja, um olhar receptivo, uma mente seletiva, mãos ocupadas e lingua curta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Renato Alarcão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-7212011829799677610?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/7212011829799677610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/duchamp-e-o-rei-pelado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/7212011829799677610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/7212011829799677610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/duchamp-e-o-rei-pelado.html' title='Duchamp e o rei pelado'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-4974909973474454695</id><published>2009-07-13T11:46:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.417-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>Segunda Chance - #forasarney agora é legal</title><content type='html'>O Centro "XI de Agosto" da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da USP, lançou um documento e um petição on line para a saída do Sr. José Sarney da Presidência do Senado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se é que ainda resta alguma fagulha de responsabilidade social e conciência política em você, essa é a hora de se redimir e mostrar que, apesar de não ter dado as caras na manifestação, você tem algum algum ponto luminoso nisso que você chama de cérebo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://marcelotas.blog.uol.com.br/images/sarney_xideagosto.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 410px; height: 102px;" src="http://marcelotas.blog.uol.com.br/images/sarney_xideagosto.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Edição Extraordinária - São Paulo, 11 de julho de 2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;Manifesto contra os Atos Secretos e a Corrupção no Senado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estarrecidos, assistimos mais uma vez a depredação da instituição republicana estampar as capas dos jornais: trata-se, novamente, da expressão do patrimonialismo na política brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante, muito espanto causa a postura inerte da sociedade civil diante desses fatos. Por que não se escandaliza o cidadão ao ver a sua coisa – ora, sua coisa enquanto genuína expressão do espírito republicano – ser apossada por aqueles que os deviam representar, mas que acabam por sobrepor os interesses particulares e partidários, em detrimento aos institucionais? A reincidência de escândalos tem feito com que a arte de fazer política, algo visto com admiração desde a cultura grega, passe a ser encarado como algo digno de escárnio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escândalos como estes, tão recorrentes no cotidiano político brasileiro, nada mais são do que um reflexo de um vício estrutural que se arrasta por toda formação histórica deste País. As regras do nosso jogo democrático estão distorcidas de modo a favorecer o pequeno grupo que se apodera da máquina pública. Questões tão atuais como nepotismo, apropriação de recursos públicos, negociação de cargos são genuínas expressões de um passado coronelista, incapaz de dissociar as esferas pública e privada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, apenas será possível vislumbrar uma atuação política mais séria, comprometida e representativa por meio do aperfeiçoamento das regras que dirigem nosso sistema democrático. Postergar a discussão acerca da Reforma Política, esquivar-se de alterar os pontos estruturais por ela versados, é uma absoluta irresponsabilidade, e, por quaisquer motivos que sejam, somente contribui para o aprofundamento dessa crise a que assistimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta vez, é o Senado Federal que está assolado em denúncias de corrupção. Mau uso do recurso público; edição de atos não publicados que nomeiam e destituem funcionários, elevam e reduzem vencimentos; favorecimento de parentes; distorções em prestações de contas etc. Mais um episódio na política brasileira que demonstra a carência da ética e da seriedade na condução da gestão pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tênue a distinção entre a mera expiação de culpa e a efetiva responsabilização dos culpados. Naturalmente, a atual crise política que se instaurou nas instituições – em tese republicanas - não se personifica na figura do Presidente do Senado Federal, José Sarney. Entretanto, que não se use tal argumento para que o senador passe incólume frente aos atos que cometeu – não se trata de eleger um bode expiatório, mas sim procurar responsabilizar e sancionar aqueles que, de fato, tenha incorrido no ilícito. Diante de tantas questões a serem apuradas, muitas das quais resvalam na figura de José Sarney, torna-se insustentável que, sob a atual Presidência do Senado, as respectivas investigações se dêem de modo a garantir-lhes sua lisura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Centro Acadêmico “XI de Agosto”, entidade representativa dos estudantes da Faculdade de Direito da USP, a Escola do Largo São Francisco, pioneira no ensino jurídico deste País, em conjunto com os demais signatários deste manifesto, repudia que se gira o dinheiro público através de atos clandestinos; repudia que se use a prerrogativa de representante do povo para satisfação de interesses particulares, ou favorecendo terceiros que lhe sejam próximos; repudia que argumentos como governabilidade ou alianças partidárias eleitorais sejam levados exclusivamente em conta na tomada de decisões políticas – interesses meramente partidários não devem ser motivadores de posicionamentos políticos frente aos escândalos aos quais assistimos; e, por fim, repudia a imoralidade com a qual a política vem sendo levada no País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orientado pela idéia de um Estado Democrático de Direito que tenha como base um modelo representativo e republicano de governo, de que tanto se carece em tempos recentes neste País, o XI de Agosto não poderia permanecer inerte diante de todo esse desrespeito para com a coisa pública. Assim, exige que todos esses atos devem ser devida e seriamente apurados. Mas, para garantir a lisura desse processo, não há condições de que se mantenha a atual presidência do Senado Federal, no decorrer das investigações. Assim, clamamos pelo afastamento do Sr. José Sarney da Presidência do Senado Federal até que os fatos sejam apurados e se responsabilizem os culpados. É preciso que a sociedade civil se mobilize contra qualquer desvirtuamento das instituições democráticas. Exigimos, então, ética, moralidade e espírito republicanos, valores estes que nunca deveriam ter sido esquecidos no cenário político nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________________________________________&lt;br /&gt;Diante desse quadro, a 107ª Diretoria criou uma petition online, instrumento pelo qual seus associados podem subscrever o manifesto acima. Segue o link: &lt;a href="http://www.petitiononline.com/xisenado/petition.html"&gt;http://www.petitiononline.com/xisenado/petition.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Centro Acadêmico XI de Agôsto - 107ª Diretoria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Rua Riachuelo, 194 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Telefone: (11) 3111-4082 / 3111-4083 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;caxideagosto@uol.com.br&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.xideagosto.org.br/"&gt;http://www.xideagosto.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://marcelotas.blog.uol.com.br/arch2009-07-01_2009-07-15.html#2009_07-13_11_58_43-5886357-0"&gt;Blog do Marcelo Tas&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-4974909973474454695?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/4974909973474454695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/segunda-chance-forasarney-agora-e-legal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4974909973474454695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4974909973474454695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/segunda-chance-forasarney-agora-e-legal.html' title='Segunda Chance - #forasarney agora é legal'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-927169874559762599</id><published>2009-07-10T16:50:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.113-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>Higiene do Assassino</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/augustoo/3706284174/" title="86 por .Augusto., no Flickr"&gt;&lt;img style="width: 391px; height: 294px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2478/3706284174_0a7a51e6a1.jpg" alt="86" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Higiene do Assassino é um livro de Amélie Nothomb que conta a história do grande escritor Pretextat Tach.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tach é um velho de descrição asquerosa, misógeno, preconceituoso e moribundo. Exatamente, Senhor Tach encontra-se próximo de sua morte, sofrende de um gravísima síndrome. Ao saber da sua morte; o escritor, prêmio Nobel de literatura, abre sua casa para ser entrevistado por jornlistas. Depois de muitas exigencias as entrevistas começam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro é uma obra prima de final surpreendente, seja pelas revelações de Pretextat ou pelo próprio desfecho do enredo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amélie Nothomb é japonesa &lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;[apesar do nome]&lt;/span&gt;, natural de Kobe. Hoje ela se apresenta como uma das mais aparentes figuras da literatura francesa apesar de morar na Bélgica, mais especificamente em Bruxelas. "Não me coloco na literatura forçadamente. Se eu apareço, é porque tenho alguma coisa de concreto a fazer lá", diz a jovem escritora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amélie passou sua adolescencia no extremo oriente, especialmente no Japão e na China. Foi intérprete em Tóquio e nos presenteou com essa obra no ano de 1992, 25 anos depois de seu nascimento. "&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u36798.shtml"&gt;Filha de mãe suicida e de pai assassinado&lt;/a&gt;", Amélie aparenta ter uma queda especial pelas histórias absurdas. Higiene do Assassino não é uma excessão.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license"&gt;&lt;img alt="Creative Commons License" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/80x15.png" style="border-width: 0pt;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-927169874559762599?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/927169874559762599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/higiene-do-assassino.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/927169874559762599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/927169874559762599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/higiene-do-assassino.html' title='Higiene do Assassino'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm3.static.flickr.com/2478/3706284174_0a7a51e6a1_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-287597990304610512</id><published>2009-07-03T01:02:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.296-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>Pollock</title><content type='html'>&lt;a href="http://us.ent4.yimg.com/movies.yahoo.com/images/hv/photo/movie_pix/sony_pictures_classics/pollock/ed_harris/pollock4.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://us.ent4.yimg.com/movies.yahoo.com/images/hv/photo/movie_pix/sony_pictures_classics/pollock/ed_harris/pollock4.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 280px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 428px;" /&gt;&lt;/a&gt;Uma vida perturbada. Depressão, genialidade, auge, alcoolismo, morte. Essa é a vida de &lt;a href="http://www.sfasu.edu/pubaffairs/images/1-07images/17-pollock_l.jpg"&gt;Jackson Pollock&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pollock é um dos principais expoentes das arte plásticas. Coloca-se esse gênio no chamado expressionismo abstrato. Ao lado de Kansinsky e Kooning, Pollock caracterizou-se com a combinação da desnsidade do expressionismo alemão com as estéticas antifigurativas das escolas européias. Fruto de um pós-guerra conturbado, Jackson bailou com seus pincéis ao som de outros gênios como Benny Goodman, Krupa e Harry James.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2000, o ator Ed Harris decide retratar a história dessa figura tão imporante, controversa e perturbadora da nossa história. Estreando como diretor, mostra que mais do que saber fazer, ele sabe como deve ser feito. Ainda se aventura a não só dirigir mas também a interpretar o artista. Não deixa nada a desejar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trilha sonora é evidente, marcante mas não tão expressiva quanto se esperaria. Mas não nescessariamente menos interessante. Pollock é um filme que não poderia ser pior. Sua história se contitui forte e expressiva, independentemente dos demais fatores. É lógico que, tratando-se de uma história como essa, só poderiamos ter dois possíveis resultados: sucesso absoluto ou fracasso total. Creiam, foi um sucesso, e merecido!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do filme, vale muito a pena conhecer a história e a obra de Jackson Pollock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é minha indicação, fico por aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-287597990304610512?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/287597990304610512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/pollock.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/287597990304610512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/287597990304610512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/pollock.html' title='Pollock'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-4628535589527007145</id><published>2009-07-02T13:55:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.409-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>#fiascosarney Goiânia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SkzntPHinVI/AAAAAAAAAC0/qWTThwCBnWM/s1600-h/HPIM4211.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 488px; height: 367px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SkzntPHinVI/AAAAAAAAAC0/qWTThwCBnWM/s200/HPIM4211.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353908821374967122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um milhão e duzentos mil habitantes. Sede do governo estadual. Capital do estado. Essa é a cidade morta de goiânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia goza de uma grande variedade de programação cultural. Teatros, shows, música erudita, popular, rock n' roll, samba, jazz, blues, tem pra todo gosto. Goiânia é uma cidade que fornece a seus moradores cultura com democracia. Seja qual for seu gosto, ela está aí. Cidade conhecida como um centro de ótimos colégios, educação acadêmica de ponta. De ponta? Que cidade fornece educação e não desenvolve senso crítico em sua população?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos máquinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cidade da concientização ambiental. Maior proporção árvore/habitante do país é a propaganda. Fazemos coleta seletiva, cuidamos de nossos parques e árvores. Criamos nossos animais como se fossem reis. Somos exemplo. Somos exemplo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos produto de uma falsa responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não aprendemos ainda a nos desfarçarmo-nos de concientes. Precisamos ainda aprender a apoiar falsos movimentos de expressividade nenhuma, de motivos inúteis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossas risadas nos revelam fracos e cegos. Vamos mais uma vez fingir ser. Ser é demais para quem não é. Ser é coisa pra quem é. Se tornar é impossivel. Impossível?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No nosso #forasarney contamos com cerca de 10 pessoas. Essa é a cara de Goiânia. Esse é o valor de nossa conciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica, Sarney!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-4628535589527007145?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/4628535589527007145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/fiascosarney-goiania.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4628535589527007145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4628535589527007145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/07/fiascosarney-goiania.html' title='#fiascosarney Goiânia'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SkzntPHinVI/AAAAAAAAAC0/qWTThwCBnWM/s72-c/HPIM4211.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-4941348141683624473</id><published>2009-06-30T01:28:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.101-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='indicações tardias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Indicação Tardia #1: Circuladô - Caetano Veloso</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_DHj1h7YJ-bo/SItjb-yqFeI/AAAAAAAAAxU/mVwYVycL-pM/s400/caetano-circulado.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_DHj1h7YJ-bo/SItjb-yqFeI/AAAAAAAAAxU/mVwYVycL-pM/s400/caetano-circulado.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 261px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 261px;" /&gt;&lt;/a&gt;Disco de 1991 do já grande Caetano Veloso, Circuladô conta com músicas ainda com resquícios da música oitentista, sua nunca abandonada baianidade musical, letras fortíssimas e sonoridade jovem e bem posicionada. Diria eu que esse é um de seus melhores discos, se não o melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estrangeiro foi o disco que antecedeu Circuladô. Estrangeiro foi um disco que deixou um legado de responsabilidade: um Prêmio Sharp (atual Prêmio Tim) de 1989, com destaque para &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Meia Lua Inteira&lt;/span&gt;, do estreante Carlinhos Brown, que acabou sendo incorporada a trila da novela Tieta. Depois de mais esse sucesso, cabia a Caetano fazer um disco que chegasse pelo menos ao mesmo nível de Estrangeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Circuladô conta com uma poesia muito bem elaborada. Caetano sempre foi, antes de músico excepcional, um grandioso poeta. Não seria essa a excessão. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Circuladô de Fulô&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Terceira Margem do Rio&lt;/span&gt; são bons exemplos desse viés "caetanístico". Mas não se pode esquecer do Caetano politizado de sempre, e eis que surge, para abrir o disco com classe, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fora Da Ordem&lt;/span&gt;, outra obra prima. Não nos esqueçamos também de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ela Ela&lt;/span&gt;, uma música no mínimo interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falar de Caetano e não se utilizar de inúmero adjetivos superlativos é extremamente complicado. Caetano constituiu uma carreira sólida ao longo desses anos, mas não se aplica o provérbio "a prática leva à perfeição" quando se trata de Caetano. A perfeição já aparece desde cedo. Talvez possamos falar em maturidade artística. Aí sim, Caetano já nesse disco mostra sua completa maturidade criativa. Sem dúvida uma obra prima!&lt;br /&gt;&lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license"&gt;&lt;img alt="Creative Commons License" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/80x15.png" style="border-width: 0pt;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-4941348141683624473?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/4941348141683624473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/06/indicacao-tardia-1-circulado-caetano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4941348141683624473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/4941348141683624473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/06/indicacao-tardia-1-circulado-caetano.html' title='Indicação Tardia #1: Circuladô - Caetano Veloso'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_DHj1h7YJ-bo/SItjb-yqFeI/AAAAAAAAAxU/mVwYVycL-pM/s72-c/caetano-circulado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-6592987491973950317</id><published>2009-06-27T16:40:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.338-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>#forasarney Goiânia</title><content type='html'>Movimento Fora Sarney Goiânia&lt;br /&gt;Dia 01/07&lt;br /&gt;Concentração na porta da Assembléia Legioslativa&lt;br /&gt;19:00h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente tem poder pra tirar ele de lá.&lt;br /&gt;Ele é nosso empregado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamo lá, galera!&lt;br /&gt;Divulguem!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é um movimento que estará acontecendo em várias capitais brasileiras (inclusive Brasília), não podemos ficar de fora. O coração do país tem que apoiar essa causa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-6592987491973950317?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/6592987491973950317/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/06/forasarney-goiania.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6592987491973950317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/6592987491973950317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/06/forasarney-goiania.html' title='#forasarney Goiânia'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-5652053086918319551</id><published>2009-06-26T14:16:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.444-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Michael Jackson</title><content type='html'>Puta que pariu, morreu...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-5652053086918319551?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/5652053086918319551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/06/michael-jackson.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5652053086918319551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5652053086918319551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/06/michael-jackson.html' title='Michael Jackson'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-5240149028483207608</id><published>2009-06-25T15:01:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.429-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>STJ e a prostituição infantil</title><content type='html'>Saiu nesse dia 23/06/2009 na Gazeta do Povo a notícia "&lt;a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&amp;amp;id=898666&amp;amp;tit=Para-STJ-pagar-por-sexo-com-crianca-nao-e-crime"&gt;Para STJ, pagar por sexo com criança não é crime&lt;/a&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso começou com dois homens que pagaram a quantia de R$80,00 para fazer sexo com duas garotas (de 12 e 13 anos). Não bastasse o ato sexual, os dois homens tiraram fotos das duas garotas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de serem pegos e acusados, a decisão do Tribunal de Justiça do Mato Grosso foi condená-los pela produção de material pornográfico infantil, mas foram absolvidos pelo crime de abuso das duas garotas. O caso chegou a STJ dessa maneira, e assim mesmo foi validado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"De acordo com os ministros do STJ, não há crime porque não foram os aliciadores que iniciaram as atividades sexuais das garotas. Especialistas e juristas da área da infância afirmam que a decisão é contrária a toda a legislação existente na área, e que, além de equivocada, é inconstitucional. Para eles, o STJ vai na contramão de tudo o que vem se discutindo sobre direitos humanos nos últimos 30 anos. E o pior: pode abrir precedentes perigosos." diz o jornal [vale a pena observar o quadro que expõe exatamente o que diz a lei sobre o assunto na reportagem acima].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o juiz estadual "as prostitutas esperam o cliente na rua e já não são mais pessoas que gozam de uma boa imagem perante a sociedade" e completa “prostituição é uma profissão tão antiga que é considerada no meio social apenas um desregramento moral, mas jamais uma ilegalidade penal”. Devemos lembrarmo-nos de que não se trata simplesmente de um caso de prostituição e sim de um caso de pedofilia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lendo-se sobre o assunto na internet pode-se encontrar uma opinião interessante e usada como justificativa para a pedofilia equivocadamente. Segundo esse discurso, a defesa da pedofilia seria justificável ao resgatarmos a cultura grega e romana, onde a pedofilia infantil era algo comum. Mas, antes que me atirem pedras, vale lembrar que a pedofilia na antiguidade era uma ferramenta de iniciação sexual praticada entre mestres e aprendizes. A pedofilia de que falamos é a exploração da ingenuidade, vulnerabilidade e até mesmo condição social da criança. Vale lembrar também que, nesses casos, muitas vezes as armas usadas são pagamento, coação e violência, o que muda completamente o viés da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, o Ministério Público tentará reverter a situação. É importante lembrar que essa situação, &lt;a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&amp;amp;id=898668&amp;amp;tit=Decisao-nao-considera-violacoes-de-direitos"&gt;por violar entre outros estatutos, o dos Direitos Humanos&lt;/a&gt;, caberia uma sanção da OEA ou algum órgão supranacional capaz de interver punindo esses agressores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais intrigante de toda essa situação é a mídia. Isso era motivo para turbulência, reportagens, discussão, mas até agora... Cadê ela?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-5240149028483207608?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/5240149028483207608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/06/stj-e-prostituicao-infantil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5240149028483207608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5240149028483207608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/06/stj-e-prostituicao-infantil.html' title='STJ e a prostituição infantil'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-5045728818151134128</id><published>2009-06-22T19:00:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.437-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><title type='text'>Britney e a Segunda Guerra Mundial</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fontes: &lt;a href="http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/5568/"&gt;Revista Rolling Stone&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.nationalledger.com/artman/publish/article_272626601.shtml"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;The National Ledger&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.allheadlinenews.com/articles/7015563938"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;All Headline News&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.bicodocorvo.com.br/wp-content/uploads/2009/04/britney-spears1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 230px; height: 307px;" src="http://www.bicodocorvo.com.br/wp-content/uploads/2009/04/britney-spears1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Pasmem, Britney Spears é cotada para protagonizar um filme. O filme se chama &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Yellow Star of Sophia and Eton&lt;/span&gt;. O filme fala sobre uma garota&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt; [Sophia]&lt;/span&gt; que constróis máquinas do tempo e volta ao período da segunda guerra mundia. Se já não fosse suficiente, a personagem se apaixona por um judeu &lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;[Eton]&lt;/span&gt; em um campo de concentração. Mas para o bem de todos e felicidade geral da população mundial, os dois morrem antes do amor se concretizar, o que impede um possivel continuação da saga da garota travessa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre outros rumores cinematográficos sobre Britney está o de que ela faria uma cinebiografia dela mesma, onde ela protagonizaria sua própria personagem, ou seja, ela mesma. Outra, no entanto é a de que Quentin Tarantino teria convidado-a para o remake de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faster, Pussycat! Kill! Kill!&lt;/span&gt;, de 1965. "No entanto, nenhuma novidade das produções foi divulgada em 2009." &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-5045728818151134128?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/5045728818151134128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/06/britney-e-segunda-guerra-mundial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5045728818151134128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/5045728818151134128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/06/britney-e-segunda-guerra-mundial.html' title='Britney e a Segunda Guerra Mundial'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-2227130787450929689</id><published>2009-06-21T22:38:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.401-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos'/><title type='text'>Autobiografias P&amp;B</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Informaçõ retirada do &lt;a href="http://www.conradeditora.com.br/index.php"&gt;site da Editora Conrad&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_9meF9S6NvA4/SQeFdiyJ9uI/AAAAAAAAEzE/_rQtNcfm-40/s200/carta_capital_logo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 55px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_9meF9S6NvA4/SQeFdiyJ9uI/AAAAAAAAEzE/_rQtNcfm-40/s200/carta_capital_logo.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Destaque no site da Editora Conrad, uma reportagem da &lt;a href="http://www.cartacapital.com.br/app/index.jsp"&gt;Revista Carta Capital&lt;/a&gt; faz um apanhado de auto briografias em quadrinhos. Apotando uma tendência moderna,  a revista se aventura a lembrar-se de Baudelaire e Goethe. Um do inúmeros nomes nessa reportagem, cresce aos nossos olhos o brasileiro Laerte, cartoonista muito conhecido por ter publicado suas tirinhas nos jornais Folha de São Paulo, Estado de São Paulo e nas revistas Veja e IstoÉ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia a reportagem:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mangaconrad.com.br/xblogx/wp-content/uploads/2009/06/varios_ccapital_jun09_01.jpg"&gt;Página 66&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mangaconrad.com.br/xblogx/wp-content/uploads/2009/06/varios_ccapital_jun09_02.jpg"&gt;Página 67&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mangaconrad.com.br/xblogx/wp-content/uploads/2009/06/varios_ccapital_jun09_03.jpg"&gt;Página 68&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mangaconrad.com.br/xblogx/wp-content/uploads/2009/06/varios_ccapital_jun09_04.jpg"&gt;Página 69&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-2227130787450929689?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/2227130787450929689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/06/autobiografias-p.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/2227130787450929689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/2227130787450929689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/06/autobiografias-p.html' title='Autobiografias P&amp;amp;B'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_9meF9S6NvA4/SQeFdiyJ9uI/AAAAAAAAEzE/_rQtNcfm-40/s72-c/carta_capital_logo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-2734358971418163916</id><published>2009-06-21T14:32:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T11:41:19.083-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Luiz Tatit</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.mpbnet.com.br/canto.brasileiro/luiz.tatit/images/luiz_tatit.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 406px; height: 232px;" src="http://www.mpbnet.com.br/canto.brasileiro/luiz.tatit/images/luiz_tatit.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Filho de seus livros, pai de suas músicas. Esse para mim é o casamento mais frutífero: o filho dos livro e a criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse pra mim é Luiz Tatit. O sujeito é um figurão: professor da USP, músico, leciona na área de linguística. Nada mais perfeito para um músico que entender profundamente de linguística. Conheci Luiz Tatit por intermédio do &lt;a href="http://godardcity.blogspot.com/2009/06/cancao-nao-morreu.html"&gt;blog do Rogério Skylab&lt;/a&gt;, outro músico também, no mínimo, interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Tatit é um dos principais nomes do que estão chamando hoje de vanguarda paulistana. O que é exatamente é difícil definir: são vanguarda; o que, por si só, se define. Quem sabe essa denominação se deva a união da poeticidade e da musicalidade de forma muito bem coesa. Como exemplo dessa coesão, nada melhor que &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_G-Xa8mC06g"&gt;As Sílabas&lt;/a&gt;, música que cita e exemplica os fatos da letra nela mesma &lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);"&gt;[ficou meio confuso, não?]&lt;/span&gt;. Sem nos esquecermos de &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=swryqieCAxc"&gt;Capitu&lt;/a&gt; que deu as caras no seriado homônimo da rede globo de telealienação. Por vezes bem humorado, por vezes poético ou ainda didático. Melhor que falar de Luiz Tatit é ouvir suas músicas, e assim decido terminar essa postagem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dfjuwxfeMP0&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/dfjuwxfeMP0&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=p5pWnqljejU&amp;amp;feature=related"&gt;Luiz Tatit - Rodopio&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/" rel="license"&gt;&lt;img alt="Creative Commons License" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/80x15.png" style="border-width: 0pt;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-2734358971418163916?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/2734358971418163916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/06/luiz-tatit.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/2734358971418163916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5836473021721018352/posts/default/2734358971418163916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/2009/06/luiz-tatit.html' title='Luiz Tatit'/><author><name>Augusto.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07078481776563733315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_BuRpdGNvwUw/SOqNKth0zxI/AAAAAAAAABA/djPYb2d9AF0/S220/IMG_0033.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5836473021721018352.post-7700486621383734387</id><published>2009-06-20T15:50:00.000-03:00</published><updated>2009-11-26T18:48:45.829-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto um curta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='textos'/><title type='text'>Abre a porta, Zé Luís</title><content type='html'>Esse é um conto que foi escrito por José Luis Peixoto, "romancista, dramaturgo e poeta" e colunista na &lt;a href="http://bravonline.abril.com.br/index.shtml"&gt;Revista Bravo!&lt;/a&gt;. Aí vai:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABRE A PORTA, ZÉ LUÍS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Urina. O som familiar da urina a cair na água não perturba a embriagues gasosa do meu sono. Não interessa onde estou, mas sei que estou em Boston, mas não interessa onde estou porque estou num quarto de hotel e há pouca diferença entre quartos de hotel. Mudam os canais na televisão e o cheiro do detergente na alcatifa. De manhã, haverá sempre o som de aspiradores. É de tarde. Deixei a televisão ligada no canal Discovery Health, onde adormeci a ver um programa sobre obesidade mórbida. A voz do narrador entrou-me no sono, as vozes ocasionais dos obesos, deitados em sofás, deitados em camas, gruas, macas, entraram-me no sono. Agora, essas mesmas vozes falam sozinhas para a colcha desfeita sobre a cama vazia, são como electricidade. Não lhes presto atenção, têm a mesma existência vaga de, por exemplo, a cidade de Boston. São uma realidade teórica, abafada pela porta fechada da casa de banho e pelo som familiar, grosso, da urina a cair na água da sanita: o alívio de uma comichão entornada para fora do meu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lavo as mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguro a maçaneta da porta da casa de banho e, quando tento rodá-la, não roda. Mexo no botão que tranca a porta e não acontece nada. Normalmente, quando adormeço à tarde, privilégio de domingos, acordo de duas formas possíveis: devagar, com uma ligeira dor de cabeça; ou devagar, com um prazer morno espalhado pelos músculos. Agora, acordei de repente. Uma tomada de consciência que é como a efervescência súbita da coca-cola, a subir pela garrafa até transbordar. Uma espécie de anti-qualquer-coisa, uma implosão, sim, uma implosão. A casa de banho não tem janelas. A luz é amarela. Deixo de saber qual é a posição correcta do botão que tranca a porta. Tento abri-la das duas maneiras possíveis e não acontece nada. Bato com as duas mãos. Espero para distinguir alguma reacção e ouço apenas um silêncio feito das vozes dos obesos, sozinhos na televisão do quarto. Dou pontapés na porta. O mesmo silêncio. Bato na parede com as mãos abertas. Grito, tento chamar alguém. Estou no oitavo andar, como se estivesse enterrado vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lavo as mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lavo a cara. No espelho, sou amarelo. Tenho a cor da luz. O espelho é como uma janela para o interior fechado desta casa de banho. Sento-me no bidé. Encho os pulmões de ar. Quando era pequeno e fazia alguma coisa de mal, fechava-me na casa de banho antes que o meu pai chegasse a casa. Essa era a única divisão que tinha chave. Após dez minutos de espera, começava a imaginar que iria passar o resto da minha vida na casa de banho. Em instantes, acreditava nisso. Poderia dormir na banheira, tapar-me com toalhas, não faltaria a água potável e, numa primeira fase, poderia alimentar-me de pasta de dentes. Depois, a longo prazo, teria de atrair insectos comestíveis ou cultivar vegetais no intervalo dos azulejos. Quando o meu pai chegava, havia uma negociação que terminava com a porta a ser aberta devagar. Nem sempre foi assim. Houve uma vez em que, com o meu primo, roubei um cartucho da caçadeira do meu pai e fizemos uma bomba. Abrimos o cartucho com uma navalha, separámos a pólvora dos chumbos, fizemos um enxerto de arames e colocámos-lhe um rastilho. Guardámos a bomba numa gaveta e planeámos explodi-la no campo da bola. Essa hora deserta nunca chegou. A minha mãe descobriu a bomba e contou ao meu pai. Fechei-me na casa de banho. Ao fim da tarde, o meu pai chegou a casa. Abre a porta, Zé Luís. E eu dizia para ele se acalmar. Abre a porta. Zé Luís. Eu punha as culpas no meu primo, dizia que tinha sido ideia dele, e tinha mesmo. Abre a porta, Zé Luís. A voz do meu pai era sólida. Eu tinha oito ou nove anos e pedia perdão. Abre a porta, Zé Luís. Eu chorava e dizia que não queria. E, de repente, um estrondo ampliado pelo eco. Outro estrondo. A porta inteira a ceder na fechadura e nas dobradiças. O meu pai estava a arrombar a porta e a minha voz tremia. Espere. Não faça isso. Eu tremia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, 1938-2008, faltam poucas semanas para o dia em que o meu pai faria setenta anos. Há quase treze anos, 1938-1996, que sinto falta dele. Estou fechado na casa de banho de um hotel em Boston e penso no que farei para sobreviver se ficar aqui para sempre. Volto a gritar, tento chamar alguém, mas paro. Lembro-me que, antes de adormecer, pendurei na porta do quarto o pequeno letreiro que diz “não incomode”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem prefere vídeos, aqui está:&lt;br /&gt;&lt;object height="302" width="400"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3079969&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1"&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3079969&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="302"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/3079969"&gt;Abre a porta Zé Luis&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/user1255206"&gt;António Rodrigues&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Aliás, se me permitem a opinião, achei o vídeo muito mais tocante que o próprio texto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5836473021721018352-7700486621383734387?l=ociopeloocio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociopeloocio.blogspot.com/feeds/7700486621383734387/comments/default' title='Postar coment
